Adoçantes artificiais são realmente uma opção mais saudável?

Os adoçantes artificiais são substâncias sintéticas criadas para dar aos alimentos um sabor doce, sem as calorias dos açúcares naturais – considerados uma alternativa para pessoas com diabetes, que auxiliam na perda de peso e mantém os níveis de glicose do sangue estáveis.

Desde sua chegada ao mercado, alguns estudos vêm sugerindo que estas substâncias podem não ser tão saudáveis quanto se preconiza. Recém-publicado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Wisconsin, um estudo sugere que o uso de adoçantes artificiais pode desencadear obesidade e diabetes acabou reacendendo esse debate.

Realizada em células endoteliais de ratos, a pesquisa levanta a hipótese de que os adoçantes artificiais podem alterar a maneira pela qual o nosso corpo processa gordura e usa energia. As amostras sanguíneas de ratos que foram alimentados com dietas com altos níveis de adoçantes apresentaram alterações em parâmetros bioquímicos, gorduras e na concentração de aminoácidos.

De acordo com Erika Paniago Guedes, médica endocrinologista e membro do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), apesar dos resultados, até o momento não existem evidências científicas consistentes e suficientes que possam contraindicar o uso de adoçantes. “Estudos em células animais podem ‘sugerir’ uma hipótese ou mecanismo, mas não comprovar. É necessária a reprodução desses achados no ser humano para afirmar que podem causar danos à saúde. Até o momento, nenhum estudo com seres humanos, de seguimento em longo prazo, comprovou risco com adoçantes”, afirma.

Na década de 70, pesquisas em ratos de laboratório sugeriram que o consumo da sacarina, um tipo de adoçante artificial, estaria relacionado ao desenvolvimento de câncer de bexiga. Na época, a FDA, agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, que regulamenta medicamentos e alimentos, proibiu a venda por conta dos efeitos nos roedores.

No entanto, estudos examinaram como a substância funciona no corpo humano e mostraram que os resultados se aplicam apenas aos ratos, o que fez com que a FDA retirasse os avisos sobre a sacarina. “O aumento de consumo de açúcar, em suas diferentes formas, está comprovadamente associado ao risco de obesidade, diabetes e câncer. Mas não temos esse nível de evidência com os adoçantes artificiais”, comenta a endocrinologista.

Inicialmente, os adoçantes foram formulados para atender às necessidades de pessoas com diabetes em substituição ao açúcar. Nos dias atuais, são utilizados até mesmo em planos alimentares para perda de peso e, se utilizados com moderação e na quantidade correta, não apresentam riscos comprovados. “A recomendação que fazemos é a de que o consumo de açúcares seja controlado, para evitar exposição ao risco destas doenças. Em relação ao uso de adoçantes artificiais, recomenda-se que a dose por dia baseada na Ingestão Diária Aceitável recomendada pelas agências reguladoras dos governos, como ANVISA e FDA, seja respeitada”, conclui.

Doença progressiva causada pelo cigarro mata uma pessoa a cada 10 segundos

Dia 29 de agosto é o Dia Nacional do Combate ao Fumo, data criada para alertar sobre os perigos do tabaco para a saúde da população. Mesmo com a diminuição nos números de fumantes no Brasil, é estimado que 20 milhões de pessoas sejam fumantes – 10% da população, de acordo com o último estudo Vigitel. Desse número, 3% dos fumantes consomem mais de 20 cigarros por dia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata metade de seus usuários e pode causar doenças que atingem o coração e os pulmões, como é o caso da doença pulmonar obstrutiva crônica, a DPOC, doença silenciosa e de diagnóstico desafiador que atinge principalmente aqueles que fumaram por grande parte de sua vida. Ainda de acordo com a OMS, a DPOC leva à óbito, em média, uma pessoa a cada 10 segundos e seus principais sintomas são tosse, catarro, cansaço e falta de ar.

“A DPOC não é uma doença única, é um termo que abrange a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. O que acontece nessa condição é uma inflamação dos brônquios, que obstrui a passagem de ar e causa a destruição dos alvéolos, diminuindo a capacidade respiratória do paciente e deixando-o cada vez mais debilitado”, explica o pneumologista Alex Macedo, mestre em pneumologia pela UNIFESP e professor da Universidade Metropolitana de Santos.

O fumo não é a causa exclusiva para o surgimento da doença, que também pode ser ocasionada por exposição prolongada à poluentes no ar – como inalação de fumaça de cigarro e queima de madeira ou outros combustíveis sólidos – asma severa e até uma rara condição genética conhecida como deficiência de alfa-1 antitripsina. Ainda assim, mesmo que nem todo fumante desenvolva a DPOC, 90% dos que desenvolvem são fumantes, de acordo com a COPD Foundation, uma fundação dedicada a promover iniciativas para melhorar a vida das pessoas afetadas pela DPOC nos Estados Unidos.

Apesar de progressiva, a doença leva certo tempo para demonstrar sintomas preocupantes, o que atrasa o diagnóstico e, consequentemente, complica o tratamento.“Não é incomum que o fumante receba um diagnóstico de DPOC com a doença em estágio mais avançado. Isso se deve porque os sintomas são confundidos com a falta de condicionamento físico causado normalmente pelo cigarro ou até mesmo o envelhecimento”, relata o especialista. Isso faz com que muitos pacientes ignorem os sintomas mais comuns, como falta de ar e tosse crônica, e só procurem ajuda profissional quando o quadro já está tão grave que até levantar da cama, por exemplo, causa sensação de fadiga.

A condição é tratável, mas não tem cura e é imprescindível que o paciente pare de fumar. Infelizmente, de acordo com a Centers for Diseases Control and Prevention (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, em tradução literal), apenas nos EUA, dos 15 milhões de pessoas que sofrem com a DPOC, 39% continuam fumando.

Durante o tratamento, normalmente, os pacientes fazem uso de medicações diárias e em casos mais graves é necessário o uso de oxigênio contínuo. Além disso, é essencial ter cuidados extras principalmente em épocas mais secas, como o outono e o inverno, quando o nível de poluição do ar está mais elevado. Por isso, a principal recomendação é procurar um pneumologista ao perceber os sinais da doença visando um diagnóstico precoce.

Parando de fumar

A Organização Mundial da Saúde aponta que, ao ano, 7 milhões de pessoas morrem devido ao tabaco. Mesmo com reduções no número de usuários em todo o mundo e os perigos do fumo cada vez mais conhecidos pela grande maioria, não é difícil encontrar alguém que não conheça pelo menos uma pessoa que é ou já foi fumante em algum momento de sua vida.

Parar de fumar não é um processo simples, mas não é impossível. O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para o tabagismo em mais de três mil municípios brasileiros, com apoio de profissionais capacitados e terapias medicamentosas. Além disso, o Dr. Alex explica que quem está pensando em parar precisa contar com o apoio da família e dos amigos, uma vez que o cigarro contém substâncias que viciam e causam abstinência. “Parar de fumar é um ponto muito positivo e imprescindível para o tratamento de DPOC. Durante esse processo, o suporte das pessoas ao redor do fumante é essencial”, finaliza o médico.

Psicologia pelas ondas do Rádio

27 de agosto é o dia do Psicólogo. Profissional que cuida da saúde mental e emocional, e está inserido em diversos segmentos sociais. Em Urussanga também se pode encontrar um dos representantes da Psicologia falando semanalmente no rádio. É o psicólogo Alex Cambruzzi (CRP-12/10108), que há quatro anos é responsável por preparar e apresentar o quadro “Saúde Emocional”, que vai ao ar pela Rádio Marconi.

“Quando apresentei o projeto, a equipe da Rádio Marconi se interessou muito. Minha surpresa foi quanto ao enorme interesse. Confesso que enquanto planejava os detalhes do projeto para apresentar à direção da emissora, não imaginei que ele despertaria tão rápido interesse. Desde o início fiquei impressionado com a acolhida, a oferta em relação ao número de inserções semanais e ao contrato com a vigência de dois anos”, conta.

Atualmente o quadro vai ao ar três vezes por semana. Duas vezes são inserções gravadas e a outra é uma participação ao vivo, nas sextas-feiras, no programa Ponto de Encontro, apresentado por Jair de Ávila. “A participação ao vivo surgiu por sugestão do produtor Gustavo Marques. O objetivo era explorar os temas além das inserções usuais e oportunizar também a participação direta do ouvinte. Os temas costumam ser definidos no final de semana. São assuntos sugeridos pela audiência ou de relevância no debate social atual. Já no início da semana começa-se a divulgar a entrevista e vão sendo recebidos os questionamentos. E na sexta, apresenta-se o conteúdo. Outro destaque pra mim é a forma que o Bicudo conduz a entrevista. Ele está atento ao que o ouvinte quer saber e o percebo sempre sintonizado com a temática que trago para abordar”, pontua.

Quanto a temática, Cambruzzi afirma que existe uma preocupação quanto a tradução do conteúdo para a linguagem coloquial, sem perder a cientificidade. “Minha primeira formação foi na área da Psicologia Educacional. É uma forte característica minha querer compreender a maneira que as pessoas recebem o que está sendo dito. Sendo assim, me importa bastante que aquele conteúdo apresentado seja aplicável na realidade do ouvinte. Eu não estou falando para uma comunidade científica, por isso não devo usar termos restritos a uma categoria. É extremamente valioso ouvir os relatos da audiência quanto a aplicabilidade dos conteúdos em suas vidas. É participar efetivamente na contribuição para o desenvolvimento humano. Me sinto honrado quando sou abordado nas ruas ou no consultório sobre um tema que foi exposto e o ouvinte se apropriou”, comenta.

Nos bastidores da rádio, o clima é de descontração e comprometimento. “Eu sou muito bem tratado na rádio. A validação de minha atuação também acontece pelos profissionais que me cercam. Eles ajudam a adaptar a linguagem, colaboram sinalizando os conteúdos mais significativos para os ouvintes e tenho acesso a todo o aparato tecnológico que a emissora possui. A equipe realmente me fornece todo o suporte de qualidade para a produção do quadro. É interessante que no dia, ao chegar ao local, as pessoas já começam a conversar sobre o tema que irei tratar. A sensação é de que contagia”, salienta.

Em relação a repercussão, o psicólogo comenta que o rádio demonstra não ter barreiras. “Hoje recebo pessoas de diversas cidades que me ouvem no rádio. As pessoas conversam comigo como se me conhecessem há muito tempo. A afinidade é tamanha que algumas vinculam rapidamente. Já recebi ligações de pessoas que choravam por terem sido sensibilizadas quanto a um tema. Eu me surpreendo semanalmente com a responsabilidade, a força social e a transformação que as falas causam nas pessoas. É fato. Não é posição de arrogância. É posição de admitir que isso cumpre uma função social que eu jamais imaginei que fosse acontecer. Porém, eu sou um emissor. A Psicologia não me pertence. Mas a cientificidade dessa área do conhecimento a todos deve pertencer. Ela precisa ser aplicável, precisa ser acessível. E esse é o meu compromisso no rádio”, ressalta.

Nos temas abordados no programa de rádio ocorreram significativas mudanças. “Com o passar dos anos, as pessoas foram solicitando temas mais profundos. Acredito que isso seja uma demonstração de que a audiência gostou do desenvolvimento proporcionado e tem clamado por maior aprofundamento. Antes as dúvidas eram quanto a manejos (por exemplo, na educação dos filhos, com amigos). Hoje existe uma necessidade de entender determinados comportamentos sociais, de saber como se posicionar em situações que envolvam maior complexidade em habilidades sociais. A audiência está ficando mais exigente e isso é muito prazeroso. Amplia o espectro de atuação e permite ao profissional que está conduzindo o quadro falar mais amplamente dos conteúdos. E conteúdo e pesquisa não faltam no campo da Psicologia”, afirma.

“Não sou ignorante a ponto de não saber que uma emissora de comunicação precisa considerar estes índices. Porém, com o tempo, aprendi que fidelização do ouvinte e clarificação do conteúdo científico são o que sustentam o quadro. Posso abordar um tema mais polêmico e naquela semana trazer um número maior de interessados. Porém, trabalho para enxergar os que ficam. São eles que garantiram e continuam garantindo o sucesso do quadro nestes 4 anos. São fiéis a proposta, estão motivados e demonstram a qualificação de nossa audiência”, finaliza.

Glúten e lactose: saiba se você é intolerante e como substituir

O modo de consumir alimentos vem mudando ao longo dos anos e dois componentes chamam a atenção nas embalagens e no momento da compra: glúten e lactose. Para muitas pessoas itens normais consumidos a vida inteira. Para outras, vilões do emagrecimento ou causadores de graves sintomas alérgicos.

De acordo com a nutricionista da Cia da Saúde de Urussanga, Jamile Orlandi Luciano, especialista em Nutrição Clínica e Metabolismo, é comum nos dias atuais as intolerâncias relacionadas ao glúten e lactose.

“Normalmente as pessoas que têm intolerância ao glúten, citamos como os doentes celíacos, onde todo cuidado é redobrado devido a contaminação dos alimentos, ao consumir cereais, por não digerirem bem essa proteína, começam a observar sintomas como diarreia, dor e inchaço abdominal. Porém seus sintomas podem comprometer até o sistema imune, dores de cabeça e até manchas na pele. Os sintomas da intolerância à lactose são por alguns momentos parecidos como diarreia ou constipação, inchaço, dores abdominais, azia, irritação intestinal, náuseas e até vômitos. Porém os sintomas podem variar conforme o grau de intolerância da doença. Mantendo os alimentos na dieta os sintomas acabam aumentando assim como o desconforto. Muito importante ressaltar que o consumo para quem tem intolerância pode comprometer a saúde por estar relacionado a diminuição da absorção de nutrientes pela inflamação intestinal”, pontua.

O QUE SÃO?

Mas afinal, o que é o glúten e o que é a lactose? Jamile explica que o glúten é uma proteína encontrada nos cereais como o trigo, centeio e cevada. Em alguns cereais como na aveia ainda que, por menor a concentração, ainda existe a presença de glúten. “Importante ressaltar que em algumas bebidas como a cerveja e o whisky, possuem glúten na sua composição pois são produzidas a partir do malte da cevada. Já a lactose é um açúcar presente nos leites e derivados”, comenta.

Para a nutricionista, a retirada do glúten e da lactose da alimentação por pessoas que não têm intolerância está relacionada ao benefício por excluir alimentos industrializados e calóricos da dieta como, por exemplo, bolachas recheadas, pizzas e bolos. “A partir disso a alimentação torna-se mais saudável, o que melhora o funcionamento do intestino e do organismo. Essa retirada também pode contribuir para a diminuição dos gases e do inchaço na abdominal de algumas pessoas mais sensíveis a essa proteína. Importante ressaltar que um nutricionista poderá fazer um acompanhamento para uma dieta saudável e equilibrada”, salienta.

COMO FAZER A SUBSTITUIÇÃO

Jamile comenta que nas preparações prontas é comum encontrar glúten e lactose. Basicamente os trigos e seus derivados contêm glúten, assim como a lactose está presente em leites, iogurtes, manteiga, requeijão e achocolatados.

Diversos itens podem substituir estes ingredientes. “Em algumas preparações podem ser usadas a goma xantana para ser um ligante nas preparações, farinha de psillyum, farinha de linhaça dourada. Há também a manteiga Ghee que seria uma manteiga clarificada que perde a lactose podendo ser usadas nas preparações também. Como substituto ao leite e seus derivados, existe leite de soja, creme de leite de soja, até um leite condensado de soja. Porém, encontramos hoje uma linha de produtos considerados sem lactose, que levam em sua composição a enzima Lactase, responsável pela quebra de lactose no organismo. Importante ressaltar que todos alimentos devem ser consumidos com moderação”, frisa.

Devido ao aumento desta demanda, a Cia da Saúde de Urussanga oferece opções de alimentos substitutos. Para a substituição de farinhas que levam glúten em sua composição, a loja tem um mix de farinhas sem glúten ou então opções individuais como farinhas de arroz, fécula de batata, amido de milho, farinha de coco, farinha de grão de bico, farinha de amêndoas e a farinha de trigo sem glúten, misturas prontas para pães e bolos.

Além das farinhas, a loja trabalha com produtos sem glúten e sem lactose preparados como pães, bolos, salgados assados com diferentes sabores, rocambole, salgados fritos para festas, tortas salgadas, macarrão e uma variedade de biscoitos doces e salgados, todos livre de contaminação.

Já para a substituição de leites e derivados, a Cia da Saúde de Urussanga disponibiliza leite de coco para beber, leite de arroz com sabores, leite de coco em pó, achocolatados e chocolates. “Como alternativa trabalhamos com sucos sem conservantes e o kombucha, que é uma alternativa muito saudável, devido sua alta concentração de lactobacilus para fortalecimento intestinal”, finaliza.

Ortopedista: Médico de Urussanga é especialista em ombro e cotovelo

Os problemas que acometem as articulações do ombro e do cotovelo agora podem ser tratados com um especialista na área: médico Bruno Guollo. Formado pela Unisul de Tubarão desde 2012 e com especialização em ortopedia feita na cidade de Blumenau, o jovem retornou ao Brasil no início deste ano após imersão em um hospital em Emilia Romagna, na Itália, referência no país.

“Sempre tive interesse em atuar nesta área e logo surgiu a oportunidade na Itália. Convivi com excelentes profissionais durante um ano. A estrutura da saúde pública é muito diferente entre a Itália e o Brasil. Foi uma grande experiência. Inclusive acaba de sair um artigo nosso em uma revista italiana esportiva”, comenta.

Atualmente o médico Bruno Guollo atende em consultório na rua Vidal Ramos (perto do cartório eleitoral), em Urussanga, e também compõe a equipe da Osteoclínica, em Criciúma, na rua do hospital São José. A clínica é referência na região Sul de Santa Catarina nesta especialidade e conta com 14 ortopedistas.

Em Urussanga, Guollo presta atendimento geral e recebe pacientes, em sua maioria, divididos em dois públicos: 60% idosos e trabalhadores braçais e 40% esportistas. Os casos vão desde dores nas articulações até fraturas, graves lesões e processo de reabilitação. Segundo o médico, o ombro é a articulação mais ampla e complexa do corpo alcançando um giro de 360º graus ao redor do rosto. “O ombro é uma articulação muito importante em nosso corpo, pois é ele que dá as coordenadas para as nossas mãos”, salienta.

O médico esclarece que as causas ligadas a problemas nos ombros são movimentos repetitivos e esforço excessivo, no caso de trabalhadores braçais, questão postural ou sobrecarga ou despreparo na prática esportiva. Os sintomas podem ser dor contínua, que atrapalha a rotina do paciente e limita suas atividades diárias, passando também por queimação.

Já no caso de idosos, Guollo comenta que uma vida inteira de esforço físico ou sedentarismo resultam em complicações nestas articulações. “Em todas as consultas eu abordo a prevenção, pois ela é primordial para evitar essas lesões, sejam em idosos, trabalhadores braçais ou esportistas. Com mudanças em nossos movimentos diários no trabalho, no modo como sentamos e até formas de melhorar o rendimento são modos de impedir lesões”, frisa.

PLANTÃO ESPECIALIZADO EM CRICIÚMA

A Osteoclínica, em Criciúma, na rua do hospital São José, agora conta com um plantão das 8 às 18 horas para atendimento de casos emergenciais. “Ao invés de procurar diretamente o hospital, o paciente pode ir primeiro até a clínica. No local, um ortopedista estará de pronto atendimento para prestar a primeira assistência e dar os encaminhamentos pertinentes ao caso. Este é mais um diferencial”, finaliza.

Meta de vacinação em Urussanga contra a poliomielite e sarampo é de 95%

A Secretaria de Saúde de Urussanga, por meio da Vigilância Epidemiológica informa que a campanha Nacional de vacinação contra Poliomielite e Sarampo 2018, iniciou nesta segunda-feira, dia 6, e seguirá até 31 de Agosto de 2018, tendo o dia 18 de Agosto como o Dia “D” (Divulgação e mobilização nacional). As Unidades Básicas de Saúde do município estarão abertas das 8h às 12h e das 13h às 17h. Já no Dia D estarão abertas das 8h às 17h sem fechar ao meio dia.

“A população alvo desta ação são as crianças de um ano até quatro anos 11 meses e 29 dias, correspondendo a uma estimativa de 814 crianças em Urussanga. A meta mínima a ser alcançada corresponde a 95% de cobertura vacinal contra poliomielite e sarampo”, esclarece a coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Urussanga, Marília Barbosa.

De acordo com Marília, esta estratégia tem como objetivo manter elevada a cobertura vacinal contra a poliomielite no município visando evitar a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite, e também vacinar os menores de cinco anos contra sarampo e rubéola, para manter o estado de eliminação dessas doenças em nossa cidade.

“Nesta campanha os pais e responsáveis são atores sociais importantes no processo de manutenção da eliminação dessas doenças e devem comparecer as Unidades de Saúde com as crianças, levando também o documento de identificação, caderneta de vacinação e o cartão nacional do SUS. Ressaltamos a importância dessa campanha de vacinação contra poliomielite e sarampo, para o bem estar de nossas crianças”, enaltece a coordenadora.

Vale ressaltar que as Unidades Básicas de Saúde dos Bairros Bela Vista (Zoraide Pereira Vieira) e Estação (Antônio Gonzaga Nunes), encaminharão as crianças e população alvo da campanha de vacinação para a Unidade Central.

Secretaria de Saúde esclarece casos de gripe no município

A Secretaria de Saúde de Urussanga, por meio da Vigilância Epidemiológica emitiu nota oficial com esclarecimentos e dados da vacinação sobre a Influenza em Urussanga. De acordo com os dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado (DIVE), que emite semanalmente um boletim sobre a Influenza e onde estão cadastrados todos os dados referente à gripe, Urussanga teve 11 casos suspeitos de gripe, sendo que destes, seis foram confirmados (cinco de Influenza A – H1N1 e um caso de Influenza A H3N2);

Dos casos confirmados, somente um deles não estava no grupo prioritário e somente um deles fez a vacina. Os outros quatro casos são de pessoas que estariam dentro dos grupos prioritários de vacinação e não realizam a vacinação durante a campanha.

A campanha de vacinação ocorreu durante 45 dias (sendo prorrogada para que a meta pudesse ser atendida) e neste período foram disponibilizadas 6.550 doses para os grupos de risco. Durante toda a campanha 6.002 doses foram feitas. Das 548 doses que sobraram, 100 foram guardadas para aplicação da segunda dose nas crianças (a vacinação para elas é dividida em duas etapas). As demais 448 doses foram solicitadas que as agentes de saúde do município avisassem aos moradores que elas estariam disponíveis até que o estoque fosse terminado.

Segundo a Secretaria de Saúde de Urussanga foram solicitadas novas doses para a Gerência Regional com o objetivo de imunizar a população, porém isso não foi possível. Não há distribuição de vacinas para quem não faça parte dos grupos de risco.

Caso de Urussanga é a primeira morte registrada por H1N1 em 2018 na região

A notícia de uma morte assustou Urussanga na manhã desta quinta-feira (2). Isto porque o falecimento do caminhoneiro Rodrigo Sandrini, de 44 anos, representa a primeira vítima de H1N1 do ano de 2018 na região, que já possui 34 casos confirmados. Sandrini estava internado no Hospital São João Batista, em Criciúma, há 20 dias e era portador de uma doença crônica.

De acordo com o gerente Regional da Saúde, Fernando de Faveri o homem de Urussanga tinha direito a vacina da gripe, mas não foi vacinado. Segundo o gerente, nos últimos dias Sandrini chegou a apresentar melhoras, mas nas últimas horas o caso se agravou e ele veio a falecer.

O último Informe Epidemiológico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica Estadual, atualizado no dia 25 de julho de 2018, mostra que em todo o Estado de Santa Catarina foram detectados casos confirmados de Influenza em 77 municípios.

Os municípios com maior número de casos são: Florianópolis, com 34 casos; Joinville, com 23 casos; Criciúma e Tubarão, com 22 casos cada; Blumenau, com 20 casos; São José, com 17 casos; e Chapecó, com 12 casos.

SOBRE SANDRINI

Rodrigo Sandrini, de 44 anos, era filho do ex-vice-prefeito e ex-vereador, Altair Sandrini. Ele era caminhoneiro e deixa dois filhos. O velório ocorreu na Capela Mortuária de Urussanga na quinta-feira (2). Já o sepultamento acontece nesta sexta-feira (3) no cemitério de Pindotiba, em Orleans.

Cerca de 30% das crianças apresentam insônia comportamental

Mamãe, estou com fome! Mamãe estou com sede! Mamãe estou com calor! Caso você seja mãe ou pai de uma criança que costuma fazer essas afirmações quando você tenta fazê-la dormir, atenção!

Isso pode ser um distúrbio do sono chamado insônia comportamental. Este tipo de insônia é caracterizado pela dificuldade da criança em iniciar e manter o sono. O resultado? Sono inadequado e diversos impactos negativos para a criança e, claro, para os pais que também não conseguem ter uma boa qualidade e nem quantidade de sono.

Segundo a neuropediatra Dra. Andrea Weinmann, dentre todos os distúrbios do sono, a insônia comportamental é mais prevalente, afetando de 20 a 30% das crianças. “Muitos pais desconhecem, mas alguns hábitos nos primeiros meses de vida podem, futuramente, induzir à insônia comportamental. Um exemplo é aquele bebê que só dorme embalado no colo ou dentro do carro em movimento. No desespero para fazer o bebê dormir, os pais podem adotar estratégias que irão impactar na dificuldade dessa criança pegar no sono sozinha quando ela crescer”, explica Dra. Andrea.

Em crianças maiores, há estratégias mais elaboradas, como solicitar aos pais alimentos, água, ou ainda precisar da presença de um deles para adormecer. Elas se recusam, literalmente, em ir para a cama.

“Além deste aspecto da dificuldade para iniciar o sono de forma independente, pode haver associação com frequentes despertares noturnos. Assim, além da criança ter uma enorme dificuldade em dormir, ela acorda várias vezes durante a noite”, completa a neuropediatra.

O IMPACTO DA INSÔNIA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

É inegável a importância do sono para o desenvolvimento infantil e ao longo da vida. Entretanto, uma criança que tem insônia tem um risco maior de ter sérias consequências negativas na saúde física, nas emoções e na cognição.

“Há estudos mostrando que a insônia, em um cérebro ainda em desenvolvimento, pode acarretar em uma maior probabilidade de desenvolver problemas como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), problemas de aprendizado, de comportamento, depressão, ansiedade, entre outros.

O QUE FAZER?

Como a insônia está ligada ao sistema nervoso, o ideal é que os pais procurem um neuropediatra. “Na consulta iremos fazer uma entrevista criteriosa com os pais para entender como é a rotina da criança e da família na hora do sono. Regularidade, duração do sono, resistência na hora de dormir, dificuldade de iniciar o sono e despertares noturnos frequentes podem ser indícios importantes para fechar o diagnóstico, assim como sonolência diurna”, comenta Dra. Andrea.

O neuropediatra irá descartar outras possíveis causas, como problemas respiratórios e outros distúrbios do sono. Também irá entender o impacto dos problemas do sono na criança e família para propor estratégias e recursos que possam ajudar a gerenciar o problema.

COMO É TRATADA?

“O tratamento da insônia comportamental não envolve medicamentos, mesmo porque não há nenhum fármaco aprovado pelos órgãos reguladores para tratar insônia em crianças. Assim, é preciso usar os recursos de intervenção de comportamento para gerenciar a insônia”, comenta Dra. Andrea.

Uma revisão de 52 estudos mostrou que as intervenções comportamentais têm efeitos clinicamente significativos, levando a melhorias no sono das crianças, no comportamento delas e no bem-estar da família.

DICAS POR FAIXA ETÁRIA

0-6 meses: Como os despertares são adequados para a idade, o diagnóstico da insônia comportamental não é considerado antes dos 6 meses. Por isso, nessa fase, o mais importante é que os pais estabeleçam uma rotina do sono adequada. Aproveite as consultas como o pediatra para aprender a como fazer a higiene do sono.

O que os pais não devem fazer: não acostume o bebê a dormir no peito, balançando no colo, como o carro em movimento, chacoalhando o carrinho, etc. Estes hábitos podem induzir à dificuldade de iniciar o sono de forma independente mais tarde.

6 a 24 meses: Nessa fase alguns despertares ainda podem acontecer. Os cochilos diurnos diminuem. A necessidade da presença dos pais para dormir e a dificuldade para se acalmar ou relaxar podem sugerir a insônia comportamental. Também é comum ter dificuldade para iniciar o sono.

O que os pais não devem fazer: reforçar os comportamentos para chamar a atenção, ou seja, os pais não devem responder às tentativas de fornecer o que a criança está pedindo, seja alimento, água, colo, peito, mamadeira. Pode ser difícil ignorar, mas o reforço positivo nestes casos irá piorar a situação. Se for o caso, um dos pais pode deitar-se ao lado da cama da criança até que ela adormeça e depois sair. Caso ela acorde, leve-a de volta para a cama dela.

2 a 6 anos: O despertar noturno e os cochilos durante o dia se tornam menos frequentes nessa fase. Como é uma etapa marcada pelo desenvolvimento da independência, os problemas com o sono são mais frequentes nessas crianças. Elas testam os limites para exercer sua autonomia. Nesta faixa etária é comum que a criança use diversas estratégias, como chorar, protestar, atrasar o horário de dormir, pedir comida, água, entre outros recursos.

O que os pais não devem fazer: Novamente é preciso que os pais sejam rígidos com os horários e não atendam aos pedidos da criança. Os pais devem estabelecer os limites e fazer a adequada higiene do sono.

Ação evidencia a saúde do trabalhador

Na manhã da última sexta-feira, dia 27, uma ação na praça central de Urussanga colocou em destaque a saúde do trabalhador. A atividade foi uma iniciativa da Prefeitura de Urussanga por meio da Secretaria Municipal de Saúde e em parceria com a GATOP, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e Vigilância Sanitária.

Durante a ação foram realizadas a demonstração de slides, distribuição de material educativo, exposição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), entre outras atividades. A empresa GATOP atua a 15 anos no mercado visando a qualidade de vida do trabalhador.

Saúde do trabalhador estará em evidência em Urussanga

A Administração Municipal por meio da Secretaria de Saúde de Urussanga e, em parceria com a GATOP, Comissão Interna de prevenção de Acidentes (CIPA), Vigilância Sanitária com a Saúde do Trabalhador, promoverão nesta sexta-feira, dia 27, das 8h30 às 11h30, no coreto da Praça Anita Garibaldi uma ação especial com o foco na saúde do trabalhador.

“Queremos mostrar a importância da prevenção aos acidentes de trabalho e também levar ainda mais informações sobre o tema para todos os urussanguenses”, enaltece o secretário de saúde de Urussanga, Ademir Pascoal Becker.

Durante a ação serão realizadas a demonstração de slides, distribuição de material educativo, exposição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), entre outras atividades.

Entidades reafirmam a importância da Festa do Vinho

Considerada o maior evento de cunho filantrópico do estado, a Festa do Vinho de Urussanga, historicamente oportuniza às entidades locais, a obtenção de receitas através da venda de pratos típicos e bebidas com enfoque para o vinho.

Os valores arrecadados pelo voluntariado contribuem para as atividades durante todo o ano possibilitando melhorias dos serviços e aquisição de bens. Nesta semana entidades importantes para o município reafirmaram o seu compromisso com a Festa do Vinho e destacaram a contribuição do evento para o desenvolvimento das atividades durante o ano.

“Nós conseguimos recursos importantes para a instituição durante a festa. No ano passado adquirimos um transporte para as crianças com esses recursos e a reforma do nosso telhado. Neste ano precisamos investir ainda mais no telhado da Casa Lar. Além disso, esse é um momento bonito onde envolvemos nossos colaboradores e amigos que realizam o voluntariado na confecção de pizzas e pratos típicos, por exemplo”, destacou Padre Jiovani Manique Barreto da instituição Casa Lar.

Para o presidente da Apae, João Paulo Mendes a Festa é importante para a economia e cultura da cidade. “Para nós é uma contribuição para angariar fundos e desta forma para melhorar o atendimento aos nossos alunos e serviços. Durante o evento, a Apae oferece risoto à moda italiana, bebidas, doces … e todo valor arrecadado é em prol às nossas atividades”, relata.

Já para o presidente do Hospital Nossa Senhora da Conceição, Arnaldo Bez Batti a festa é um ganho real significativo para a instituição. “No ano passado nós arrecadamos 14 mil quilos de alimentos e o valor de aproximadamente 50 mil reais. Dinheiro aplicado na melhoria do hospital. Se nós não tivéssemos a festa esse recurso não existiria em nosso caixa”, afirmou.

Publicação: Blog Paulo Mattias

Santa Catarina tem laboratório para diagnóstico de lesões cerebrais complexas

Dor de cabeça persistente, tonturas, vômitos, alterações de equilíbrio, problemas de visão e convulsões estão entre os sintomas, às vezes comuns e recorrentes, que não devem ser ignorados. Juntas ou separadas, essas manifestações podem revelar tumores cerebrais de diferentes tipos.

No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), 4% das mortes estão associadas ao câncer cerebral. E em jovens com idade inferior a 15 anos, os tumores do cérebro são a segunda principal causa de câncer. Este tipo específico pode se originar a partir de células do sistema nervoso central (SNC) ou pode ter origem em tumores localizados em outros órgãos. “Cerca de 50% dos casos de tumores no cérebro provém de metástases de lesões originadas em outras regiões do nosso corpo”, explica o Prof. Dr. Jean C. Nunes, PhD em neuropatologia e diretor da Neurodiagnostic Brasil.

Segundo o especialista, o tumor cerebral, por si só, já é uma doença invasiva e ocasiona mudanças físicas, sociais e psicológicas na vida da pessoa, por isso o diagnóstico rápido e preciso é determinante para o melhor prognóstico e tratamento da doença. “Para suprir esta lacuna, decidimos trazer da Alemanha o conhecimento necessário para criar um laboratório especializado em Neuropatologia, capaz de realizar exames mais específicos, com mais precisão e chances de um tratamento mais assertivo e eficaz”, explica Dr. Jean.

Com esse objetivo, em 2014, foi criada a Neurodiagnostic Brasil, clínica que possui um laboratório exclusivo para a Neuropatologia, até então não existente no Brasil. Localizada em Florianópolis, o local é especializado em exames avançados para diagnosticar doenças do Sistema Nervoso Central (encéfalo e medula espinhal), Sistema Nervoso Periférico (nervos) e Músculos Esqueléticos e atende pacientes de todo o país. “Fui fazer minha especialização em Berlim, no Institut für Neuropathologie – Rudolf-Virchow-Haus, Charité – Universitätsmedizin, um dos maiores e mais completos centros de neuropatologia do mundo. Depois de dois anos, fui convidado a continuar fazendo parte da equipe, mas optei por retornar ao Brasil para aplicar as técnicas avançadas e suas peculiaridades aprendidas na Alemanha em território brasileiro”, conta o especialista.

“Recebemos pacientes de todo o Brasil. Cerca de 60% dos pacientes atendidos no laboratório, chegam até nós para avaliações específicas ou, estão realizando a segunda cirurgia e precisam de resultados mais objetivos e ágeis.” Na Neurodiagnostic Brasil, os laudos completos com todo o estudo imunohistoquímico são liberados com prazos extremamente reduzidos, entre dois e cinco dias úteis. O Dr. Jean explica ainda que no Brasil ainda não existe uma especialização em neuropatologia. “Por isso, essa dificuldade em achar laboratórios especializados aqui no País”, ressalta.

Segundo o neuropatologista, há um grande esforço dos laboratórios de patologia geral para atender os pacientes com lesões cerebrais. Ainda assim, a especificidade dos diagnósticos e a carência de conhecimento específico, bem como o uso de métodos generalistas dificultam significativamente a elaboração dos laudos. “Há ainda uma dissociação entre as análises iniciais e os estudos imunohistoquimicos, já que estes são realizados em grande parte por laboratórios diferentes, isso amplia os prazos de liberação e acaba prejudicando a análise do material como um todo e o resultado obtido pelo paciente”, finaliza.

Colaboradores da Coopercocal em campanha a doação de sangue.

A Cooperativa Energética Cocal – COOPERCOCAL está integrada ao movimento do Dia C – Dia de Cooperar. Como forma de incentivar o voluntariado, a cooperativa realizou a campanha de doação de sangue entre seus colaboradores. Na última sexta-feira (13), um grupo de 15 colaboradores juntamente com o mascote Benjamin foram até o Hemosc de Criciúma praticar a ação.

“A correria do dia a dia às vezes nos impede de fazer muitas coisas, mas algumas delas podemos priorizar e não hesitar em fazer, como doar sangue e salvar vidas. Quem doa, doa junto uma nova oportunidade de viver para pessoas que nunca viu”, destaca o presidente da Coopercocal Altair Lorival de Melo (Belha).

Melo afirma ainda, que o dia C é uma maneira das pessoas se unirem por um mundo melhor. “Promovemos ações durante todo o ano que reforçam os nossos princípios cooperativistas de educação, informação e interesse pela comunidade” completa Belha.

Com o lema “Atitudes Simples Movem o Mundo”, o Dia C destaca a importância do cooperativismo para a comunidade e mostra o seu impacto no dia a dia das pessoas.

Saiba por que é tão importante vacinar seu filho e protegê-lo da poliomelite

A poliomielite ou “paralisia infantil” é uma doença infectocontagiosa viral aguda, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, de início súbito. O déficit motor instala-se repentinamente e sua evolução, frequentemente, não ultrapassa três dias. Atinge, em geral, os membros inferiores, de forma assimétrica, tendo como principal característica a flacidez muscular, com sensibilidade conservada e arreflexia no segmento atingido.

No Brasil, não há circulação de poliovírus selvagem desde 1990, em virtude do êxito da política de prevenção, vigilância e controle desenvolvida pelos três níveis do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, a baixa taxa de vacinação fez com que o Ministério da Saúde antecipasse para agosto o início da campanha de vacinação.

COMO É A TRANSMISSÃO?

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por meio de objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores, ou pela via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar). A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária constituem fatores que favorecem a transmissão do poliovírus.

EXISTE TRATAMENTO?

Não há tratamento específico para a poliomielite. Todos os casos devem ser hospitalizados, procedendo-se ao tratamento de suporte, de acordo com o quadro clínico do paciente.

QUAIS AS COMPLICAÇÕES?

Sequelas paralíticas. Parada respiratória devido à paralisia muscular.

COMO SE PREVENIR?

A vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite. Todas as crianças menores de cinco anos de idade devem ser vacinadas conforme esquema de vacinação de rotina e na campanha nacional anual. Confira o esquema de proteção no Calendário Nacional de Vacinação.

ATENÇÃO VIAJANTES

Recomenda-se a vacinação para quem se deslocar para países com circulação de poliovírus selvagem e/ou derivado da vacina, conforme a situação vacinal.

SITUAÇÃO DA DOENÇA NO PAÍS

No Brasil, a realização de duas campanhas anuais de vacinação, a partir de 1980, reduziu a incidência da poliomielite de 2,2/100.000 hab. para 0,2/100.000 hab. em 1985. Em 1989, ano em que ocorreu o último caso de pólio no país, a incidência foi de 0,03/100.000 hab. Foram implementadas medidas que tornaram o sistema de vigilância epidemiológica mais sensível, permitindo um controle mais eficaz da doença.

COMO É O ESQUEMA VACINAÇÃO?

Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP: Administrar aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias. Em situação epidemiológica de risco, o intervalo mínimo pode ser de 30 dias entre as doses. Completar o esquema de vacinação com a vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada).

Vacina poliomielite 1 e 3 (atenuada) – VOP: Este esquema é um reforço que deve ser feito aos 15 meses de idade, e o segundo reforço deve ser aos quatro anos de idade.

Cabelos: Conheça a diferença entre os procedimentos químicos e os tratamentos

Um dos itens que está na lista da vaidade feminina é o cuidado com os fios de cabelo. As mulheres investem em colorações, alisamentos e tratamentos a fim de melhorar o visual e proteger as madeixas. De acordo com a cabeleireira que atua em Urussanga, Camila Pacheco Martinho Muniz, formada pelo Senac e com três cursos de colorimetria avançada, muitas mulheres possuem dúvidas em relação aos diferentes procedimentos químicos e tratamentos.

As que almejam conquistar aquele liso tão desejado, dois procedimentos químicos podem ser realizados: botox e progressiva. Camila explica que o botox é um alisamento de curto prazo, dura em torno de 2 meses, e busca o alinhamento e a redução de volume. “Consegue-se mais ou menos a redução de 30% do volume do cabelo. É um procedimento feito no salão entre uma a duas horas. Aplicamos produtos que vão agindo”, comenta a cabeleireira e proprietária do salão Ateliê da Beleza.

Já a progressiva é um alisamento que ocorre de forma gradual. “Quanto mais vezes fizer, mais o cabelo vai ficando liso. E quanto menor o intervalo de tempo, melhor será o resultado. Recomendamos que no mínimo seja feito a cada 3 meses”, salienta.

PARA COLORAÇÃO, DIFERENTES TÉCNICAS

A cabeleireira Camila Muniz explica que existem técnicas diversas para alcançar o resultado desejado pelas clientes. As mechas, por exemplo, são procedimentos químicos para clarear ou iluminar os cabelos. A tradicional é uma costura feita de raiz a ponta. Já a ‘ombré’ é realizada nos fios da altura dos ombros até o final e pode ser desde tom mel até loiro claríssimo.

“Esses dois procedimentos são feitos com papel alumínio e no salão a dedicação é de até umas 4 horas. O retoque é recomendado a partir dos 3 meses. O efeito de ambos é mais marcado”, pontua.

Já as luzes são feitas com o auxílio de uma toca. Segundo Camila, mais fios são alcançados. “Nesse caso se mistura mais. Às vezes uma mulher sai daqui quase 100% loira. Ele cria um efeito diferente no cabelo”, frisa.

Outra dúvida comum entre as mulheres está na diferença entre tintura, tonalização e matização. A tintura é uma colocação a base de amônia e é permanente. Ela dilata a cutícula para que o pigmento possa ser penetrado. Ao contrário do tonalizante, sem amônia, e que age na superfície dos fios com duração de até 40 lavagens. Ou seja, menos duração e menos agressão.

O tonalizante neutraliza a coloração já na primeira aplicação. Porém a matização, feita com aplicação de shampoo e máscara, cria um efeito cumulativo no fio, neutralizando até o tom desejado.

APÓS A QUÍMICA, OS CUIDADOS COM OS FIOS

Uma das recomendações da cabeleireira Camila é fazer um processo de reconstrução um período após os procedimentos químicos. “Todo procedimento químico agride o cabelo, até o vento, sol, secador, entre outros itens. O cabelo é composto 70% por queratina e os demais com aminoácidos e minerais. Com a perda é preciso recuperá-la”, ressalta.

Tratamentos são indicados para a recuperação dos fios em todos os tipos de cabelo. Na reconstrução é possível fazer a reposição da queratina e de massa protéica a fim de enrijecer. A técnica consiste na aplicação de shampoo, queratina, máscara e finalizador. “A reconstrução trabalha a reestruturação do fio, das camadas. Fortalecer e deixa o cabelo mais resistente”, pontua.

Para cabelos mais danificados, Camila indica a cauterização. Neste procedimento, a queratina aquecida penetra melhor nos fios. Outro tratamento é a remineralização, que coloca minerais e óleos essenciais, resultando em mais brilhoso e maciez. Para reter a umidade e o frizz, a escova liss aneethun é um tratamento com produto que mantém o cabelo alinhado e sem frizz nos dias de chuva.

Já a hidratação é uma alternativa para reposição de água, sendo um tratamento mais leve usando apenas produtos como shampoo e máscara.

Tirei o siso, e agora?

Apesar de tranquila, a cirurgia de remoção do dente do siso ainda desperta dúvidas em muitas pessoas, principalmente no que diz respeito à rotina pós-operatória. Como se trata de um procedimento cirúrgico, ela exige alguns cuidados, incluindo repouso, mudanças na alimentação e produtos de higiene bucal específicos para evitar atritos e machucados na área que está sensibilizada.

Para a dentista Isabella Mendes, uma das orientações mais importantes é não deixar de fazer higiene bucal no período pós-operatório, mesmo que a região esteja dolorida ou apresente leve sangramento. “Muitas pessoas evitam o uso da escova dental devido ao incômodo que pode apresentar, mas essa é uma escolha perigosa, pois o acúmulo de detritos e placa bacteriana podem gerar graves infecções na área e dificultar o processo de cicatrização”, afirma.

A especialista explica que é essencial optar por uma escova que se adeque às necessidades do pós-operatório. A escova pós-cirúrgica da GUM é um ótimo exemplo: possui cerdas ultra macias e finas e cabo especialmente projetado para permitir precisão e uma limpeza suave.

Além disso, Isabella orienta que a escova seja manipulada de maneira delicada e que não se façam bochechos muito fortes, para não correr o risco de os pontos estourarem. “Outra dica importante é limpar a região dos pontos com gaze e soro fisiológico, a fim de garantir uma limpeza mais completa”, acrescenta.

CUIDADOS NA HORA DA RECUPERAÇÃO – boxxxxx

1 – Repouso: É essencial evitar atividades físicas ou movimentos bruscos e que exijam muita força, principalmente nos três primeiros dias a fim de evitar sangramentos.

2- Gelo: Compressas de gelo são a recomendação mais popular na hora do pós-operatório e uma das mais importantes. “A baixa temperatura ajuda a aliviar a dor e o inchaço na região operada, além de evitar inflamações”, comenta Isabella.

3 – Alimentação: A dieta do pós-operatório deve ser composta por refeições líquidas nos três primeiros dias, seguidas de pastosas, que não exijam mastigação. A dentista explica que alimentos gelados são uma boa escolha nesse período, pois têm a mesma funcionalidade das compressas de gelo, aliviando possíveis incômodos. Também é indicado evitar bebidas alcoólicas e cigarro, devido às substâncias tóxicas que possuem.

4 – Siga as recomendações do dentista: É imprescindível seguir as recomendações do cirurgião-dentista responsável pela operação, pois ele prescreverá medicamentos e cuidados específicos para cada caso. Além disso, Isabella ressalta a importância do retorno ao especialista no tempo estipulado e a comunicação em qualquer sinal de complicação no processo de cicatrização. “A volta ao consultório pode ser ainda necessária para remoção dos pontos, pois nem todos são reabsorvíveis, principalmente as suturas feitas com fio de seda ou nylon. O tempo para retirada dos pontos é de cerca de sete dias. Porém, como esse prazo pode variar é essencial manter contato com o dentista e tirar todas as dúvidas”, pontua.

5 – Incômodos: A retirada do siso pode causar o chamado trismo muscular, uma rigidez no músculo da região operada, por isso é natural que algumas pessoas sintam dificuldade para abrir ou fechar a boca após a cirurgia. A especialista informa que o incômodo costuma passar de acordo com a cicatrização do local e pode ser amenizado com anti-inflamatórios ou relaxantes musculares sempre prescritos pelo profissional responsável pela cirurgia.

Cervicalgia pode atingir até 50% da população em alguma fase da vida

Quem nunca teve dor no pescoço ou um torcicolo, levante a mão! A dor atinge a região cervical da coluna vertebral, responsável pela cabeça e pelo pescoço. Esta é a região mais flexível da coluna em relação a movimentos, sendo rica em terminações nervosas que se ramificam para mãos, braços, pescoço e ombros. Por isso, em muitos casos, a dor pode se irradiar para essas regiões.

Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, além da dor, a pessoa pode apresentar uma limitação na amplitude de movimentos do pescoço, ou seja, vai ficar literalmente com o pescoço mais enrijecido.

“A cervicalgia tem um impacto importante na qualidade de vida. Precisamos lembrar ainda que o pescoço controla os movimentos da cabeça em relação ao resto do corpo e problemas na região podem afetar a visão, o equilíbrio e as funções motoras”, afirma.

Estima-se que a cervicalgia aguda afeta de 30 a 50% da população em geral, em algum momento da vida. A forma crônica, que dura por volta de três meses, pode afetar até 15% das pessoas, sendo as mulheres as principais vítimas.

A ORIGEM DA DOR               

O fator de risco número um para a cervicalgia é a má postura. “As pessoas que trabalham em computadores ou usam demais o celular, principalmente se ficam com a cabeça abaixada durante um período prolongado, podem sentir dor e desenvolver um quadro de cervicalgia. Outro fator de risco importante é o estresse, pois a tensão acaba se concentrando na região dos ombros e pescoço”, comenta Walkiria.

A fisioterapeuta lembra ainda das pessoas que adotam algumas posturas como colocar as mãos na cintura elevando os ombros, ou que mesmo paradas acabam elevando mais os ombros do que deveriam podem ter dores.

“Além das posturas, temos as dores ocasionadas pelo uso de travesseiros inadequados, por torção do pescoço em algum movimento mais brusco nas atividades do dia a dia, pela presença de hérnia discal na região cervical ou ainda por traumatismos ocasionados em acidentes de carro, por exemplo”, salienta.

O PAPEL DA FISIOTERAPIA

A fisioterapia é fundamental para tratar a cervicalgia, assim como para prevenir novos quadros da doença. Inicialmente o objetivo é melhorar a dor. “Com o quadro doloroso controlado, serão aplicadas técnicas para recuperação da mobilidade. Finalmente, é preciso um trabalho para fortalecer a musculatura e, principalmente, a correção das posturas. Podemos usar o RPG (Reeducação Postural Global) em conjunto com o Pilates, por exemplo”, cita Walkiria.

DICAS PARA CUIDAR DO PESCOÇO 

Celular: leve o celular até a linha dos olhos. Se estiver sentado, coloque uma almofada para amparar os braços. Abaixar o pescoço para usar o telefone é uma postura inadequada que pode levar a um quadro de cervicalgia.

Mão na cintura: Muitas pessoas têm esse hábito, especialmente se estão em pé e paradas numa fila, por exemplo. Mas, essa postura sobrecarrega os ombros e o pescoço. Então, o melhor é deixar os braços soltos ao lado do corpo.

Travesseiro: O travesseiro também é peça-chave para evitar dores na cervical, pois ele é responsável por alinhar a curvatura da cervical. O travesseiro deve ser usado de forma com que a altura se encaixe entre a cabeça e o colchão, nem muito alto, nem muito baixo.

Computador: A tela do computador precisa estar distante cerca de 40 a 60 cm dos olhos, de modo que a cabeça fique alinhada e você não precise abaixá-la nem para enxergar a tela, nem para digitar.

Uma coisa por vez: Há pessoas que seguram o celular ou o telefone fixo com o pescoço para continuar a digitar ou a fazer o que estavam fazendo. Essa postura pode levar a um torcicolo, pois deixa a musculatura do pescoço totalmente contraída durante bastante tempo. Então, a dica é fazer uma atividade por vez. Se for imprescindível falar ao telefone e digitar, por exemplo, use o viva-voz ou ainda um headset.

Respire: Pessoas tensas e estressadas tendem a segurar o ar. Com isso, acabam levando toda a tensão para região dos ombros e pescoço. A dica é respirar e até mesmo suspirar para relaxar a musculatura.

Conheça a fibrilação atrial, um dos principais fatores de risco para o AVC

Segunda fase da campanha ‘O Som do Coração’ alerta para a principal arritmia cardíaca do mundo

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Ritmo Cardíaco (13/6), e em plena Copa do Mundo, onde o coração do brasileiro bate mais forte, uma iniciativa de conscientização em saúde alerta para uma doença que aumenta em cinco vezes o risco de AVC e acomete entre 1,5 e 2 milhões de brasileiros¹: a fibrilação atrial (FA). Para reforçar a importância do tema, a Boehringer Ingelheim (BI), com o apoio da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), lança a segunda etapa da campanha digital “O Som do Coração”, cujo objetivo é conscientizar a população sobre sintomas, riscos, diagnóstico e tratamento da FA. As ações de 2018 terão como principal foco reforçar a característica peculiar da doença, que faz com que o coração bata de forma irregular, com possível aumento da frequência cardíaca.

“Estudos mostram que os pacientes com fibrilação atrial e que também são portadores de outras doenças (como hipertensão, diabetes etc) têm, ao longo de um ano, cerca de 10% de chance de desenvolver o AVC. Vale ressaltar que os AVCs provocados pela FA¹ podem proporcionar sequelas incapacitantes. Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento anticoagulante adequado da arritmia são fundamentais para o bem-estar do paciente”, explica José Francisco Kerr Saraiva, médico cardiologista e professor da PUC Campinas.

Neste ano, a campanha O Som do Coração começa no Dia Mundial do Ritmo Cardíaco (13/6) e tem como destaque a veiculação de um vídeo que apresenta, em detalhes, as questões mais importantes que envolvem a fibrilação atrial. Clique no link e compartilhe o material com as informações sobre a fibrilação atrial:https://www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil e www.somdocoracao.com.br

Sobre a Fibrilação Atrial

A Fibrilação Atrial é uma doença que altera o ritmo cardíaco e faz o coração pulsar de forma descompassada e irregular. Fazendo com que o fluxo do sangue no coração fique anormal e turbulento, podendo provocar a formação de coágulos – ou trombos – no coração. Estes coágulos podem se deslocar pela circulação sanguínea na direção do cérebro e acabar causando um AVC. 3 e 4

Em geral, a Fibrilação Atrial está associada a fatores como hipertensão, diabetes, insuficiência cardíaca e infarto do miocárdio. Embora possa causar palpitações, dores no peito e falta de ar, muitas vezes a doença passa despercebida por não apresentar sintomas4. No entanto, 63%² dos brasileiros nunca ouviram falar da enfermidade, de acordo com a pesquisa “A percepção dos brasileiros sobre doenças cardiovasculares”, desenvolvida pelo Ibope Conecta em parceria com a Boehringer Ingelheim (BI).

Tratamento

Uma parte é feita com medicamentos que controlam o ritmo cardíaco e a outra realizada com anticoagulantes que afinam o sangue para impedir a formação de trombos e reduzem a chance de um AVC. No entanto, cerca de 50%² dos pacientes diagnosticados, não usam anticoagulantes em virtude de receios de emergências e sangramentos. Entretanto, já existe um agente reversor específico para a dabigatrana, um dos anticoagulantes disponíveis no mercado, para interromper momentaneamente o efeito do medicamento em casos de emergência, o que é considerado um grande avanço no tratamento da fibrilação atrial.

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo e possui cerca de 50.000 funcionários globalmente. Atua há mais de 130 anos para trazer soluções inovadoras em suas três áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2017, obteve vendas líquidas de cerca de € 18,1 bilhões e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento corresponderam a 17% do faturamento

líquido (mais de € 3 bilhões). No Brasil há mais de 60 anos, a Boehringer Ingelheim possui escritórios em São Paulo e Campinas, e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. A empresa recebeu, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras do mundo por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br ewww.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil

Odontopediatria: Saúde bucal tratada de forma lúdica

Não é a toa que as crianças que adentram neste consultório odontológico esbanjam sorrisos e felicidade. Dois elementos são fundamentais para esta reação: o profissionalismo de uma especialista em Odontopediatria e uma estrutura divertidíssima a disposição dos pequenos pacientes.

Com muita energia, carinho e carisma, a odontopediatra Ellen Lima recebe crianças e adolescentes de toda a região para atendimento em Urussanga. Há seis anos na cidade, a especialista já conquistou os clientes pela forma lúdica como realiza seu trabalho.

É com paciência e método diferenciado que a Dra. Ellen atende as crianças que muitas vezes chegam receosas a este espaço ou traumatizadas devido a alguma experiência anterior. “Não existe criança que você não conseguirá atender. Existe sim o tempo de cada criança e a sua adaptação a este ambiente que ela está sendo inserida. Algumas já chegam com traumas, outras carregam também o medo dos pais, entre outras situações”, ressalta.

A palavra-chave para a odontopediatra é condicionamento, que leva a três ações importantes: dizer, mostrar e fazer. “A melhor maneira é condicionar a criança para que futuramente ela seja um adulto tranquilo. Primeiro tento entender o motivo de ela ter medo e mostro porque ela não deve ter. As crianças voltam tranquilas ao consultório justamente por eu não esconder nada delas. Explico cada procedimento”, conta.

Dra. Ellen salienta a importância dos pais planejarem a saúde bucal de seus filhos. “Quando o primeiro dentinho está em erupção já pode procurar um profissional da área para iniciar o atendimento da criança e dos pais. No consultório, a primeira consulta geralmente é 90% direcionada para orientação aos pais sobre temas como quando caem os dentes de leite, tipos de bicos, cáries, pasta com flúor, escovação, fio dental, entre outros. São os pais as peças-chaves para a saúde bucal de crianças saudáveis. É preciso um planejamento com o intuito de fazer um acompanhamento ao longo da vida. Atendo crianças desde os quatro meses, por exemplo, que logo recebem a sua carteirinha e por um sistema acompanho a evolução de cada dente. Todos os passos aqui são feitos de maneira pensada para que a criança não sinta dor e seja inserida neste ambiente aos poucos conforme a sua adaptação”, frisa.

INTERAÇÃO CRIATIVA PRENDE A ATENÇÃO DAS CRIANÇAS

Basta a cadeira especial e os equipamentos profissionais em mãos para, com muita criatividade, Dra. Ellen Lima fazer daquele conjunto de elementos um verdadeiro parque de diversões. No imaginário das crianças, a cadeira é uma nave e elas possuem o comando da sua altura. À esquerda, o recipiente onde a saliva é expelida torna-se uma piscina repleta de pequenos bonecos.

O Raio-X, equipamento alto e móvel, encontra-se camuflado e imita as características do pelo de uma girafa. “Coloca a criança na cadeira e digo que ela possui o comando da nave, bem como da luz batendo palmas. As palmas também são usadas quando estão sentindo algum tipo de dor. O tempo todo permaneço conversando com elas e encontro uma maneira de distraí-las”, explica.

Uma pequena televisão próxima a cadeira também auxilia a odontopediatra. Durante o atendimento, desenhos e vídeos de interesse do paciente são colocados na tela. Além destes diferenciais, Dra. Ellen criou a caixa mágica, que contém brinquedos divertidos entregues às crianças que demonstram bom comportamento e evolução como forma de estímulo e superação.

NOVO ESPAÇO ALIA LAZER E ORIENTAÇÃO

Acoplado na sala de atendimento e procedimentos está um novo espaço do consultório voltado para crianças e adolescentes. É neste ambiente que a odontopediatra acolhe seus pequenos pacientes antes de iniciar seu trabalho. No chão, uma pista para carrinhos e grama sintética já formam duas brincadeiras. Uma piscina de bolinhas, bonecos de pelúcia e até a nova geração de jogos e entretenimento com Xbox completam o local especial.

O atendimento feito pela odontopediatra Dra. Ellen Liana inicia neste ambiente com muitas brincadeiras. Algumas envolvem o senhor Dentuço e neste momento a profissional já conta para a criança a história dos dentes. Alguns bonecos acompanham os pequenos na cadeira, enquanto outros de pelúcia seguem a evolução do paciente na mudança de hábitos e até são levados para passar um final de semana com a criança.