Conheça os candidatos ao governo de Santa Catarina

Patrimônio dos candidatos vai de R$ 0 a R$ 2.070.471,91. Primeiro turno da eleição acontece no dia 7 de outubro deste ano
Em 7 de outubro deste ano, os eleitores vão precisar escolher o Presidente da República, senadores, deputados e governadores. O governo do Estado de Santa Catarina, por exemplo, está sendo disputado por nove candidatos. Conheça cada um deles:
Ângelo Castro

Partido: PCO
Idade: 47 anos
Natural: Brasília (DF)
Ocupação Declarada: servidor público federal
Bens declarados: R$250.000
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Flávio Ferreira Amaral (PCO)

Camasão

Partido: PSOL
Idade: 32 anos
Natural: São Paulo (SP)
Ocupação Declarada: jornalista e redator
Bens declarados: R$13.578
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Carol Bellaguarda (PCB)

Comandante Moisés

Partido: PSL
Idade: 51 anos
Natural: Florianópolis (SC)
Ocupação Declarada: bombeiro militar
Bens declarados: R$1.838.000
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Daniela Reinehr (PSL)

Décio Lima

Partido: PT
Idade: 57 anos
Natural: Itajaí (SC)
Ocupação Declarada: advogado
Bens declarados: R$2.070.471,91
Histórico: prefeito de Blumenau (1997-2005), vereador de Blumenau (1993-1996) e deputado federal (2007-2018)
Vice: Kiko (PT)

Gelson Merísio

Partido: PSD
Idade: 52 anos
Natural: Xaxim (SC)
Ocupação Declarada: deputado
Bens declarados: R$722.844,59
Histórico: presidente da Assembleia de Santa Catarina (2010-2014) e deputado estadual de Santa Catarina (2005-2018)
Vice: João Paulo Kleinubing (DEM)

Ingrid Assis

Partido: PSTU
Idade: 30 anos
Natural: Manaus (AM)
Ocupação Declarada: professora de ensino médio
Bens declarados: nenhum bem declarado
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Professor Ederson (PSTU)

Jesse Pereira

Partido: Patriota
Idade: 38 anos
Natural: Camburiú (SC)
Ocupação Declarada: outros
Bens declarados: R$743.514,92
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Dr. Danny Cesar (Patri)

Mauro Mariani

Partido: MDB
Idade: 54 anos
Natural: Bituruna (PA)
Ocupação Declarada: empresário
Bens declarados: R$1.568.423,82
Histórico: deputado à Assembleia Legislativa de
Santa Catarina (2003 — 2007), deputado federal
(2007—2018)
Vice: Napoleão Bernardes (PSDB)

Portanova

Partido: REDE
Idade: 60 anos
Natural: Porto Alegre (RS)
Ocupação Declarada: professor de ensino superior
Bens declarados: R$560.670,84
Histórico: não assumiu cargo político anterior
Vice: Regina Santos (REDE)

O que pensa o Legislativo sobre o Plano Diretor e a revisão

O Plano Diretor de Urussanga, finalizado em 2008 e com prazo de revisão a ter sido iniciada em julho deste ano, é assunto de interesse amplo de toda a sociedade. No Legislativo, os intitulados representantes do povo já levantam o assunto na tribuna há alguns meses. Segundo o presidente da Câmara de Vereadores de Urussanga, Odivaldo Bonetti ressalta que o Plano Diretor foi feito de forma democrática e que representou os anseios da época. Porém concorda que não foi executado integralmente.

“Em parte foi executado como, por exemplo, o crescimento ordenado dos loteamentos, que teve que seguir o Plano Diretor contendo infra-estrutura mínima, como vias de circulação pavimentadas, com meio-fio e sarjeta, escoamento das águas pluviais, rede para o abastecimento de água potável, soluções para o esgotamento sanitário e para a energia elétrica domiciliar. Mas deixou um pouco a desejar porque não teve a sequência necessário com o acompanhamento através do Conselho do Município, bem como os gestores não observaram principalmente o art. 5º da Lei que instituiu o Plano Diretor, que aborda os objetivos estratégicos de Urussanga”, comenta.

Para Bonetti, com a revisão a população irá elencar os pontos a serem melhorados. “Penso que a Lei prevê sua revisão e ela deve acontecer para que possamos avaliar sua aplicabilidade e melhorar no que for possível e de forma participativa, envolvendo novamente todos os setores da nossa sociedade. O Poder Legislativo terá uma participação efetiva na construção de um Plano Diretor que atendam os anseios da comunidade, bem como votando o formato idealizado pelos cidadãos urussanguenses”, pontua.

VEJA A OPINIÃO DAS BANCADAS DE OPOSIÇÃO SOBRE O ASSUNTO

O vereador Marcos Roberto Silveira acredita que seja normal fazer um plano mais engessado para que posteriormente possa ser melhorado. “Não vejo que muita coisa seja alterada, até porque para manter a qualidade de vida dos munícipes precisa-se abrir mão de algumas coisas, como crescimento populacional desordenado. Fazem parte do Plano Diretor diversos programas específicos que norteiam a estratégia de estruturação, ordenamento e qualificação territorial. Todos estes programas estão dispostos no art. 285”, comenta.

No entendimento do edil, o Plano Diretor foi executado no que diz respeito ao parcelamento do solo e outras questões precisam ser regulamentadas. “Está sendo cumprido, porém muitas coisas precisam ser regulamentadas. Já se passaram 10 anos e até o momento precisa de complementação. Como exemplo podemos citar os programas constantes no art.285. Todos os programas tinham data para ser concluídos, porém nenhum deles foi feito. A Outorga Onerosa do Direito de Construir até o momento também não foi regulamentada. Em resumo, o Plano Diretor está sendo utilizado somente para limitar a altura de prédios. As demais exigências que são de responsabilidade do Poder Executivo estão inertes”, pontua.

Para Marcos, antes de falar em desatualização é necessário primeiramente compreender melhor o Plano Diretor. “Não é somente altura de prédio e divisão de área rural e urbana. A principal função do Plano Diretor é garantir as expectativas dos munícipes num determinado período de tempo, ou seja, é responder uma pergunta básica: Como eu quero Urussanga daqui a 30 anos? É a resposta a esta pergunta que irá nortear as alterações do Plano Diretor. É preciso concluir o Plano Diretor, pois até o momento não foi concluído, ou seja, regulamentando o que é exigido em lei e aplicando os programas previstos. Vamos participar das audiências públicas e verificar se o rito será seguido conforme determina a legislação”, salienta.

Já o vereador Jair Nandi ressalta que o trabalho feito há 10 anos, que definiu prioridades e estratégias do município, deve ser respeitado e atualizado para os próximos anos. Para o vereador, as gestões que sucederam a aprovação do Plano Diretor subutilizaram o mesmo. “Ele é uma ferramenta que estabeleceu os instrumentos para atingir as metas instituídas. No entanto, muitos projetos e programas não foram implementados. O plano estabeleceu objetivos estratégicos, elencou prioridades, bens a serem protegidos, elencou atividades econômicas a serem estimuladas como potencial econômico, estabeleceu política de zoneamento, áreas de interesse, proteção do patrimônio cultural, ambiental, dentre outras. Entendo que, das ferramentas criadas pelo plano, as que mais foram colocadas em prática foram as normas com relação ao Uso e Ocupação de Solo, que foram observadas na liberação de novos empreendimentos através do Departamento de Planejamento do Município de Urussanga”, pontua.

Nandi acredita que a revisão deve ocorrer com a participação de sugestões dos interessados, mas sem deixar de usar a metodologia de elaboração. “É essencial a participação maciça da população, observando se os interesses elencados como prioridades há 10 anos continuam sendo o pensamento da população deste município, não sendo apenas para atender interesses econômicos de alguns setores. Será um processo longo e demorado, e que já está atrasado. Penso que os bens elencados em 2008 como passíveis de proteção como o patrimônio histórico, cultural e ambiental precisam ser preservado, de modo a atender os interesses da população de hoje, sem de modo algum impedir o desenvolvimento”, afirma.

“Com relação à altura dos prédios, sempre tão discutidos como uma questão que engessou o desenvolvimento do município de Urussanga, penso que a região central do município, e principalmente o entorno da Praça Anita Garibaldi deve ser protegido, vez que onde encontramos todo o patrimônio histórico arquitetônico, no entanto, respeitada certa distância, que deve ser estabelecida e discutida por toda a sociedade. As construções verticais são uma solução importante a otimização dos serviços públicos o que deve ser incentivada”, acrescenta. Para Nandi, o Legislativo deve ser o guardião de todo o processo, garantindo que as decisões tomadas pela sociedade sejam acatadas e não envolver pressões corporativistas ou outra qualquer forma de interferência.

*Até o fechamento desta edição, a redação não obteve retorno das respostas enviadas à bancada do MDB. *Confira na próxima edição a posição do Executivo e das bancadas de situação.

Candidatos do PDT visitam JV

Manoel Dias e Rodrigo Minotto estiveram na sede do jornal acompanhados do vice-prefeito Décio Silva

Ele era amigo do padre Agenor e, quando deputado, chegou a ajudar na construção do Paraíso da Criança, no final da década de 60. Manoel Dias, ex-ministro do trabalho e ex-deputado estadual, visitou a sede do jornal recordando de sua ligação com Urussanga logo após ser confirmado como candidato à Câmara Federal na convenção do PDT no último final de semana.

Ao lado do candidato à reeleição, deputado estadual Rodrigo Minotto, e do vice-prefeito de Urussanga, Décio Silva, Manoel Dias, que é natural de Içara, revelou suas concepções e também propostas para o Brasil e região sul de Santa Catarina. Confira a entrevista:

JV: Por que o senhor resolveu ser candidato a deputado federal?

Manoel: A candidatura à Câmara Federal foi uma exigência da direção nacional do PDT e do candidato a presidência do Brasil, Ciro Gomes. Eu já tinha a biografia feita e o partido quer eleger deputados comprometidos com a causa e o projeto do PDT. E a direção nacional está me ajudando nisso, para que como deputado federal possa integrar esse grupo para manter a defesa dos nossos postulados. Hoje o partido tem deputado estadual. O Minotto é o primeiro que permanece o mandato todo no PDT e fez bom mandato de ponto de vista partidário e de ação parlamentar. Deve ser o mais votado da nossa aliança, que constituímos com 11 partidos. Em cima desse trabalho que fizemos o partido criou uma rede estadual. A ideia é eleger um na esfera federal e três estaduais, o que nos transformaria o potencial que tinha o antigo trabalhismo em Santa Catarina para decidir eleições estaduais. Um partido tem que ter história. Nosso partido está colocando à disposição da população brasileira um candidato preparado, que formulou projeto de desenvolvimento nacional com distribuição de renda e recuperar espaço que historicamente foi nosso. E nossa história garante que seríamos altamente importantes na recuperação e retomada do Brasil política e economicamente.

JV: Qual é o propósito do senhor e os seu projetos para federal?

Manoel: Quero ser primeiro a defender aquilo que para nós é um fato histórico. Nosso partido tem lado, dos trabalhadores, historicamente, os que produzem a soberania, indústria nacional. É a soma dessas forças que vão gerar o desenvolvimento. Emprego gera renda e renda gera circulação de riqueza. Neste processo de construção quero ser deputado federal para defender isso e fazer o Brasil se recuperar, sair dessa crise. É um momento ímpar para contribuir com o Brasil e buscar soluções para que possa, com a soma e participação de todos, estabelecer processos de desenvolvimento. Uma país detentor de toda essa diversidade, fronteiras agrícolas, reservas mineiras, maior reserva de água potável do mundo que vai ser objeto das futuras guerras… Não tem o porquê de o Brasil viver esse momento triste que está vivendo. Tem tudo para ser uma grande potência. Somos a 8ª economia do mundo. Temos que voltar a fazer o governo criar investimentos em infraestrutura e abordar alguns setores que tenham mais rápida resposta no emprego, como a construção civil, atividade que tem no uso de implementos uma resposta imediata na geração de emprego. É preciso investir em infraestrutura para permitir a reestruturação do Brasil e também em novas tecnologias. Brasil só será vanguarda na medida que dominar o desenvolvimento. Outro ponto importante é fazer investir numa profunda proposta educacional, em tempo integral, nos moldes que o Brizola implantou. O tempo integral implica em uma mudança radical, remuneração adequada, capacitação. A elite brasileira negou e continua negando ao povo direito de acesso a educação para ficar essa grande massa de manipulação. Como deputado também vou para lá denunciar os privilégios, dentro do afrouxamento ético e moral que o Brasil sofreu com a participação do executivo e judiciário foram se criando privilégios. Modelo que se tornou figuras soberanas a despeito da miséria que o povo passa e sofre. Tem que se dar o exemplo. A descrença que o povo está na política só se recupera dando exemplo. Os Poderes têm que dar exemplo. Santa Catarina é o maior estado brasileiro em vários setores. O que nos diferencia dos demais estados está na vanguarda do conhecimento, da inovação, novas tecnologias, no cooperativismo, na forma de organização que movimenta bilhões de reais e integra todos os produtores. É um Estado que tem capacidade pela sua diversidade de distribuição de população e um forte apelo no turismo.

JV: De que forma o senhor estará na prática contribuindo para o Sul de SC, incluindo Urussanga, enquanto deputado federal?

Manoel: Precisamos de um projeto de desenvolvimento regional. A região sul foi a que menos cresceu nos últimos anos. Outras regiões de Santa Catarina tiveram crescimento e investimento em tecnologia e mão de obra qualificada. O Sul alegava que não tinha estrada, mas foi finalizada a duplicação da BR 101. Temos um dos melhores portos do Brasil e de SC, o de Imbituba, que pode receber todo tipo. Temos estrada de ferro usada e melhorada. Os órgãos federais juntos teriam que promover esse desenvolvimento. Fazer uma grande mobilização. Nossa proposta é criar um projeto que vise buscar alternativas para a região, como o que foi feito em reunião na Unesc, para que possamos contribuir com ações que devem ser de responsabilidade. Uma vez a capital do trabalho era a região carbonífera. O Sul tem um potencial enorme. É a capital brasileira da produção de cerâmica, tem no carvão grande potencial para desenvolver e deixar de ser poluente. Tem vocação industrial muito grande. Mas está faltando uma ação política maior, com eficiência e eficácia. Em Urussanga nosso vice-prefeito tem sido insistente para contemplar projetos. Ela é uma cidade diferenciada. Considerada a Capital Catarinense do Bom Vinho. Mas se não houver tecnologia e parceria para criar mercado, fica difícil. O setor da economia é o que tem que se destacar. E com a facilidade hoje ligada à colonização italiana, promoção de eventos e parceria com universidades italianas. Quando ministro do Trabalho fiz a escola do trabalhador p profissionalizar. Firmamos parcerias com Capri para vários cursos, entre eles um de preparação de enólogos para melhorar a qualidade e trazer conhecimento a fim dos produtos entrarem e disputem o mercado. Teria que ver com lideranças locais, sentar e estabelecer discussão que coloque as prioridades que são indispensáveis para desenvolver projeto nesse sentido. Antigamente quando falava de Santa Catarina não se deixava de mencionar os vinhos Samus. Urussanga é um polo turístico também que tem capacidade de fazer eventos que chamem a atenção e atraiam na promoção, na divulgação, que permitam receber mais turistas. Santa Catarina é um Estado que pelo fato de ser bom, carece de formação turística. Santa Catarina dizem que não precisa, mas tem o direito, por ser vanguarda em setores, de ser modelo e ajudar na recuperação econômica do nosso país.

 

Urussanga receberá I Conferência de Políticas Públicas de Direitos dos Animais

Urussanga receberá no dia 11 de maio a primeira edição da Conferência de Políticas Públicas de Direitos dos Animais. A iniciativa realizada pela ONG Raça e idealizada pelos vereadores Braz Ciseski e Vanderlei Marcírio, conta com o apoio da Administração Municipal e da Câmara de Vereadores de Urussanga.

As atividades terão início no dia 11 de maio, das 8h30 às 12h, na Sociedade Recreativa Urussanga. “Esta é uma temática de interesse de toda a sociedade e um ponto de partida para gerarmos uma importante mobilização sobre o tema. Queremos gerar o engajamento de toda a classe política, do Executivo, Legislativo, Judiciário e da sociedade civil em prol da causa da saúde pública e do bem-estar animal”, esclarece o vereador Braz Ciseski.

De acordo com Braz, durante o encontro, serão realizadas palestras de legislação e direito dos animais com o objetivo de orientar as Ongs e também os poderes públicos sobre as suas responsabilidades. “Teremos apresentações de leis federais, estaduais e municipais que serão discutidas para um maior conhecimento dos presentes. Também serão apresentados cases que deram certo. Contaremos a participação da Unibave e do Judiciário por meio da doutora Ana Lia Lisboa Carneiro”, explica Braz.

Com a iniciativa, os idealizadores esperam causar um grande impacto na sociedade e promover o debate sobre a importância do bem-estar animal. “Queremos chamar a responsabilidade e até mesmo provocar uma discussão para criar um projeto, em nível de Região Carbonífera, para que possamos criar um local de amparo aos animais, algo que não existe atualmente”, garante o vereador Deco Marcírio.

Para o prefeito Gustavo Cancellier, a conferência será muito importante para o debate sobre o assunto. “Consideramos muito válido o debate sobre a questão do bem-estar animal e apoiamos todas as manifestações em prol de ações que ampliem este debate tão importante. Esta já é uma questão de saúde pública”, garante Cancellier.

A ideia da organização é de contar com a participação de deputados, prefeitos, vereadores, protetores dos animais, Ongs e toda a comunidade. A participação é gratuita e não é necessária a inscrição prévia. Outras informações podem ser obtidas no telefone (48) 99617-5252.

Nível de escolaridade para cargos comissionados em discussão

População e Vereadores se reuniram na noite desta quarta-feira (25) na Câmara Municipal de Urussanga para discutir o Projeto de Lei PE nº 03/2018 de autoria do Poder Executivo e que trata da alteração do nível de escolaridade para nomeação em cargos comissionados.

A solicitação para a realização da Audiência e a condução das discussões foi feita pelo Vereador Elson Roberto Ramos (MDB). A Audiência Pública abriu espaço para manifestações favoráveis e contrárias ao Projeto, inclusive com espaço aberto a questionamentos das pessoas presentes.

A assessora parlamentar do PSD na Câmara de Vereadores, Andreza Baldessar, logo no início da Audiência, esclareceu aos presentes à abrangência da Lei e os possíveis reflexos de sua alteração na administração municipal.

O Prefeito Gustavo Cancellier destacou que o Projeto de reforma administrativa vem sendo discutido há muito tempo, passando por vários governos anteriores, cabendo a sua gestão concluí-lo. De acordo com o Prefeito, as mudanças propostas no Projeto de Lei, exigem que o candidato indicado para cargo comissionado de Diretor, volte a estudar, apresentando trimestralmente comprovante de frequência escolar.

A ex-vereadora Daniela Piacentini destacou a relevância do Projeto, e disse que vê o cargo de Diretor como uma função administrativa, devendo ser exigido para o seu preenchimento, grau médio de escolaridade. Segundo a Vereadora, o Plano Municipal de Educação aprovado em 2015 prevê o aumento da média de escolaridade da população e o Projeto de Lei em questão, serve somente para desestimular os jovens estudantes. A vereadora sugeriu que o Projeto seja revisto e que se mantenha o ensino médio como obrigatório para cargos de Direção no serviço público municipal.

O servidor Público Fabiano Saviato afirmou que o cargo de Diretor exige qualificação e escolaridade, pois a função que vai ser exercida será de coordenação e chefia, e a alteração da Lei, proposta pelo Poder Executivo, tende a diminuir a qualidade dos serviços públicos prestados a população.

O advogado Mauro Felippe afirmou que não entraria no mérito da questão, mas pediu que o Prefeito Gustavo Cancellier retirasse o projeto e futuramente apresentasse outro, com uma redação mais clara. De acordo com Mauro Felippe, o Projeto é inconstitucional e pode gerar problemas judiciais para a administração.

Alguns cidadãos destacaram que no município existem muitos trabalhadores com conhecimento prático, mas sem escolaridade para assumir cargos estratégicos de algumas secretárias, e se posicionaram a favor de que o candidato à vaga, possa assumir desde que volte a estudar.

Além dos Vereadores e da população em geral, participaram da Audiência Pública, lideranças políticas do Município, representantes de entidades e alunos do ensino médio do Colégio Barão do Rio Branco.

Não cumprimento de Lei gera precatório ao município, afirma Vani

A vereadora Vanir Zuleima Mazzuco Cacciatori (MDB) destacou na última sessão a importância da boa gestão dos recursos na Administração Pública. Para a Vereadora, a maior parte dos precatórios relacionados a dívidas com processos trabalhistas é  relativa ao não cumprimento das Leis. “O não pagamento de horas noturnas, de equiparação salarial e o desvio de função do funcionário público são alguns dos erros graves cometidos pelos gestores públicos e isso acaba na Justiça Trabalhista, gerando dívidas ao Município. Na minha opinião, o gestor público deveria ser penalizado e ressarcir aos cofres públicos pelo pagamento de dívidas ocasionadas pelos seus erros”, concluí.

Bonetinho mostra e cobra manutenção das estradas

A preocupação com as condições das estradas de interior é um dos assuntos mais debatidos no Legislativo de Urussanga. Na última terça-feira, até a situação cobrou do Governo Municipal maior eficiência e atenção às necessidades para que o cidadão não seja afetado. O presidente do Legislativo, Odivaldo Bonetti (PP) mostrou imagens das péssimas condições de algumas estradas no município e relatou que as manutenções de algumas estradas foram cobradas por ele a mais de seis meses junto ao Secretário de Obras e nada foi feito.  “Moradores de Vila Romana, do Bairro Pirago e de uma estrada ao lado da Empresa ALUMASA no Bairro Dois Rios sofrem com problemas recorrentes que dificultam o acesso sem uma ação definitiva do setor de obras. O Vereador registrou ainda, que sente vergonha da condição de algumas estradas e que se houvesse um trabalho competente da Secretária de Obras, muitos dos problemas poderiam ser solucionados em apenas um dia e com resultados duradouros”, declarou.

A manutenção das estradas também foi cobrada pelo vereador Elson Roberto Ramos (MDB), o popular Beto Cabeludo. “Eu pediria para que a Secretaria de Obras comece e termine a manutenção das estradas. Existem várias obras incompletas que estão gerando transtorno à população. Além disso, as margens das estradas do interior estão tomadas pelo mato, colocando em risco os motoristas e causando acidentes”, registrou.

O vereador Jair Nandi (PSD) também apresentou indicação solicitando ao Poder Executivo a manutenção urgente de estradas no Bairro Rio Molha Alto e Bairro São Pedro.

Deputada Ada encaminha projeto de Lei

No mês em que o autismo está sendo debatido, a deputada Ada de Luca encaminhou o Projeto de Lei solicitando ao Estado que seja feito o censo quadrienal das pessoas com autismo.

O Programa Censo de Pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista – visa o cadastramento do perfil socioeconômico- étnico-cultural dos portadores e seus familiares para que a partir disso, sejam direcionadas políticas públicas de saúde, educação, trabalho e lazer a esse segmento social.

Foi solicitado que o censo seja realizado a cada quatro anos tendo mecanismos de atualizações mediante autocadastramento para que se possa mensurar a evolução e o georreferenciamento do transtorno na sociedade, bem como solicitar do Poder Público respostas ao tratamento adequado.

“É uma satisfação saber que essas crianças que tanto sofrem com esse transtorno que dificulta a interação social, a comunicação e a imaginação deles, receberão uma atenção mais que especial e terão um local para desenvolver e aprender a lidar com a sua condição”, disse a deputada.

Vereador pede que Plano Diretor comece a ser tratado no Legislativo

O vereador Vanderlei Marcírio (MDB) afirmou durante a sessão que o Plano Diretor, sancionado em 2008, completará 10 anos em Julho. A partir deste prazo, o governo municipal já poderá aplicar algumas alterações pertinentes. De acordo Deco muitos projetos em- presariais estão na gaveta devido ao engessamento que o Plano Diretor causa em certos locais da cidade. “Minha sugestão é para que o assunto comece a ser discutido no Legislativo com o envolvimento da população, empresários e entidades”, relatou.

Marquinhos discute sobre reajuste dos imóveis alugados pela prefeitura

O vereador Marcos Roberto Silveira (PT), Marquinhos, levantou durante a sessão, com base em informações recebidas do Poder Executivo, a discussão sobre os imóveis alugados pelo município. Segundo ele, os contratos, por força de Lei, deveriam ser reajustados tendo como base o Índice Geral de Preço do Mercado (IGPM). “O IGPM neste período foi negativo em 0,52% e o aumento concedido pela prefeitura para alguns imóveis foi de mais de 12%. Gostaria de ter informações sobre o critério utilizado na concessão dos aumentos, sendo que os contratos deveriam ser geridos pelo IGPM dos últimos 12 meses”, afirmou.

O vereador pediu também informações sobre o Decreto nº 64 de três de abril de 2018 onde a Administração Municipal constituiu a comissão permanente de licitação com gratificação de 30% para um funcionário comissionado. Marcos Roberto informou que a Lei aprovada em 2016 exige que funções gratificadas devam ser exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargos efetivos e não por diretores de livre nomeação do Executivo. O Vereador solicitou à Prefeitura cópias dos decretos e portarias emitidos de 01 de novembro de 2017 a 30 de março de 2018 e através de Indicação a retirada da cobrança de tributos municipais da taxa de expediente.

 

Zé Bis sugere isenção de IPTU para aposentados e pensionistas

Uma indicação do vereador José Carlos José, Zé Bis (PP), sugere ao Governo Municipal para que altere o art. 26, da Lei nº 777/80 (Código Tributário Municipal). O objetivo é isentar o contribuinte aposentado ou pensionista, com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, do pagamento do IPTU.

A Indicação foi subscrita pelos vereadores Gilson Casagrande e Odivaldo Bonetti e limita a isenção para imóveis únicos com até 200 metros quadrados em terrenos com no máximo 600 metros quadrados. Também serão incluídos na isenção, portadores de doenças graves relacionadas na Lei Federa 7.713 /88.

O Vereador solicitou ainda ao Poder Executivo, o envio à Câmara Municipal de Projeto de Lei autorizando equipes da secretaria de Obras a entrar em propriedades particulares, em áreas rurais, para realizar a instalação e manutenção da iluminação pública.

Zé Bis solicita caminhão para o transporte de leite à COOFASUL

O vereador José Carlos José (PP) sugeriu ao Poder Executivo, através de Indicação, o envio ao Legislativo de Projeto de Lei solicitando autorização para ceder um caminhão para o transporte de leite à Cooperativa Familiar Agroindustrial do Sul Catarinense – COOFASUL. De acordo com o Vereador o caminhão foi adquirido no Governo do ex-prefeito Luiz Carlos Zen para atender na época produtores de leite e queijo e atualmente está parado.

Presidente do Legislativo destaca mutirão da Assembleia de Deus

vereador e presidente do Legislativo, Odivaldo Bonetti (PP) destacou durante o uso da palavra, o trabalho do grupo “Lar Missionário”, pertencente a Igreja Assembleia de Deus e do pastor Wilson Zimerman pelo mutirão realizado que proporcionou melhorias na escola Ernesto Mariot do Bairro Bom Jesus.

O vereador classificou o mutirão como um exemplo de cidadania e parabenizou a equipe de colaboradores da diretora Adriana Tibes da Silva e os voluntários da igreja Assembleia de Deus. “Foram realizados serviços de pintura, colocação de grade de proteção, brita e a revitalização dos jardins que deixaram a escola em excelentes condições. A prefeitura disponibilizou a tela de proteção instalada no muro, a brita e a tinta e a empresa ESAF-IBRAP doou um portão pequeno e barras de alumínio para a colocação da tela de proteção. O portão eletrônico grande foi adquirido com recursos da escola conseguidos com a realização da festa junina e venda de rifas”, afirmou.

Sindicato dos Servidores Públicos defende funcionários transferidos no Legislativo

A transferência dos quatro servidores municipais que atuavam no Paço Municipal e agora desempenham outras funções no Parque Municipal por determinação do Poder Executivo, ainda é assunto para discussão. Nesta terça-feira, 03, a representante do Sindicato dos Servidores Públicos de Urussanga, Suzana Aparecida Conceição Darella fez uso da palavra em atendimento ao requerimento de autoria do vereador Elson Roberto Ramos (MDB), com o objetivo avaliar a legalidade da transferência dos servidores públicos.

Suzana salientou que a posição do sindicato é totalmente contrária a transferência, pois os servidores efetivos exerciam de forma eficiente e responsável funções importantes para a administração municipal. “Sem o conhecimento dos funcionários eles haviam sido nomeados para a comissão de avaliação de bens móveis e imóveis do Município e foram transferidos para o Parque Municipal sem condições adequadas de trabalho”, afirmou Suzana.

De acordo com Suzana Darella o sindicato procurou a administração pública para rever a decisão, mas não obteve êxito. Os funcionários também solicitaram ao Executivo o retorno ao local de trabalho anterior, mas não foram atendidos.

Elson Roberto Ramos (MDB) registrou a sua preocupação e classificou como ilegal a forma de contratação dos substitutos dos funcionários efetivos, havendo a possibilidade de gerar processos e prejuízos ao Município, e pediu para que o Poder Executivo Municipal reveja a decisão.

Suzana Darella explicou ainda, que o processo seletivo somente pode ser utilizado em casos de afastamento por licença de saúde, férias, ou outro motivo e por tempo limitado. “Foram contratados três funcionários de forma temporária e sem base legal para substituir os efetivos”, declarou. Para o Sindicato a única forma de tentar reverter à situação é via judicial, sendo que a medida vai ser tomada junto ao Ministério Público.

Odivaldo Bonetti (PP) reiterou que o caminho legal para que sejam resolvidas as divergências do caso deve ser a Justiça, e registrou a importância das discussões no Legislativo para a transparência das ações tomadas em relação aos funcionários.

Cidadãos com dupla cidadania recebem cédulas em fevereiro

As eleições para renovar o parlamento na Itália acontecem em 4 de março deste ano. Cidadãos com dupla cidadania que residem fora do país, inscritos no “AIRE” (Cadastro
dos Italianos Residentes no Exterior), têm direito ao voto por correspondência, privilégio garantido pela Constituição italiana apenas para eleições nacionais.
Em fevereiro, o Consulado da Itália em Curitiba irá encaminhar, por Correios, os envelopes eleitorais para a residência de cada cidadão cadastrado.
Depois de assinalar os candidatos, os envelopes pré-selados devem ser devolvidos ao Consulado através dos Correios dentro de um prazo previsto para chegar antes das 16 horas do dia 1º de março. A computação dos votos acontecerá em Roma.
A Constituição Italiana considera áreas do exterior para eleger uma bancada de 18 parlamentares, sendo 12 deputados e seis senadores.
Na América do Sul, por exemplo, os cerca de 1,3 milhão de eleitores italianos elegerão seis parlamentares, sendo quatro deputados e dois senadores. O Brasil é o segundo maior colégio eleitoral da área, com cerca de 350 mil eleitores cadastrados.
Em 2001, os italianos residentes no exterior garantiram o direito de votar para eleger representantes no Parlamento Italiano. As eleições com esta regra ocorreram em 2006, 2008 e 2013.

MAIS DE 80 CANDIDATOS
Pela América do Sul foram registrados 83 candidatos que disputam as eleições para a renovação do Parlamento italiano com pretendentes à Câmara dos Deputados e aoSenado inscritos através de oito partidos ou coligações.
Conheça os candidatos pelo Brasil e seus partidos:
SENADO
– Andrea Dorini, de Espírito Santo (Coligação ‘Salvini-Berlusconi-Meloni’)
– Antonio Chianello, de São Paulo (MAIE – Movimento Associativo Italiani all’Estero)
– Antonio Enea Romano (M5S – Movimento Cinque Stelle)
– Eva ldo Rui Vicentini, de São Paulo (USEI – Unione Sudamericana Emigranti Italiani)
– Fabio Porta, de São Paulo (PD – Partito Democratico)
– Fernando Mauro di Marzo Trezza, de São Paulo (Coligação ‘Civica Popolare’)
– Helena Montanarini, de São Paulo (Coligação ‘Civica Popolare’)
– Luciana Laspro, de São Paulo (MAIE – Movimento Associativo Italiani all’Estero)
– Luiz Osva ldo Pastore, de São Paulo (Coligação ‘Salvini-Berlusconi-Meloni’)
– Silvana Rizzioli, Minas Gerais(LEU Liberi e Uguali)
– Tommaso Bellone (M5S Movimento Cinque Stelle)
CÂMARA
– Antonio Laspro, de São Paulo (MAIE – Movimento Associativo Italiani all’Estero)
– Cesare Villone, do Ceará (M5S – Movimento Cinque Stelle)
– Daniel Taddone Neves, de São Paulo (UNITAL – Unione Tricolore America Latina)
– Elaine Starling de Araujo (Coligação‘CivicaPopolare’)
– Fabio Vincenzi (PD – Partito Democratico)
– Fausto Guilherme Longo , de São Paulo (PD – Partito Democratico)
– Luis Molossi, de Curitiba (MAIE – Movimento Associativo Italiani all’Estero)
– Luis R. di San Martino Loren zato di Ivrea, de São Paulo (Coligação ‘Salvini-Berlusconi-Meloni’)
– Pao lo Grasso (M5S – Movimento Cinque Stelle)
– Pasquale Matafora, de Rio Grande do Sul (PD – Partito Democratico)
– Renata Bueno, Paraná (Coligação ‘Civica Popolare’)
– Silvia Alciati, Minas Gerais (Coligação ‘Civica Popolare’)
– Simone Sehnem, Taió/Santa Catarina (Coligação ‘Civica Popolare’)
– Thiago Vicente Roldi, de Espírito Santo (UNITAL – Unione Tricolore America Latina)
– Walter Fanganiello Maiorevi tch, de São Paulo (LEU – Liberi e Uguali)
– Walter Petruzziello, de Curitiba (MAIE – Movimento Associativo Italiani all’Estero)

Em Urussanga, agendamento para biometria é encerrado

O cadastramento biométrico, que possibilita a identificação do eleitor pelas digitais antes do voto, já foi realizado por 31,73% dos 17.241 eleitores em Urussanga. Os dados foram atualizados no dia 31 de janeiro, no site do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina.
O Cartório da 34ª Zona Eleitoral, com sede em Urussanga e que atende também os eleitores de Cocal do Sul e Morro da Fumaça, já encerrou o agendamento para biometria.
Até maio deste ano, os profissionais que atuam no Cartório Eleitoral irão atender a demanda já programada de cadastramento, bem como realizar cadastros sem a necessidade de agendamento apenas em casos como o de pessoas com mais de 60 anos e também a emissão do primeiro título de eleitor.
Posteriormente, o cadastramento biométrico será retomado em novembro. Cocal do Sul, com 13.481 eleitores, contabiliza 26,07% de cadastros biométricos, enquanto Morro da Fumaça, com 12.879, atingiu apenas 10,45%. A previsão da Justiça Eleitoral é que todo o eleitorado brasileiro esteja cadastrado na biometria até 2022. Atualmente o serviço já contemplou metade do eleitorado brasileiro, atingindo 73.638.970 (50,21%) dos 146.654.659 eleitores do país.
A BIOMETRIA
Desde as eleições municipais de 2000, todos os brasileiros escolhem os seus representantes utilizando a urna eletrônica. No entanto, naquela época, verificou-se que em um procedimento eleitoral ainda havia a intervenção humana: na identificação do eleitor.
Com a adoção da biometria, o processo de votação praticamente excluiu a possibilidade de intervenção humana. Com a biometria, a urna somente é liberada para votação quando o leitor biométrico identifica as impressões digitais daquele eleitor (é feito um batimento das digitais lidas com as armazenadas no banco de dados da Justiça Eleitoral).

JÂNIO, COLLOR E BOLSONARO OU A DIREITA BRASILEIRA

Meu objetivo é analisar a história brasileira a partir das eleições presidenciais de 1955 sob a perspectiva do embate “direita versus esquerda”, demonstrando, ao final, a absoluta inaptidão da primeira para a guerra política e a incompetência de ambas para governar e desenvolver o país. Em 1955, os representantes da direita eram Juarez Távora, Adhemar de Barros e Plínio Salgado. O candidato da esquerda de então, Juscelino Kubitscheck, derrotou a todos. Fez um governo modernizador, mas deixou como maiores legados a inflação, a dívida externa e um modelo de relacionamento nada republicano entre Estado e empreiteiras.
Nas eleições seguintes, as de 1960, a famigerada UDN, clássico da direita nacional, conseguiu finalmente chegar ao poder com Jânio Quadros, uma caricatura ambulante. Apesar da inteligência prodigiosa, Jânio era desequilibrado, autoritário e fanfarrão. Numa manobra desastrada e irresponsável, renunciou esperando que o povo exigisse sua permanência no cargo, mas o povo, perplexo, nada fez. E foi assim que o então representante do conservadorismo nacional devolveu o poder à esquerda, nas mãos do vice João Goulart.
O governo João Goulart foi catastrófico. Além disso, Jango e seu cunhado Brizola preparavam um golpe. Foi quando a sociedade civil conservadora pediu ao exército o contragolpe. Veio 64, a direita retomou o poder pela força e pela força o sustentou durante duas décadas. Mas, após 20 anos, os militares não deixaram nada de bom ao país. Ocupados que estavam em torturar e matar oposicionistas, não desenvolveram a educação, não modernizaram a economia e permitiram, conscientemente, que a esquerda ocupasse cada centímetro da mídia, das escolas e das universidades.
Os militares fortaleceram a esquerda e envergonharam a direita. Encerrada a Ditadura, o nome da direita nas eleições indiretas foi Paulo Maluf, figura que dispensa comentários. Desta vez, mesmo perdendo, a direita ganhou, pois havia infiltrado José Sarney na chapa do esquerdista Tancredo Neves, falecido antes da posse. Assim como os militares, Sarney foi uma tragédia. Natural, portanto, que no pleito seguinte os candidatos mais badalados fossem de esquerda: Brizola e Lula. A direita tinha como alternativa viável Fernando Collor, que venceu, mas, assim como Jânio, renunciou, fugindo do impeachment e recolocando a esquerda no poder. Primeiro a esquerda moderada, com FHC, depois a extremada, com Lula e Dilma.
O impeachment de Dilma Rousse encerrou o primeiro e nefasto ciclo da extrema esquerda no poder, o qual, por ora, está nas mãos do puro fisiologismo, da corrupção mais comezinha, indiferente a qualquer ideologia, preocupada apenas com o dinheiro que consegue roubar. Para as eleições de 2018, a única opção oferecida pela direita é Jair Bolsonaro. Mais uma caricatura. Mais um casca-grossa sem qualquer cacoete para estadista, inculto e truculento.
Não à toa, reverencia o Regime Militar que tanto atraso impôs ao Brasil. Assim como Jânio em 1960 e Collor em 1989, Bolsonaro parece ser, neste momento, o que a direita tem de melhor para apresentar aos cidadãos brasileiros.
Quem me acompanha sabe que meu pensamento está à direta. Está à direita porque valorizo mais a liberdade que a igualdade, pois acredito mais nos indivíduos que nos coletivos, desprezo o Estado inchado e paternalista, duvido de soluções elaboradas em gabinetes por intelectuais e burocratas. Mas é preciso reconhecer que a direita brasileira não conseguiu até hoje educar-se da tradição política civilizada, não formou lideranças preparadas nem estudou as nuances narrativas da luta política. De Jânio a Bolsonaro, oscilamos entre a insânia e a pura mediocridade. Na guerra política tupiniquim, a esquerda ainda terá muitos anos de vida fácil, para desgraça de todos
e infelicidade (quase) geral da nação.

Câmara de Vereadores terá 55% de renovação a partir de 2017

A formação da próxima legislatura da Câmara de Vereadores de Urussanga também foi decidida no último domingo, dia 2 de outubro. Das nove vagas existentes, quatro vereadores foram reeleitos: Elson Roberto Ramos (PMDB) com 659 votos, Odivaldo Bonetti (PP) com 693 votos, Marcos Roberto Silveira (PT) com 561 votos e Vanir Zuleima Mazzucco Cacciatori (PMDB) com 800 votos.
Desta forma, a Câmara Municipal terá 55% de renovação a partir de 2017. Gilson Casagrande (PP) foi o vereador mais votado com 828 votos. Ele já havia concorrido a uma vaga ao Legislativo em 2012 e assumiu como suplente em 2014. José Carlos José (PP) concorreu ao posto de vereador pela quarta vez e entrou neste ano com 711 votos. Vanderlei Marcirio (PMDB) foi conduzido ao cargo com 606 votos.
Através do quociente partidário, João Batista Bom (PDT) retorna ao Legislativo para o terceiro mandato com 335 votos e Jair Nandi (PSD) com 530 votos assume pela primeira vez como vereador. Nandi é visto como a possibilidade de atribuir a maioria à bancada de situação ou oposição. Até o momento, a atual presidente da Câmara de Vereadores de Urussanga, Vanir Zuleima Mazzucco Cacciatori (PMDB) é a única representante do gênero feminino.

Confira os candidatos a vice-prefeito

CARLOS ALBERTO SORATO (COLIGAÇÃO “URUSSANGA NÃO PODE PARAR”)
Filho de Rozalino Sorato e Narcisa Meneghel, Carlos Alberto Sorato nasceu em Urussanga no dia 20 de setembro de 1966. Casado com Maria das Graças, o candidato possui dois filhos: Augusto Sorato, de 20 anos, e Helena Sorato, de 15 anos.
Carlos Alberto Sorato é engenheiro agrimensor e possui experiência de gestão devido à atuação como coordenador de equipes e microempresário. Há 25 anos na política, ele acredita que como vice-prefeito poderá ajudar a resolver os problemas da cidade.
“Junto com o prefeito vamos tomar as decisões. Acredito estar preparado para assumir este cargo, pois tenho muitas ideias que quero colocar em prática. Serei um vice-prefeito atuante e “olheiro” nos problemas diários. Poderei contribuir para uma boa gestão participando diariamente de todas as decisões com ideias que venham a somar. Minha atuação como vice-prefeito será diária na Prefeitura”, conta.
Saiba mais sobre este candidato:
Signo: Virgem
Religião: Católico
Defeito: Pensar demais
Virtude: Paciência e persistência
Time: Flamengo
Esporte: Futebol
Livro: O último judeu
Uma comida: Típica italiana
O que gosta de fazer nas horas livres: Visitar meus familiares
Do que mais gosta nas pessoas: Honestidade
Mal do século: Estresse e depressão
Um lugar especial: Minha casa
Um dia para lembrar: Minha formatura
Um dia para esquecer: 11 de setembro de 2001
Nostalgia: Do meu pai
Líder político: Nelson Mandela e Mahatma Gandhi
Uma  gura histórica: Jesus Cristo
Um exemplo de vida: Madre Tereza de Calcutá
Um ídolo: Martin Luther King
Um sonho: Terminar o mandato com grande aprovação popular
Daqui dez anos desejo… Ser lembrado como um bom vice-prefeito
Frase de inspiração: “Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.” (Chico Xavier)

DÉCIO SILVA (COLIGAÇÃO “UNIÃO PARA TODOS”)
Natural de Medianeira (PR), Decio da Silva nasceu em 14 de agosto de 1980, fruto da união de Maria Janice Cittadin da Silva e Airton da Silva. Casado com Cibele Zanelato, Decio é pai de Maria Clara da Silva, de 3 anos, e Décio da Silva Filho, um mês. Sua formação profissão em administração o conduziu ao cargo de diretor da empresa AMD, contabilizando uma experiência de gestão de 14 anos.
Há um ano no meio político, Decio afirma que deseja ser vice-prefeito por retribuição. “Este é o lugar que conquistei tudo o que tenho, agora é minha vez de contribuir”, salienta. Para Decio, o cargo de vice-prefeito possui papel fundamental na administração municipal.
“Devemos acompanhar o prefeito em todas as suas decisões porque todas as escolhas feitas por mais de uma pessoa tende a ter melhores resultados. Como vice, pretendo ser atuante e sempre estar à disposição para ajudar as pessoas dentro do possível e claro tratando-os com educação. Me preparei para isso e grande parte da minha experiência é voltada para gestão”, finaliza.
Saiba mais sobre este candidato:
Signo: Leão
Religião: Católico
Defeito: Esperar muito das pessoas
Virtude: Humildade
Time: Criciúma
Esporte: Futebol
Livro: O Vendedor de Sonhos (Augusto Cury)
Uma comida: Polenta e queijo frito
O que gosta de fazer nas horas livres: Ler, assistir televisão e passear com os filhos
Do que mais gosta nas pessoas: Seriedade
Mal do século: Destruição do meio ambiente
Um lugar especial: Casa da mãe
Um dia para lembrar: O nascimento dos meus filhos
Nostalgia: Comer pizza à noite com minha esposa e filhos
Líder político: Nelson Mandela
Uma  gura histórica: Alexandre (O Grande)
Um exemplo de vida: Zilda Arns
Um ídolo: Ayrton Senna da Silva
Um sonho: Um mundo melhor para todos
Daqui dez anos desejo… Trabalhar para que estejamos melhor que hoje!
Frase de inspiração: “Não se pode ensinar alguma coisa a alguém, pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesma.” (Galileu)

ROZEMAR SEBASTIÃO “TALIANO” (CHAPA PURA PSD)
Rozemar Sebastião nasceu em Pedras Grandes no dia 23 de fevereiro de 1965, filho de João Sebastião e Italina Sebastião. Casado com Andreia Sebastião e pai de Rener Sebastião, Rozemar possui ensino médico incompleto e trabalha como agricultor, comerciante, radialista e cantor. Ele a rma que sua experiência de gestão está relacionada aos 25 anos que administra a Barraca do Taliano. No momento exerce, o segundo mandato como vereador na atual legislatura.
Há 16 anos envolvido com a política, Taliano destaca que deseja ser vice-prefeito devido ao fato de ter sido um vereador atuante. “Acredito que fui um vereador bastante atuante, mas no Legislativo somos muito limitados. No Executivo, vou poder lutar ainda mais pela agricultura e infraestrutura, cuidar melhor da nossa gente de Urussanga. Como vice-prefeito terei a oportunidade de somar esforços e ajudar o Prefeito nas áreas necessárias. O Rodrigo Fontanella, candidato a prefeito, é um excelente gestor e entende muito de economia e administração. No cargo de vice vou cuidar da agricultura e do setor de obras, as áreas que tenho mais conhecimento e afinidade. Juntos, vamos fazer um excelente trabalho. Estou preparado para assumir como vice-prefeito. Estou sempre em contato com as pessoas, andando pelos bairros, ouvindo suas necessidades. Conheço profundamente os problemas de Urussanga e a cidade também me conhece bem”, frisa.
Taliano afirma que como vice-prefeito pretende ajudar a cidade governando junto com o prefeito e supervisionando as secretarias. “O vice tem que ser o braço direito do prefeito, complementar seu trabalho, supervisionar as secretarias. E principalmente ouvir as pessoas, ter as portas abertas para a comunidade, coisas que sempre fiz e continuarei fazendo. Vou cuidar da agricultura e do setor de obras, áreas que vou ter carta branca do Rodrigo para atuar. Governando juntos, tenho certeza que vamos fazer uma das melhores gestões da nossa história”, salienta.
Saiba mais sobre este candidato:
Signo: Peixes
Religião: Católico
Defeito: Falar muito
Virtude: Extrovertido
Time: Vasco
Esporte: Bocha
Livro: Bíblia
Uma comida: Polenta com galinha
O que gosta de fazer nas horas livres: Cantar
com meu irmão Rozenei
Do que mais gosta nas pessoas: Sinceridade e
humildade
Mal do século: Drogas, corrupção e desigualdade
Um lugar especial: Meu “escritório”, a Praça
Anita Garibaldi
Um dia para lembrar: Nascimento do meu  lho
Rener
Um dia para esquecer: Partida dos meus pais
Nostalgia: Lançamento do meu CD com o
Rozenei
Líder político: Raimundo Colombo, um grande
exemplo de gestor público e uma pessoa sensível
aos problemas das pessoas.
Uma  gura histórica: Getúlio Vargas, um homem
que deixou um legado enorme em direitos
para os trabalhadores
Um exemplo de vida: Meus pais, por seu caráter
e exemplo de vida
Um ídolo: Padre Agenor
Um sonho: Ser Prefeito
Daqui dez anos desejo… ser Deputado Estadual
Frase de inspiração: “Nunca faça nada aos outros
que não deseja para si.” (João Sebastião, meu pai)

Conheça o perfil dos candidatos a prefeito

Gustavo Cancelier e Rodrigo Fontanella se destacam pelas suas experiências em gestão. Candidato Johnny Felippe que vai à reeleição não respondeu à redação.

LUIZ GUSTAVO CANCELIER
O candidato Luiz Gustavo Cancelier, natural de Urussanga, nasceu em 19 de julho de 1970, fruto da união de Saul de Lorenzi Cancelier (Bibe) e Irani Maria Maragno Cancelier. Casado com Thaise Talamini, Gustavo é pai de Maria Luiza, de 9 anos, e Maria Clara, de 4 anos. Ele possui formação como técnico em Cerâmica pelo Colégio Maximiliano Gaidzinski, graduação em Ciências Contábeis pela Unesc e MBA em Gestão Empresarial. Gustavo tem experiência de gestão devido a dois momentos profissionais.
Atuou durante 20 anos em empresas da área de cerâmica, trabalhando com gestão de pessoas e resultados chegando a ser diretor industrial, e fundou empresas ligadas ao setor cerâmico, transporte e descartável plástico, exercendo atualmente o cargo de administrador.
Há 14 anos no meio político, Gustavo lança pela primeira vez sua candidatura a prefeito de Urussanga. “Na qualidade de cidadão, sempre atuei na iniciativa privada, e a algum tempo observei que o poder público interfere muito na vida das pessoas. Ele pode facilitar o desenvolvimento da cidade através de políticas, como também, paralisar e até às vezes, retroceder pela inércia e incapacidade de buscar alternativas que alavanquem os setores produtivos e os demais segmentos do município. Hoje, com toda experiência que tenho, acredito que posso dar a minha contribuição para o desenvolvimento da cidade”, destaca.
O candidato acredita que Urussanga precisa mudar e investir na área econômica para melhorar a saúde e educação. “Toda mudança sempre é salutar e traz evolução. Considero que a nossa cidade está muito parada na área de desenvolvimento econômico, saúde e educação. Estão priorizando muito as obras. As obras são importantes e necessárias, fazem parte de toda e qualquer evolução, mas a velocidade de desenvolvimento que uma obra traz para o município é muito lenta. O que realmente traz desenvolvimento para a cidade é implantar indústrias, uma área industrial para geração de empregos, é fomentar e incentivar nossa agricultura para aumentar a produtividade no setor, é trazer escolas técnicas para dar formação aos jovens e prepará-los para o mercado competitivo de trabalho. E a partir disso, com esse desenvolvimento econômico aplicando nessas áreas, tendo recursos, melhorarmos muito a saúde e, principalmente, a qualidade da educação no município”, explica.
Para Gustavo Cancelier, a cidade precisa de investimento rápido na área industrial, agricultura e formação de jovens. “É necessário atrair empresas para gerar emprego. O investimento também precisa ser imediato na agricultura, pois ela também gera emprego e riqueza. De forma urgente é preciso implantar escolas técnicas e universidades para dar formação aos jovens, tornando-os mais competitivos no município e, por consequência, também resultando em geração de renda. Todos estes fatores irão resolver ou pelo menos melhorar muito a situação da saúde e da qualidade da educação, valorizando os professores e a formação das crianças e jovens”, finaliza.

Saiba mais sobre este candidato:
Signo: Câncer
Religião: Católica
Defeito: Organizado demais e até meio perfeccionista
Virtude: Escutar mais do que falar
Time: Flamengo e Criciúma
Esporte: Futebol
Livro: A Bíblia
Uma comida: Arroz, feijão, bife e salada
O que gosta de fazer nas horas livres: Ficar com a família
Do que mais gosta nas pessoas: Sinceridade
Mal do século: Desigualdade social que existe no mundo
Um lugar especial: Urussanga ao lado da família
Um dia para lembrar: Nascimento da minha filha
Um dia para esquecer: A morte do meu pai
Nostalgia: A infância
Líder político: Nelson Mandela
Uma  gura histórica: Ghandi
Um exemplo de vida: Zilda Arns
Um ídolo: Airton Senna
Frase de inspiração: Quem madruga, Deus ajuda.

RODRIGO FONTANELLA
Rodrigo Fontanella nasceu em Urussanga no dia 22 de maio de 1972. Filho de Galdino Fontanella e Lina Anair Fachin Fontanella, Rodrigo é casado com Luana Volpato Fontanella, tendo os  lhos Arthur, de 16 anos, e Helena, de 3 anos. Com duas formações profissionais, como técnico em Manutenção Mecânica pela SATC e graduação em Ciências Econômicas pela Unisul, Fontanella é diretor comercial da empresa Alumasa, sendo esta sua experiência de gestão na iniciativa privada desde 1998.
Mesmo tendo envolvimento com a política há 16 anos, Rodrigo Fontanella será candidato
pela primeira vez. Ele almeja ser prefeito como forma de retribuição a cidade. “Nasci, cresci e iniciei meus estudos em Urussanga. Aqui tenho amigos, família e construí minha vida. Tenho muito carinho e respeito por nossa cidade e nossa gente, e uma enorme gratidão, pois aqui iniciei minha carreira profissional, graças a Deus com muito sucesso. Acredito na política como a arte de fazer o bem, de mudar para melhor a vida das pessoas. Inicio esta caminhada com os pés no chão. Não busco o poder pelo poder, mas retribuir a esta cidade tudo que ela me proporcionou, com as minhas mãos limpas e muito trabalho”, explica.
Fontanella afirma que, caso for eleito prefeito, irá cuidar com mais rigor do dinheiro dos contribuintes, economizando com os cortes de cargos políticos e investindo melhor na qualidade de vida das pessoas e no aperfeiçoamento dos serviços públicos. “Além disso, quero preparar Urussanga para o futuro. Pensá-la para as próximas gerações, e não somente para as eleições. Atrair novas empresas, gerando mais emprego e renda para a nossa gente, e estar ao lado do pequeno empreendedor, do agricultor… De quem trabalha, produz e faz Urussanga acontecer. As pessoas querem mais atenção na saúde.
Mas para que haja melhora, em todas as áreas, precisamos de recursos financeiros. Atrair novas empresas, fortalecer o empreendedor, o agricultor, o turismo e a economia criativa”, salienta.
O candidato ressalta que, em visitas às comunidades e conversando com as pessoas, existe a necessidade de maior atenção na saúde e pavimentação das estradas. “Queremos mudar o jeito de administrar, aproveitar o máximo a estrutura da prefeitura com diminuição dos cargos comissionados e valorização dos efetivos. A prefeitura não pode ser uma empresa empregadora. Sua responsabilidade é de prestar um bom serviço ao cidadão da nossa cidade”, pontua.
“Sou motivado por desa os e acredito que podemos fazer mais e melhor, investindo nos lugares certos e economizando onde se deve. Vamos de chapa pura, para ter condições de fazer uma administração enxuta e voltada para o cidadão, e não só para os amigos do Poder. Além disso, tenho o apoio do PSD, o segundo maior partido de Santa Catarina, com 10 deputados estaduais, 3 federais e o nosso governador Raimundo Colombo. Temos condições de fazer uma administração exemplar, com responsabilidade na administração dos recursos financeiros e mais respeito por nossos cidadãos”, acrescenta.

Saiba mais sobre este candidato:
Signo: Gêmeos
Religião: Católico
Defeito: Confiar demais nas pessoas.
Virtude: Lealdade e comprometimento com a verdade
Time: Criciúma/Vasco
Esporte: Futebol
Livro: “Sonho Grande” de Jorge Paulo Lemann
Uma comida: Nada melhor que a nossa tradicional galinha com polenta e fortaia, principalmente aquela feita por nossas mães e avós. Mas também não dispenso um bom churrasco. O que gosta de fazer nas horas livres: Aproveitar as coisas simples da vida, estar com minha família e amigos.
Do que mais gosta nas pessoas: Sinceridade
Mal do século: Drogas, Impunidade e Corrupção.
Egoísmo, não se colocar no lugar do outro.
Um lugar especial: Meu lar.
Um dia para lembrar: O nascimento dos meus filhos.
Um dia para esquecer: Aquele 7×1. Acho que isso mexeu muito com a nossa autoestima como brasileiros. Mas conseguimos dar o troco e lavar a alma nessas Olimpíadas. Dar um pouco de alegria a um povo que ainda sofre tanto.
Nostalgia: Os almoços de domingo com toda a família reunida.
Líder político: Abraham Lincoln tem uma história magnífica de superação. Um exemplo de homem que passou por inúmeras derrotas, mas nunca desistiu de seus ideais.
Uma figura histórica: Tiradentes e sua luta pela liberdade
Um exemplo de vida: Madre Tereza de Calcutá
Um ídolo: Jesus Cristo
Um sonho: Um futuro melhor para a humanidade.
Daqui dez anos desejo… que nossos filhos possam viver e amar Urussanga como nós. Que ela seja uma terra de oportunidades para o grande e o pequeno, que respeite o jovem e o idoso, o campo e a cidade.
Frase de inspiração: O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado. (Albert Einstein)