Nova diretoria do Conseg toma posse

Na última terça-feira, dia 7, a nova diretoria eleita do Conseg, Conselho Comunitário de Segurança de Urussanga, assumiu a posse numa cerimônia realizada no Quartel da 2ª Companhia da GEIC, Quartel da PM.

O evento recebeu autoridades da Policia Militar, representantes das associações do bairro de Santana e Rio Carvalho e da CDL de Urussanga.

1º Tenente PM Ruy Florêncio Teixeira Junior, Gerente de Ações Institucionais da Diretoria de Segurança Cidadã, esteve presente e chamou atenção para a pouca participação de civis na cerimônia apesar de ser aberta ao público. “Desejo a nova diretoria sorte, pois muitas vezes receberão críticas e pouco apoio da parte das pessoas que deveriam estar aqui. Mas é um trabalho muito gratificante porque lá na frente enquanto a cidade estiver segura poderão dizer que foram parte desse processo”, exalta.

“Meu principal projeto é fazer com que mais pessoas participem do CONSEG. Ter integrantes de vários bairros, associações, clube de serviço representante do comércio, industriais e outros setores. Pois se todos nós nos unirmos por uma causa nobre, nossa cidade que já é boa fique ainda melhor, mas lembrando bem isso só depende da união de todos. Também quero enfatizar muito o programa vizinho solidário. É um projeto que está dando certo em muitas cidades e inclusive aqui em Urussanga onde já foi implantado em alguns lugares”, conta Valdecir Casagrande.

Capitão Anderson Torres, Comandante da companhia da Policia Militar de Urussanga, lembrou da importância da parceria entre a comunidade e a policia para a melhoria da segurança pública. “A própria Constituição Federal fala que a segurança pública é dever do estado, porém é responsabilidade do povo. Há alguns anos a policia militar vem trabalhando com a filosofia de policia comunitária. O principal meio é o Conseg, que junto com alguns programas funcionais preventivos da policia militar é um dos maiores pilares da nossa policia comunitária. É onde a comunidade se junta com a policia militar, para que a gente consiga resolver os problemas de segurança pública”, comenta.

O Comandante também explicou que a segurança pública é um termo bem abrangente. “O que a gente tem de segurança pública é apenas a criminalidade, mas não. Lixo em local errado, baixa iluminação em vias públicas, buracos, casas abandonadas, tudo isso são facilitadores para que a criminalidade aumente. O Conseg nos ajuda a verificar essas situações onde o crime pode vir a acontecer para que possam ser prevenidos. O conselho comunitário de segurança faz com que a comunidade se aproxime dos órgãos de segurança pra resolve problemas de segurança pública”, finaliza. .

Remember Night traz show de tributo ao ABBA

Os fãs do ABBA que se preparem porque a noite de 25 de agosto vai ser emocionante em Urussanga. A 14ª edição do Remember Night traz o melhor tributo ABBA da América Latina para o Centro de Evento na Matriz, a partir das 23h.

“É difícil compreender como esse conjunto de vozes suaves, melodias e harmonias combinam de forma tão gostosa, inebriando nossos ouvidos. Mas a grande verdade é que o ABBA se transformou numa máquina de grandes e eternos sucessos”, conta Jair de Ávilla, organizador do Evento.

O grupo tributo é de Sorocaba, São Paulo e já esteve no SBT na Maquina da Fama e Programa do Ratinho, na Globo, no Faustão e em muitos outros programas consagrados da TV.

Para completar a lineup Dj Regis e Remember Big Band se apresentarão após o tributo.

O evento já vendeu 800 ingressos ingresso e as vendas continuam aceleradas. “Haverá um público recorde nesta edição. Temos confirmações de presenças de Araranguá, Tubarão, Florianópolis, Braço do Norte e até de outros estados, a convite de casais da cidade. Praticamente todos os municípios do sul catarinense têm locais vendendo ingressos”, conta Jair.

O Remeber Night foi iniciado em 2012 e já trouxe covers de Bee Gees, Elvis Presley, The Beatles, The Fevers, show do cantor Peninha, Santolin com cover de Ney Matogrosso, Zezito Seixas e o ABBA Live da Argentina.

Pontos de vendas e compra online pode ser consultada no site Minha Entrada.

Mulheres Artesãs da Coopercocal criam Associação Cocal Arte

Com o propósito de fortalecer o artesanato sustentável e devido ao sucesso obtido no projeto Mulheres Artesãs criado pela Coopercocal em 2017, as participantes resolveram se unir e criar a Associação dos Artesãos de Cocal do Cocal (Cocal Arte).

Fundada em abril deste ano, a Associação tem por finalidade auxiliar o artesão, integrar seus associados no convívio social e estimular a geração de sua própria renda. Mantendo o apoio da Coopercocal passou a condicionar as duas oficinas de artesanato: o Grupo Mulheres Artesãs, onde técnicas manuais de produção são ensinadas para o uso utilitário e o Bercinho de Anjo, que se trata de uma oficina onde são produzidos kits berço para bebês que serão doados posteriormente.

Além das oficinas, a associação participará de feiras e exposições artesanais pela região com o objetivo de mostrar o quão valioso é o trabalho desenvolvido artesanalmente, não apenas pelo retorno financeiro através da comercialização, mas também pelo valor emocional despertado em quem produziu.

“Manter a cultura de uma cidade é muito importante, pois permite que valores não sejam perdidos. O projeto Mulheres Artesãs foi a chave de acesso para a criação desta associação, pois envolveu a comunidade na produção do artesanato sustentável valorizando e contribuindo com o desenvolvimento socialda nossa cidade”, afirma o presidente da Coopercocal, Altair Lorival de Melo, que juntamente com sua esposa Rita de Cássia Mendes Melo são incentivadores do projeto.

A associação conta com 30 participantes. Nesta semana, elas estarão participando da primeira exposição do grupo durante a XVIII Festa do Vinho. “Criamos uma variedade de peças exclusivas para expor, será nossa primeira grande exposição e estamos ansiosas. Aguardem que terá muita coisa bonita para as pessoas verem e levar para casa”, garante a artesã Elis Regina Dias Sangaletti.

 

Urussanga brinda a tradição na XVIII Festa do Vinho

Urussanga, detentora do título de Capital Catarinense do Bom Vinho desde 2002, é uma cidade de tradição. Um dos legados está em manter um dos elementos da sua identidade cultural: o vinho. Por isso, desde 1984, o município promove a consagrada Festa do Vinho. Toda essa tradição já começou a ser celebrada na noite do dia 8, com a abertura da 18ª edição do evento, que segue no Parque Municipal até domingo, dia 12 de agosto, com vinhos, gastronomia, atrações musicais regionais e shows nacionais.

A cerimônia contou com a participação de autoridades e representantes de diversos segmentos da sociedade. Após o descerramento da placa alusiva ao evento, a sabrage do espumante e a sangria do primeiro barril de vinho, a festa foi oficialmente aberta à comunidade.

“A XVIII Festa do Vinho será para todos nós mais uma grande oportunidade para manifestarmos os nossos valores culturais, nossos produtos típicos, entre tantas outras manifestações que serão vivenciadas durante esses cinco dias de festa. A Festa do Vinho é considerada uma das maiores de Santa Catarina. E é com grande responsabilidade que entendemos a necessidade de realizar eventos desta natureza, pois os resultados que serão trazidos à nossa cidade, sem dúvida alguma, serão revertidos em muitos benefícios materiais e culturais à nossa comunidade”, pontuou o prefeito de Urussanga, Gustavo Cancellier.

As primeiras pessoas que entraram no parque receberam uma taça personalizada, contendo vinho. Uma iniciativa da Comissão Central Organizadora (CCO), em parceria com a empresa Strawplast, que será realizada durante todos os dias do evento. A intenção é propagar a cultura do vinho aos visitantes.

“Brindamos a Tradição, o tema desta edição da Festa do Vinho, resume bem todo o espírito envolvido no evento, fazendo alusão aos 140 anos de fundação de Urussanga, 120 anos da produção da uva Goethe e 18 edições da Festa do Vinho. Sempre contando com centenas de voluntários envolvidos na Comissão Central Organizadora, subcomissões, entidades, aliadas ao empenho das pessoas ligadas ao Poder Público Municipal, vinícolas, e empresas parceiras, fazendo deste um dos maiores eventos de Santa Catarina”, enalteceu o presidente da Comissão Central Organizadora da XVIII Festa do Vinho, Sergio Luiz Maccari Junior.

A Festa do Vinho é considerada um evento referência em Santa Catarina por ter uma forte ligação com a filantropia. O público que aprecia os pratos gastronômicos do evento colabora com diferentes causas sociais. São mais de 10 locais espalhados pelo Parque Municipal envolvendo centenas de voluntários que representam entidades, clubes de serviço e associações culturais. Os vinhos tintos, e os brancos, frisantes e espumantes feito com a uva Goethe poderão ser apreciados durante o evento.

A cervejaria de Urussanga, Birra Del Nonno preparou uma lata exclusiva para comercialização no evento.

PRAÇA D’ITALIA

No ponto mais alto do Parque Municipal, na denominada Praça D’Italia, as vinícolas associadas à ProGoethe recebem os visitantes em seus espaços oferecendo acomodações diferenciadas, degustação gratuita e comercialização de vinhos numa área coberta e fechada. Entidades também ofertam gastronomia no local.

PROGRAMAÇÃO

A XVIII Festa do Vinho contará também com atrações musicais locais e regionais, campeonato de skate, apresentação de corais italianos da região, teatro infantil, parque de diversões, entre outros atrativos. O evento segue até domingo, dia 12, com outras grandes atrações como Chitãozinho e Xororó, Roupa Nova e Jorge & Mateus.

Nos dias 11 de agosto, sábado, das 10 às 16 horas, e no dia 12, domingo, das 10 às 14 horas, a entrada na Festa do Vinho será gratuita. Nos demais dias e horários haverá cobrança de ingressos devidos aos shows nacionais. A programação completa e os pontos de venda de ingressos podem ser conferidos nas redes sociais. A XVIII Festa do Vinho é uma realização da Prefeitura de Urussanga, por meio da Comissão Central Organizadora, em parceria com as entidades e associações culturais do município, e a empresa X9 Promoções Artísticas.

Talian: Professora italiana apresenta projeto de valorização do dialeto Veneto

O famoso dialeto “Talian”, variante da língua italiana, ainda é difundido em muitas cidades catarinenses, entre elas Urussanga. É este legado deixado pelos imigrantes italianos que interessa a italiana Giorgia Miazzo Cavinato e foi o que a fez visitar a cidade no dia 26 de julho, por intermédio da associação Trevisani Nel Mondo de Tubarão. Junto com o arquiteto Gianluca Parise, Giorgia participou de uma reunião, na Secretaria de Educação, com representantes do Poder Público e integrantes de movimentos culturais que atuam em Urussanga.

Os italianos apresentam o projeto “Cantando in Talian”, uma iniciativa que valoriza e promove a história e língua da imigração italiana no Brasil. A intenção de Giorgia é retornar a Urussanga em 2019 para desenvolver uma semana de atividades voltadas ao “Talian”, inclusive com aulas para crianças e adultos. As propostas da italiana são cursos, como didático para professores, de língua e cultura da emigração para adultos, de língua e cultura da emigração para crianças e palestra do fenômeno migratório.

“A vinda da Giorgia me fez ver o movimento que existe de preservação do Talian principalmente no Rio Grande do Sul e outros municípios de Santa Catarina, no Brasil todo. Uma tentativa com algum sucesso de valorizar e reascender nos municípios de descendência italiana o valor verdadeiro do Talian. Foi muito positiva a vinda deles para abrirmos nossos olhos para fazer uma integração nacional e internacional em defesa da nossa cultura e nossas origens. Seguramente vamos nos reunir para ver quais ações se deve tomar, pois as associações culturais abraçam o movimento do Talian como sendo uma necessidade, para que o movimento cultural cresça e que possamos obter valores maiores”, explica uma das coordenadoras do Movimento Ostrega, Marlene Zannin.

“Giorgia já vem a 15 anos desenvolvendo esse trabalho de linguística e possui uma bagagem grande. Vamos ver a questão de custos e estudar como abraçar esse projeto. Já têm pessoas interessadas nos cursos. É um trabalho muito interesse”, salienta o membro do Movimento Ostrega e da Associação Bellunesi, Adroaldo Apolinário.

Giorgia é professora de ensino superior, escritora, intérprete e tradutora, jornalista e líder de turismo. É autora dos livros “Descobrindo o Talian – Viagem de só ida para as Mèricas”, “Cantando in Talian – Imparar el talian cola musica” e “Scoprendo il Talian – Viaggio di sola andata per la Mèrica”. Atualmente ela também é coordenadora da seção do Brasil da Associação da Regione Veneto “Veneti nel Mondo” na Itália.

Em audiência, lideranças reivindicam melhorias urgentes na SC-445

Prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e empresariais de Urussanga e Morro da Fumaça reuniram-se na noite desta quinta-feira (2) para reivindicar a revitalização urgente do trecho da SC-445, que une os dois municípios. O ato aconteceu no salão paroquial da igreja São Pedro, em Urussanga, em meio a uma audiência pública promovida pela Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano da Assembleia com o objetivo de discutir o tema.

Com 18,9 quilômetros, a rodovia, também chamada Genésio Mazon, em homenagem a um dos seus idealizadores, é uma das principais ligações entre Urussanga e a BR-101, servindo de rota para o escoamento da produção local e também como via de acesso para os principais pontos turísticos da região, como o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, localizado no município de Treze de Maio.

De acordo com o presidente da Associação Comercial e Industrial de Urussanga (ACIU), Adroaldo De Brida, a estrada foi asfaltada há 17 anos e desde então não recebeu nenhum tipo de melhoria significativa por parte do governo, razão pela qual a entidade resolveu pleitear a obra. “A pavimentação foi inaugurada em 2001, na época muitas indústrias já estavam estabelecidas nas suas margens, mas hoje temos importantes empresas, de diversos ramos de atividades, com muitos funcionários que trafegam nessa rodovia e se ressentem pela falta de segurança. São comuns acidentes e atropelamentos, razão pela qual a ACIU resolveu tomar a frente e vir pedir de público a sua revitalização”, frisou Adroaldo.

Além do mau estado do pavimento asfáltico da via, foram citados problemas de conservação e mato alto nos acostamentos, falta de sinalização e iluminação. Para tentar minorar o problema, as prefeituras e até mesmo uma associação local de ciclistas têm partido para ações individuais, conforme disse o vice-prefeito de Morro da Fumaça, Eduardo Guolo. “Por inação do poder público estadual, os ciclistas se reuniram e resolveram fazer uma roçada no acostamento. No ano passado, também tivemos que recorrer a câmara de vereadores do município e pedir autorização para fazer a manutenção em uma barreira que estava caindo”, pontuou.

Tendo em vista o desenvolvimento econômico da região e o grande fluxo de pessoas causado pelo turismo e pela proximidade com o aeroporto de Jaguaruna, o prefeito de Urussanga, Luis Gustavo Cancellier, sugeriu que após os trabalhos de conservação, o trecho seja também duplicado. “O que precisamos é que vocês [deputados] sensibilizem os órgãos competentes do Estado para, primeiro, a realização imediata da manutenção corriqueira, em segundo, a revitalização e, em terceiro, a duplicação, já que está aumentando o fluxo de veículos na região”, salientou o prefeito.

Já o presidente da Associação do Bairro São Pedro, de Urussanga, Archângelo De Noni Neto, pediu que as comunidades locais sejam consultadas no momento da elaboração dos projetos relativos à via. Além do planejamento de uma ciclovia, foi apontada a necessidade de acessos mais facilitados aos bairros, lombadas e trevos.

MOBILIZAÇÃO PELA RODOVIA DEVE CONTINUAR

Falando em nome da superintendência regional do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), o engenheiro civil Carlos Augusto Rogério não trouxe boas notícias para os participantes da audiência pública.

De acordo com ele, a situação da SC-445 é comum a muitas outras rodovias pelo estado e a falta de recursos e de estrutura do órgão não permitem afirmar que o problema será solucionado em breve, sobretudo os projetos de duplicação, que seriam bem mais dispendiosos.

Segundo o profissional, o caminho para se chegar as melhorias almejadas passa pela mobilização das partes interessadas. “Esta questão deveria se dar por critérios técnicos, mas infelizmente não acontece assim. Depende de pressão política assim como quaisquer outras situações”, disse. Ele afirmou, entretanto, que já foram alocados recursos para tapar buracos e promover a limpeza de alguns pontos da rodovia.

Em resposta aos pleitos apresentados, o deputado Clesio Salvaro (PSB), proponente da audiência, afirmou que levará a questão ao Poder Executivo. “Após fecharmos essa pauta de demandas, vamos reunir todos os envolvidos, prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e solicitar uma audiência com o governador com a máxima urgência para, pelo menos, darmos um ponto de partida a essa questão. Acredito que se nos unirmos e nos somarmos a todos os que possam contribuir, teremos mais apelo para executarmos esse projeto”, ressaltou Salvaro.

O deputado José Milton Scheffer, que também participou da audiência, juntamente com o colega João Amin, também do PP, propôs que no final do ano os parlamentares apresentem uma emenda ao orçamento do Estado para a realização de melhorias na SC-445. Outra sugestão de Scheffer é que a rodovia possa receber recursos por meio de parcerias público-privadas.

Caso de Urussanga é a primeira morte registrada por H1N1 em 2018 na região

A notícia de uma morte assustou Urussanga na manhã desta quinta-feira (2). Isto porque o falecimento do caminhoneiro Rodrigo Sandrini, de 44 anos, representa a primeira vítima de H1N1 do ano de 2018 na região, que já possui 34 casos confirmados. Sandrini estava internado no Hospital São João Batista, em Criciúma, há 20 dias e era portador de uma doença crônica.

De acordo com o gerente Regional da Saúde, Fernando de Faveri o homem de Urussanga tinha direito a vacina da gripe, mas não foi vacinado. Segundo o gerente, nos últimos dias Sandrini chegou a apresentar melhoras, mas nas últimas horas o caso se agravou e ele veio a falecer.

O último Informe Epidemiológico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica Estadual, atualizado no dia 25 de julho de 2018, mostra que em todo o Estado de Santa Catarina foram detectados casos confirmados de Influenza em 77 municípios.

Os municípios com maior número de casos são: Florianópolis, com 34 casos; Joinville, com 23 casos; Criciúma e Tubarão, com 22 casos cada; Blumenau, com 20 casos; São José, com 17 casos; e Chapecó, com 12 casos.

SOBRE SANDRINI

Rodrigo Sandrini, de 44 anos, era filho do ex-vice-prefeito e ex-vereador, Altair Sandrini. Ele era caminhoneiro e deixa dois filhos. O velório ocorreu na Capela Mortuária de Urussanga na quinta-feira (2). Já o sepultamento acontece nesta sexta-feira (3) no cemitério de Pindotiba, em Orleans.

Dia dos Pais: vendas devem movimentar o comércio em Santa Catarina

Na semana que antecede o Dia dos Pais, a Fecomércio SC ouviu consumidores de sete cidades catarinenses com intuito de mapear a intenção dos gastos na principal data do terceiro trimestre do ano. Os indicadores foram apurados na Pesquisa de Intenção de Compras para a o Dia dos Pais, realizado pelo Núcleo de Pesquisas da Entidade e projetam o comportamento de consumo no Estado, orientando os empresários em sua tomada de decisão.

A expectativa do gasto médio alcançou R$ 158,06 em 2018, leve alta de 1,8% na comparação com a intenção de gastos em 2017. Entre as cidades catarinenses, Itajaí registrou o maior valor de gasto médio, R$176,03. Já os joinvilenses programam consumir 17,34% a mais que no último ano – o gasto médio pulou de R$125,08 em 2017 para R$146,77 em 2018.

No panorama estadual as famílias catarinenses declararam estar uma situação financeira melhor que no último ano (38,7%). O quadro favorável refletiu na confiança do consumidor na hora de planejar seus gastos.

“Os catarinenses mantêm cautela em relação às novas dívidas, mas demonstram confiança quanto aos gastos optando por consumir dentro do seu poder de compra. Esse comportamento reduz o endividamento familiar, ao mesmo tempo em que lança importantes recursos para a economia catarinense nesta fase de consolidação da recuperação econômica”, avalia o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

O estudo mostra os catarinenses mais ponderados, buscando o melhor preço (38%) e optando pelo pagamento à vista em dinheiro (62,5%). No recorte regional, 95% dos entrevistados em Joinville irão fazer uso da pesquisa de preço, 79,5% dos Chapecoenses pretendem optar pelo comércio de rua na hora das compras e em Blumenau 31,2% dos consumidores planejam comprar os presentes em Shopping Centers.

Revisão do Plano Diretor: É chegada a hora

Regulamentar o desenvolvimento. É desta forma que o presidente do Conselho do Município de Urussanga (Comur), arquiteto e Mestre em Turismo e Hotelaria, Fernando Luigi Fontanella define o Plano Diretor de um município. “O Plano Diretor Participativo é o principal instrumento de política de planejamento de cidade. É um instrumento de organização e gestão do território instituído pelo Estatuto da Cidade (Lei Federal). Possui os princípios, diretrizes e normas a serem utilizadas como base para o desenvolvimento como, por exemplo, diretrizes econômicas, estruturais, ocupação do solo e outros”, explica.

Urussanga instituiu o Plano Diretor através da Lei Complementar n° 08, de 1° de julho de 2008. Registra-se no documento uma revisão após 10 anos, ou seja, prazo para este ano. “O planejamento deve abranger um determinado período de tempo. Após este período a revisão é necessária. É preciso uma avaliação do resultado do que foi realizado e verificar as novas perspectivas. O conselho nos últimos dois anos se reuniu e levantou alguns pontos do que poderia ser abordado na revisão e também recebemos da população algumas demandas”, pontua.

No documento de 2008, o município possuía quatro objetivos estratégicos. O primeiro era tornar Urussanga pólo agropecuário regional, voltado ao desenvolvimento agroindustrial, aproveitando o estágio tecnológico avançado do setor e sua localização geográfica privilegiada. O segundo era fortalecer as relações de integração e complementaridade entre o município e o polo industrial e tecnológico regional, aproveitando sua localização geográfica privilegiada e favorecer o desenvolvimento da indústria, comércio e serviços identificados com as vocações municipais.

Já o terceiro se referia a promover o turismo como atividade econômica local, integrando-o regionalmente com ênfase em seu patrimônio cultural, arquitetônico, gastronômico e na vitivinicultura. E o último era promover a preservação, conservação e recuperação dos seus recursos naturais, em especial dos seus recursos hídricos.

Nos últimos dez anos alguns destes objetivos não foram alcançados com excelência. “No Plano Diretor existe os instrumentos urbanísticos e eles devem possuir uma lei em específico para regulamentá-las. Por exemplo, uma Legislação que disponha sobre a “outorga onerosa do direito de construir”, que pode potencializar o índice construção em alguns locais específicos. No planejamento urbano é mais interesse que a cidade se concentre onde já existe infraestrutura”, comenta.

De acordo com Fontanella, o plano diretor é participativo em sua essência e por isso a população será convidada a participar dos trabalhos de revisão. “Oficinas de capacitação são um meio de familiarizar as pessoas com os temas que serão abordados e assim elas poderão se posicionar melhor. Primeiro ocorrem as oficinas e depois as audiências públicas. Todos os bairros, setores, enfim, todo o município será ouvido. Geralmente empresas de consultoria são contratadas para elaborar ou revisar o Plano Diretor a fim de seguir uma metodologia e desenvolver esse trabalho. Dentro do COMUR já foram levantadas algumas questões da revisão, mas não há previsão para início das discussões em específico. O conselho deve passar por reformulações para que esteja bem estruturado para exercer seu papel”, frisa.

REVISÃO É ESPERADA POR SETORES

A revisão do Plano Diretor Participativo de Urussanga também é aguardada por setores. A Associação Industrial de Urussanga (ACIU) ressalta a necessidade de uma boa avaliação para mudanças no atual documento. “Entraves estão dificultando o crescimento, ampliação e desenvolvimento de nossas empresas, bem como de nosso município”, comenta o presidente da ACIU, Adroaldo De Brida.

Algumas alterações são anseios do empresariado como, por exemplo, alterar a margem esquerda da Rodovia Genésio Mazon, após ponte do São Pedro para área ou Zona Industrial. “Temos várias empresas naquele local as quais não conseguem captar recursos para ampliação por estar hoje como Zona Rural”, reforça.

No caso de obras feitas próximas aos cursos d’água naturais, perenes e intermitentes, que são considerados Áreas de Preservação Permanente (APP), a distância permitida pelo Código Florestal (atualizado pela Lei nº 12.727/12) é de 30 metros, para os cursos d’água de menos de 10 metros de largura, e de 50 metros, para os cursos d’água que tenham de 10 a 50 metros de largura.

De acordo com a ACIU, a associação vê a necessidade da diminuição do limite da faixa de proteção ambiental para construções a margem dos rios. “Hoje está em 30 metros. Mas já existem edificações antigas dentro desta dita faixa. Estes terrenos são subaproveitados e vazios oferecem mais riscos à população. Temos terrenos dentro da área urbana e fora dela”, salienta.

Outras mudanças almejadas pela classe é aumentar o padrão construtivo (número de pavimentos) dentro do perímetro urbano, além de retirar do Plano Diretor a palavra “proibir” e substituir pela palavra “regulamentar”.

“Também achamos importante regulamentar as votações no Plano Diretor, de modo a que uma comunidade que tenha mais de uma associação, somente uma delas terá direito a voto, deverá haver um consenso da comunidade. Outra questão é reduzir para três anos o prazo para revisão do Plano Diretor de Urussanga”, pontua.

Da área da construção civil, a Construtora Cechinel também idealiza a revisão do limite de pavimentos. “Não precisa chegar ou passar de dez. Mas talvez oito andares. Esse número maior já não afetaria tanto nós e nem o cliente final no que se refere a custos”, explica o proprietário da construtora, Jorge Cechinel. “Também gostaríamos de um melhor esclarecimento com relação a construção nas proximidades de rios”, acrescenta.

Art. 2. Este Plano Diretor abrange a totalidade do território do Município de Urussanga,
adequando sua política de desenvolvimento territorial e urbanístico às diretrizes estabelecidas
nos termos do art. 2.º, incisos I a XVI, da Lei Federal n.º 10.257, de 10 de julho de 2001 –
Estatuto da Cidade, e define:
I – a política e as estratégias de desenvolvimento territorial e urbanístico do município;
II – os critérios para garantir que a cidade cumpra com sua função social;
III – os critérios para garantir que a propriedade cumpra com sua função social;
IV – as regras orientadoras do uso e da ocupação do solo;
V – a previsão e forma como serão implementados os instrumentos do Estatuto da Cidade
no município;
VI – o planejamento e a gestão democráticos do desenvolvimento territorial e urbanístico.

Art. 5. Constituem os objetivos estratégicos do Município de Urussanga:
I – tornar o Município pólo agropecuário regional, voltado ao desenvolvimento
agroindustrial, aproveitando o estágio tecnológico avançado do setor e sua localização
geográfica privilegiada;
II – fortalecer as relações de integração e complementaridade entre o Município e o pólo
industrial e tecnológico regional, aproveitando sua localização geográfica privilegiada e
favorecer o desenvolvimento da indústria, comércio e serviços identificados com as
vocações municipais;
III – promover o turismo como atividade econômica local, integrando-o regionalmente,
com ênfase em seu patrimônio cultural, arquitetônico, gastronômico e na vitivinicultura;
IV – promover a preservação, conservação e recuperação dos seus recursos naturais, em
especial dos seus recursos hídricos.

Decoração evidencia a história do vinho em Urussanga

Tinas, cachos de uva, a importância do Vinho Goethe e tantos elementos da história de Urussanga estarão em evidência na decoração que está sendo montada na cidade para a realização da XVIII Festa do Vinho. Pelas mãos de 14 voluntárias o trabalho vem sendo montado dia a dia e já ganhou as ruas do município.

“Já colocamos os elementos decorativos na praça e agora vamos trabalhar os trevos do município. No trevo próximo a empresa Minaplast será trabalhada a colheita da uva. Já no trevo próximo ao terminal rodoviário, o foco será o esmagamento das uvas. Já no espaço localizado no Bairro Nova Itália, o vinho pronto para o consumo estará em evidência”, esclarece uma das voluntárias, Joariza De Bona Sartor do Amaral.

Além dos trevos e da Praça Anita Garibaldi, também receberão a decoração o Parque Municipal Ado Cassetari Vieira, além de ruas do centro da cidade.

“Urussanga já está em clima de Festa do Vinho e todo esse trabalho realizado por tantos voluntários merece ser enaltecido. Todos se esforçam para fazer o melhor evento para os urussanguenses e também todos os visitantes que virão ao nosso município”, garante o presidente da Comissão Central Organizadora da festa, Sergio Luiz Maccari Junior.

Birra Del Nonno lança produto exclusivo para a Festa do Vinho

A cervejaria Birra Del Nonno, genuinamente de Urussanga com apenas quatro anos de atuação, mostra ousadia e empreendedorismo em suas ações. Neste sábado, dia 4, durante o pré-evento da XVIII Festa do Vinho, será apresentado ao público um novo produto exclusivo feito em alusão a este grandioso evento realizado na cidade há mais de três décadas.

A cerveja artesanal em lata com o nome “Festeggiare” traz em sua embalagem também a denominação “Illuminati”, de estilo Blond Ale, a mais apreciada pelos clientes da cervejaria. O produto presta uma homenagem à Festa do Vinho.

“Será o produto mais exclusivo que já produzimos até o momento, primeiro por se tratar de uma lata de 473ml, e segundo por ser uma edição especial do evento. O sabor é o da nossa cerveja que mais agrada o público, principalmente os que estão conhecendo o mundo das cervejas artesanais. A embalagem é um espetáculo à parte, totalmente nova, reestilizada e, o melhor de tudo, evidenciando a tradicional Festa do Vinho”, explica um dos sócios-proprietários da cervejaria Birra Del Nonno, Luiz Paulo dos Passos.

A ideia de envasar cerveja artesanal em lata havia sido estiudada pelos sócios-proprietários desde a concepção da cervejaria. No início, com o volume de produção máximo não atendendo ao mínimo requisitado pela empresa responsável pelo envase, o projeto foi engavetado. Agora, o aumento da produção aliado a possibilidade de oferecer este produto na Festa do Vinho tornou-se o momento ideal para colocar em prática esta novidade.

Para a produção das latas foram aproximadamente três meses de dedicação, desde o planejamento até o envase, que ocorreu na manhã de ontem, dia 2 de agosto. “Iniciamos com a produção do rótulo. Depois os rótulos produzidos foram fixados nas latas e, por fim, a empresa responsável pelo envase trouxe sua fábrica móvel que foi instalada na cervejaria para realização do envase”, pontua.

As latas exclusivas serão oficialmente comercializadas a partir da próxima quarta-feira, dia 8, data de abertura da XVIII Festa do vinho. O produto será disponibilizado por meio de algumas das entidades participantes do evento.

“Para nós, da cervejaria Birra Del Nonno, é uma conquista poder participar e ser a cerveja artesanal oficial e exclusiva em uma festa que se estende ao longo de mais de três décadas. Representamos o potencial dos urussanguenses em produzir uma cerveja de qualidade”, finaliza.

LOCAIS DE VENDA DAS LATAS DURANTE A FESTA DO VINHO – box

26º Grupo Escoteiro Urussanga
Associação Bellunesi de Urussanga
Associação de Moradores do Bairro das Damas (Amodamas)
Associação Coral Santa Cecília
APAE
Barraca do Taliano
Clube dos 13
Centro de Assistencia Social – CASBEC
Paraíso da Criança
Rotary Clube

Governo de Cocal do Sul oferece aulas de língua portuguesa para mais de 70 haitianos

Projeto é desenvolvido pelas secretarias de Assistência Social e Educação de forma gratuita e tem o objetivo de auxiliar os estrangeiros na busca por emprego

O jovem Claudina Claude, de 25 anos, quando decidiu deixar o Haiti não imaginava que a vida em país estrangeiro teria tantas barreiras. Desempregado há oito meses, a maior dificuldade é conseguir um emprego, a exemplo de mais da metade dos haitianos que vivem em Cocal do Sul. A alternativa para tentar mudar esse cenário surgiu há três meses com a oportunidade de aprender a língua portuguesa. “Estou aprendendo o novo idioma para conseguir um emprego. Esta muito difícil. Já deixei currículo em várias empresas”, explica Claude em português com a ajuda do colega.

O Governo Municipal por meio das secretarias de Assistência Social e Educação oferecem gratuitamente aulas do idioma brasileiro para mais de 70 haitianos, divididos em duas turmas. A capacitação é realizada na escola Demétrio Bettiol no período noturno. Ela acontece todas as quartas e quintas-feiras e é ministrada pela professora Maria de Fátima Custódio.

“Esta é uma forma de contribuir e facilitar o dia a dia dos haitianos que residem em nossa cidade. Percebemos a necessidade e desejamos que todos possam desenvolver suas habilidades e conquistar seus objetivos. Além de ensinar as regras gramaticais e a pronúncia correta, o trabalho ajuda os estrangeiros na ambientação e inclusão social, tornando algumas atividades do cotidiano mais simples”, declaram o prefeito Ademir Magagnin e a vice-prefeita, Cirlene Gonçalves Scarpato.

Jesumene Bozil vive há três anos com a família no município, o marido e seus dois filhos que estudam na rede municipal de ensino. Para ela, as aulas de língua portuguesa só têm ajudado. “É um pouco difícil, mas a gente aprende. Para mim é importante, pois tenho as crianças na escola e também preciso ajudá-las com as tarefas. Quero falar muito bem e me explicar bem. Estamos felizes aqui”, afirmou.

Hoje, mais de 150 haitianos residem em Cocal do Sul. Todos se ajudam entre si e recebem também algum auxílio do município. “As aulas de português para esses alunos estrangeiros são um passo importante para a conquista da cidadania e interação social. É gratificante perceber que esta iniciativa está os ajudando de alguma forma”, observa a secretária de assistência social, Angela Mendes Anjo.

Muitos dos haitianos que vivem no município têm mais estudos que boa parte dos brasileiros. Eles falam inglês, francês, crioulo (um dialeto haitiano), espanhol e iniciaram ou concluíram uma faculdade no país natal, como é o caso de Peterson Rubin, de 28 anos. Ele começou engenharia civil e precisou parar o curso por causa de problemas financeiros e da situação econômica do país de origem. “Meu sonho é voltar ao Haiti. Estou aqui com meu irmão, mas só retornarei quando tiver uma profissão. Estou me dedicando para falar fluentemente a língua brasileira. Já consigo me virar, mas quero muito fazer um curso na área de mecânica ou engenharia, mas esta difícil. Trabalho no pesado e o que ganho dá só para nos manter. Mas tenho fé de ainda poder estudar”, afirma.

Já Clebert Joseph, de 38 anos, mora com a esposa e não vê a hora de poder trazer o filho de sete anos que ficou no Haiti. “Nós não temos o dinheiro para a passagem. Precisa juntar muito. Não sabemos quanto tempo mais vamos ficar longe. Eu falo mais de quatro idiomas e hoje trabalho nas empresas Eliane. A língua portuguesa não é difícil para mim e as aulas durante a semana só me ajudam a aprimorar ainda mais o idioma eu facilita no trabalho”, ressalta.

A professora, Maria de Fátima não fala francês e nunca tinha ensinado a língua materna a estrangeiros. “Esse projeto é desafiador. Toda semana é uma caixinha de surpresas. Nós ensinamos gramática, palavras de um vocabulário mais voltado para as atividades profissionais, saudações e com o tempo fomos abrindo espaço para outras atividades, como leitura e escrita. Eles têm facilidade na aprendizagem por falarem outros idiomas. É muito prazeroso estar com eles e contribuir para o aprendizado. Eles já são vitoriosos por deixarem tudo para trás em busca de uma vida melhor. Todos têm sonhos e muita vontade de aprender e trabalhar. Inclusive temos um aluno que iniciou curso superior em ciências da computação na Unesc nesta semana”, finaliza a professora.

Representante de Urussanga é eleita Miss Santa Catarina 2018

A modelo Bruna Vitali, de 20 anos, representou Urussanga e foi escolhida Miss Santa Catarina 2018, no concurso que ocorreu na noite do último sábado, 28 de julho, no Centro Brand de Eventos, em Florianópolis.

Ela competiu com outras 52 candidatas de diversos municípios do estado, que passaram por diversas etapas e votações de jurados. A eleita vai concorrer ao título ‘Miss e Mister Brasil’, realizado pelo Sindicato Nacional da Beleza, o Pró-Beleza, no dia 10 de dezembro, em São Paulo.

Tanto a Miss quanto o Mister Santa Catarina agora passam a viabilizar ações sociais e beneficentes junto do Pró-Beleza, onde através do projeto social “Beleza do Bem” irão espalhar amor desenvolvendo atividades nas periferias, levando ensino de moda gratuito e também realizando ações de arrecadação de alimentos para as dezenas de entidades cadastradas no projeto.

“Como agentes culturais de beleza, agora que foram eleitos, eles precisam se engajar nas ações sociais. Eles contribuirão com a arrecadação de roupas, brinquedos, alimentos e até organizar aulas de formação profissional gratuitas nas periferias. Tem que ter beleza e conteúdo, educação, caráter, bom histórico para ser eleito”, contou Jho Amorim, diretor do concurso.

Bruna Vitali é modelo e está cursando universidade de estética. Ela afirma que o título de Miss era o seu maior sonho e almejava ele para que pudesse levar mais amor e oportunidades para as pessoas. “Eu me sinto honrada em poder representar  o estado de Santa Catarina, o qual que tenho muito amor e carinho. Quero propagar para todo Brasil não só as belezas do estado, mas ajudar a melhorar tudo o que precisa e honrar esse povo que acreditou em mim”, comentou a Miss.

O evento contou com a presença especial do Mister Brasil 2017 Bruno Poczinek, que representou Santa Catarina no certame nacional de 2017 e foi eleito sendo o primeiro Policial Militar da história a ser Mister Brasil e também com a presença da ex BBB Natália Casassola no corpo de jurados.

Casamento coletivo é realizado na Igreja Evangélica Assembléia de Deus

No último sábado, dia 28, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, em parceria com o Cartório de Registro Civil, realizou o casamento coletivo de 15 casais da comunidade evangélica. Pastor Marcio Moreira, um dos organizadores, conta que a ideia surgiu quando identificaram vários casais com seus estados civis irregulares, sem terem o matrimônio oficializado. “Muitos casais estavam vivendo há algum tempo juntos, alguns já com filhos. O tempo vai passando e as pessoas acabam deixando, não agilizam e não acertam a sua situação. Alguns também não tem condições de fazer o casamento, de fazer algo bonito, como uma decoração, contratar fotografo, um lugar adequado”, explica.

Inicialmente 30 casais participariam da cerimônia, mas por conta de agilização de documentação apenas 15 conseguiram participar. “É importante as pessoas regulamentarem sua situação perante a sociedade e as leis. Até para amparo dos filhos e também para valorização da família”, conta o Pastor.

Hendyli Godin Marchet e João Marchet foram um dos casais que tiveram a oportunidade de participar do casamento civil e religioso, com direito a marcha nupcial e troca de alianças. “Com o casamento comunitário, eu e meu marido podemos ter o prazer e a emoção de ter uma cerimônia de casamento. Foi um momento maravilhoso em nossas vidas, pois sempre sonhamos em casar, e podemos realizar esse sonho com o casamento comunitário”, finaliza Hendyli.

Construtora Fontana participa de resgate histórico em Urussanga

Urussanga respira cultura típica italiana e neste quesito a gastronomia respira polenta. Pensando em resgatar o passado e dar um presente ao futuro, a Construtora Fontana, com apoio do grupo Amici Della Polenta e da Prefeitura de Urussanga, atua na reconstrução de uma atafona histórica e centenária. O pequeno engenho para produção artesanal de farinha ficará exposto, e à disposição da comunidade, no Parque Municipal Dr. Ado Cassetari Vieira.

A atafona, de nome “iL Mulin di Santo Sartor”, em homenagem a seu último detentor, inicialmente, pertenceu a tradicional família Trento, na localidade de Rio Carvão. Em seguida, ela foi adquirida pelo tafoneiro Santo Sartor (in memoriam), na comunidade de São Pedro. A Construtora Fontana então adquiriu um terreno e fez a doação de materiais antigos como tijolos maciços e madeira ao grupo Amici Della Polenta para que eles possam construir a edificação que irá abrigar o equipamento.

O grupo, que tem a finalidade de resgatar, preservar e difundir a cultura dos imigrantes italianos, através da gastronomia, possui 27 integrantes, todos atuando de forma voluntária.

Segundo o presidente do Amici Della Polenta, Gilson Antonio Fontanella, a atafona trabalhou por muitos anos moendo milho para fazer a farinha, principal ingrediente para elaborar uma polenta, transformando a vida de muitas pessoas que dali tiraram o sustento.

“Este senhor (Santo Sartor) faleceu e ela acabou ficando desativada até então. Com o resgate deste equipamento, que está em perfeitas condições, será possível reconstruí-lo originalmente no Parque Municipal. Em princípio, a obra seria mais simples, básica, mas com todo material que a Construtora Fontana também está doando será refeita uma atafona muito mais significativa, imponente e que vai encantar, não só os urussanguenses, mas todo que visitarão nossa cidade”, atribui Fontanella, acrescentando que a Prefeitura cedeu o terreno no Parque onde ficará à disposição de todos.

Para o diretor-presidente da Construtora Fontana, Olvacir Fontana, participar deste resgate histórico, cultural e gastronômico tem um significado muito especial. “Tenho um enorme carinho por Urussanga. Foi onde nasci, cresci, aprendi com meu pai sobre o empreendedorismo, pois é local de gente de muito trabalho, e onde a construtora deu seus primeiros passos. Participar desta reconstrução tem um grande significado. Além de resgatar a história da cidade, irá embelezar ainda mais o Parque e servirá também para auxiliar a população. É um momento de muito orgulho e Urussanga ficará ainda mais bonita e acolhedora”, sublinha Fontana.

Italiano conhece Goethe e idealiza parcerias para desenvolvimento do território

Um elemento da identidade cultural local ligado à imigração italiana e mantido por descendentes no sul de Santa Catarina torna-se objeto de análise no universo enológico. Uma variedade rara que produz vinhos singulares transformou este território em Vales da Uva Goethe, região detentora da primeira e única Indicação Geográfica (IG), de Procedência, do setor vitivinicultor do Estado. As fragilidades e potencialidades deste local peculiar atraíram o documentarista e enólogo italiano Mauro Zardetto, da Associazione VenetoBrasile di Conegliano, oriunda da região de produção do autêntico Prosecco DOCG. Entre os dias 21 e 23 de julho ele conheceu os municípios de Urussanga e Pedras Grandes (Azambuja).

Ele percorreu partes do território, conheceu vinhedos, conversou com produtores de uva e de vinhos artesanais, trocou experiências com proprietários de quatro vinícolas e de estabelecimentos ligados ao turismo, bem como degustou diferentes produtos feitos com a variedade Goethe. O italiano também se reuniu com autoridades municipais, políticos, produtores de uva e vinho, órgãos estaduais e entidades na Estação Experimental da Epagri, em Urussanga. O encontro foi de discussão com a finalidade de buscar o desenvolvimento dos Vales da Uva Goethe.

“Foram dias intensos de degustações e muito conhecimento. Tudo muito emocionante e interessante para a amizade e o trabalho que esperamos todos juntos. Eu pude ser tocado pela riqueza e pela demonstração qualitativa. A reunião foi importante para um confronto e troca de experiências. É um percurso longo que começa agora com todos os operadores juntos. De minha parte retorno a Itália com o propósito de levar uma base de informações para uma relação da Scuola Enologica di Conegliano com Urussanga, bem como com a Epagri uma parceria tecnológica e científica. E também com o movimento internacional Slow Food que inseriu a uva Goethe na Arca do Gosto como produto raro e típico a ser protegido”, salienta.

A visita de Zardetto ao sul de Santa Catarina é fruto de uma aproximação de iniciativa da Associazione Trevisani Nel Mondo, em 2014, entre as duas regiões vitivinícolas, e que ganhou ainda mais força com uma explanação feita sobre a uva Goethe para alunos da Scuola Enologica di Conegliano em fevereiro deste ano. Na oportunidade, a secretária da Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), Patricia Mazon fez uma breve apresentação da história e das vulnerabilidades e dos elementos com potencial da região. A apresentação da uva Goethe, que é originária de um cruzamento com Moscato D’Amburgo, foi muito apreciada pelos estudantes e professores da escola enológica italiana.

TRATATIVAS

As tratativas para aproximação da Associação ProGoethe, no Brasil, e a Scuola Enologica di Conegliano, na Itália, iniciaram em 2014 envolvendo o Comitato Veneto di Santa Catarina (COMVESC) e Associazione Trevisani Nel Mondo di Urussanga e também de Tubarão junto com as cidades de Valdobbiadene e Conegliano, bem como as seccionais nestes locais da associação cultural Trevisani.

A manutenção desta aproximação ocorreu em 2017 com a entrega de cartas da Prefeitura de Urussanga aos prefeitos de Conegliano e Valdobbiadene por intermédio da Associazione Trevisani. A intenção também foi demonstrada pela Associação dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), que solicitou uma contribuição da Associazione VenetoBrasile di Conegliano para desenvolver uma projeto concreto de colaboração.

 

Região Sul é responsável por mais de 90% das uvas produzidas para processamento no Brasil

Herança da colonização italiana, a produção de vinhos nos estados da região sul é a maior do país, só no rio grande do sul, 138 variedades de uvas são cultivadas. O estado possuía mais de 670 vinícolas, e exporta para 51 países, além disso o Rio Grande do Sul é responsável por 90% da produção nacional de uvas, e elabora 90% do vinho produzido no país, 85% do espumante, e 90% do suco de uva.

O gerente comercial da Ibravim, Diego Bertolini, destaca a produção vincula no estado. “O estado do Rio Grande do Sul é um estado mais tradicional. Hoje nós conseguimos desenvolver vinhos de altíssima qualidade em todo o território brasileiro. No caso do Rio Grande do Sul, a região da campanha, Serra Gaúcha com os espumantes, a região farroupilha com os moscatéis e em Santa Catarina os vinhos de altitude. O grande ponto é que o Brasil como um todo vem evoluindo em relação a qualidade. Hoje em dia o vinho brasileiro tem mais de 3000 medalhas internacionais. Não só vinhos do Rio Grande do Sul mas de todo o Brasil, mostrando que o Brasil e não só o Rio Grande do Sul tem condições de produzir vinhos de altíssima qualidade”.

O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas empresas (Sebrae) recentemente renovaram o convênio nacional para o projeto Valorização dos Vinhos Brasileiros. No total as entidades destinaram cerca de 5 milhões de reais para investimentos em iniciativas que terão como foco a valorização da produção e o fortalecimento comercial do vinho brasileiro no mercado interno. Entre os estados beneficiados pelo projeto estão Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. Bertolini falou sobre a importância da ação. “O projeto de Valorização do Vinho Brasileiro é um convenio que visa a disseminação de boas práticas e também a promoção do vinho brasileiro no território nacional. Como a gente tem a parceria com o Sebrae, tem esse primeiro grande objetivo de a gente envolver as boas práticas da produção vitícola e vinícola de todo o país. Esse convênio com o Sebrae é um convênio bem amplo. Com vários ações que vão desde o produtor rural, na vinícola até o agente comercial”.

Santa Catarina ainda é um grande produtor de vinho de mesa. Atualmente cerca de 100 vinícolas no estado, sendo que 40% desse número representa vinícolas abertas a menos de 15 anos. Porém o mercado de vinho catarinense vem sofrendo alterações. Atualmente o estado é famoso pela produção dos chamados vinhos de altitude, que são considerados de qualidade superior. Os principais municípios que produzem esse tipo de vinho no estado são Caçador, São Joaquim e Campos Novos.

O presidente do Sindivinhos de Santa Catarina, Mauricio Carlos Grando, destacou que nos últimos anos houve uma redução na produção de vinhos comuns, feito com uvas hibridas e americanas, tendo um aumento de produção de sucos integrais e concentrados e de espumantes. “Em 2018 os números que nos passaram ainda não são os oficiais, são números ainda aproximados. Algo em torno de 18 milhões de kilos de uva foram produzidos em Santa Catarina. E foram trazidas de outros estados algo entre 8 milhões de kilos, chegando na faixa de 29 milhões mais ou menos de produtos elaborado no estado. Sendo que diminui o volume de vinhos comuns, aumenta-se o volume de vinhos de uva vitis vinifera. Em 2017 nós fizemos em torno de 600 mil garrafas de vinho de uvas vitis vinifera, passando para 2018 em 1 milhão 350 mil garrafas. O suco passou de 3 milhões e 35 mil em 2017 para 4 milhões e 500 mil garrafas em 2018”.

Já o estado do Paraná é marcado pela produção pulverizada da uva e do vinho, com destaque especial para as vinhas localizadas na região da grande Curitiba, e nas regiões norte e noroeste do estado. O vinho produzido no Paraná é colonial e tradicional, obtido a partir de variedades de uvas hibridas vindas do Rio Grande do Sul e de uvas produzidas no próprio Paraná.

Candidatos do PDT visitam JV

Manoel Dias e Rodrigo Minotto estiveram na sede do jornal acompanhados do vice-prefeito Décio Silva

Ele era amigo do padre Agenor e, quando deputado, chegou a ajudar na construção do Paraíso da Criança, no final da década de 60. Manoel Dias, ex-ministro do trabalho e ex-deputado estadual, visitou a sede do jornal recordando de sua ligação com Urussanga logo após ser confirmado como candidato à Câmara Federal na convenção do PDT no último final de semana.

Ao lado do candidato à reeleição, deputado estadual Rodrigo Minotto, e do vice-prefeito de Urussanga, Décio Silva, Manoel Dias, que é natural de Içara, revelou suas concepções e também propostas para o Brasil e região sul de Santa Catarina. Confira a entrevista:

JV: Por que o senhor resolveu ser candidato a deputado federal?

Manoel: A candidatura à Câmara Federal foi uma exigência da direção nacional do PDT e do candidato a presidência do Brasil, Ciro Gomes. Eu já tinha a biografia feita e o partido quer eleger deputados comprometidos com a causa e o projeto do PDT. E a direção nacional está me ajudando nisso, para que como deputado federal possa integrar esse grupo para manter a defesa dos nossos postulados. Hoje o partido tem deputado estadual. O Minotto é o primeiro que permanece o mandato todo no PDT e fez bom mandato de ponto de vista partidário e de ação parlamentar. Deve ser o mais votado da nossa aliança, que constituímos com 11 partidos. Em cima desse trabalho que fizemos o partido criou uma rede estadual. A ideia é eleger um na esfera federal e três estaduais, o que nos transformaria o potencial que tinha o antigo trabalhismo em Santa Catarina para decidir eleições estaduais. Um partido tem que ter história. Nosso partido está colocando à disposição da população brasileira um candidato preparado, que formulou projeto de desenvolvimento nacional com distribuição de renda e recuperar espaço que historicamente foi nosso. E nossa história garante que seríamos altamente importantes na recuperação e retomada do Brasil política e economicamente.

JV: Qual é o propósito do senhor e os seu projetos para federal?

Manoel: Quero ser primeiro a defender aquilo que para nós é um fato histórico. Nosso partido tem lado, dos trabalhadores, historicamente, os que produzem a soberania, indústria nacional. É a soma dessas forças que vão gerar o desenvolvimento. Emprego gera renda e renda gera circulação de riqueza. Neste processo de construção quero ser deputado federal para defender isso e fazer o Brasil se recuperar, sair dessa crise. É um momento ímpar para contribuir com o Brasil e buscar soluções para que possa, com a soma e participação de todos, estabelecer processos de desenvolvimento. Uma país detentor de toda essa diversidade, fronteiras agrícolas, reservas mineiras, maior reserva de água potável do mundo que vai ser objeto das futuras guerras… Não tem o porquê de o Brasil viver esse momento triste que está vivendo. Tem tudo para ser uma grande potência. Somos a 8ª economia do mundo. Temos que voltar a fazer o governo criar investimentos em infraestrutura e abordar alguns setores que tenham mais rápida resposta no emprego, como a construção civil, atividade que tem no uso de implementos uma resposta imediata na geração de emprego. É preciso investir em infraestrutura para permitir a reestruturação do Brasil e também em novas tecnologias. Brasil só será vanguarda na medida que dominar o desenvolvimento. Outro ponto importante é fazer investir numa profunda proposta educacional, em tempo integral, nos moldes que o Brizola implantou. O tempo integral implica em uma mudança radical, remuneração adequada, capacitação. A elite brasileira negou e continua negando ao povo direito de acesso a educação para ficar essa grande massa de manipulação. Como deputado também vou para lá denunciar os privilégios, dentro do afrouxamento ético e moral que o Brasil sofreu com a participação do executivo e judiciário foram se criando privilégios. Modelo que se tornou figuras soberanas a despeito da miséria que o povo passa e sofre. Tem que se dar o exemplo. A descrença que o povo está na política só se recupera dando exemplo. Os Poderes têm que dar exemplo. Santa Catarina é o maior estado brasileiro em vários setores. O que nos diferencia dos demais estados está na vanguarda do conhecimento, da inovação, novas tecnologias, no cooperativismo, na forma de organização que movimenta bilhões de reais e integra todos os produtores. É um Estado que tem capacidade pela sua diversidade de distribuição de população e um forte apelo no turismo.

JV: De que forma o senhor estará na prática contribuindo para o Sul de SC, incluindo Urussanga, enquanto deputado federal?

Manoel: Precisamos de um projeto de desenvolvimento regional. A região sul foi a que menos cresceu nos últimos anos. Outras regiões de Santa Catarina tiveram crescimento e investimento em tecnologia e mão de obra qualificada. O Sul alegava que não tinha estrada, mas foi finalizada a duplicação da BR 101. Temos um dos melhores portos do Brasil e de SC, o de Imbituba, que pode receber todo tipo. Temos estrada de ferro usada e melhorada. Os órgãos federais juntos teriam que promover esse desenvolvimento. Fazer uma grande mobilização. Nossa proposta é criar um projeto que vise buscar alternativas para a região, como o que foi feito em reunião na Unesc, para que possamos contribuir com ações que devem ser de responsabilidade. Uma vez a capital do trabalho era a região carbonífera. O Sul tem um potencial enorme. É a capital brasileira da produção de cerâmica, tem no carvão grande potencial para desenvolver e deixar de ser poluente. Tem vocação industrial muito grande. Mas está faltando uma ação política maior, com eficiência e eficácia. Em Urussanga nosso vice-prefeito tem sido insistente para contemplar projetos. Ela é uma cidade diferenciada. Considerada a Capital Catarinense do Bom Vinho. Mas se não houver tecnologia e parceria para criar mercado, fica difícil. O setor da economia é o que tem que se destacar. E com a facilidade hoje ligada à colonização italiana, promoção de eventos e parceria com universidades italianas. Quando ministro do Trabalho fiz a escola do trabalhador p profissionalizar. Firmamos parcerias com Capri para vários cursos, entre eles um de preparação de enólogos para melhorar a qualidade e trazer conhecimento a fim dos produtos entrarem e disputem o mercado. Teria que ver com lideranças locais, sentar e estabelecer discussão que coloque as prioridades que são indispensáveis para desenvolver projeto nesse sentido. Antigamente quando falava de Santa Catarina não se deixava de mencionar os vinhos Samus. Urussanga é um polo turístico também que tem capacidade de fazer eventos que chamem a atenção e atraiam na promoção, na divulgação, que permitam receber mais turistas. Santa Catarina é um Estado que pelo fato de ser bom, carece de formação turística. Santa Catarina dizem que não precisa, mas tem o direito, por ser vanguarda em setores, de ser modelo e ajudar na recuperação econômica do nosso país.

 

Sindicato dos Trabalhadores Rurais é referência de apoio à classe

O movimento para criação de uma organização sindical local em defesa da classe dos trabalhadores rurais teve início em 1970. Representar, organizar e integrar a categoria com a finalidade de trabalhar para melhorar a qualidade de vida no campo e na cidade. É desta forma que atua até os dias de hoje o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul, que conta com aproximadamente 1,7 mil associados.

Adefonso Baesso é o presidente há seis anos e meio e finaliza o mandato em 2019. Até 2015, segundo Baesso, a classe teve muitos prejuízos com o abandono de agricultores buscando estabilidade financeira através de emprego nas indústrias.

“De 2016 para cá percebemos alguns ganhos. Em Urussanga, especificamente, notamos que a cultura do maracujá cresceu de quatro para 23 hectares nos últimos dois anos. A pitaya também está aparecendo. Na fumicultura teve uma redução nas famílias, mas existe uma tendência de aumento de 10% previsto para 2018, pois o modo do agricultor trabalhar nesta área está mais mecanizado e ainda é o produto que dá garantia de venda”, explica.

A juventude pode ser uma das apostas numa perspectiva de futuro. “Os jovens estão crescendo estudados. O filho mora na propriedade, mas trabalha e estuda fora. Alguns estudam na área e podem daqui uns anos fazer diferente”, comenta.

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul continua atuando em prol dos anseios dos associados. A organização sindical atende e encaminha casos de aposentadoria, auxílio doença, salário maternidade, PRONAF, ITL, cadastro de usuários de água, CAR, contratos, declarações, entre outros serviços.

Em agosto, um novo benefício estará à disposição deles. “Na área de financiamentos, agora conseguiremos encaminhar projetos dentro do próprio sindicato. Vamos juntar toda a documentação e lançar os projetos. Essa é uma parceria entre o Banco do Brasil e Fetaesc pensando em dar mais facilidades para os agricultores”, salienta.

AGRIFEST

Na noite desta sexta-feira, dia 27, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul promove a primeira edição do evento AGRIFEST. A ação irá celebrar o Dia do Agricultor, comemorado no sábado, dia 28, reunindo os associados no Centro Comunitário da Igreja Matriz. Na ocasião será servida uma paella feita pelo chef Motta e terá a animação da Orquestra Itália.

Antes deste momento festivo, a diretoria do sindicato se reúne em frente a sede, recém reformada com pintura, para prestar homenagem ao saudoso casal Adelino Fontanella e Lídia Collodel Fontanella por meio de uma placa de agradecimento que será descerrada.

EM PROL DA VALORIZAÇÃO DO HOMEM DO CAMPO

A favor das causas comunitárias. Este foi o modo como o saudoso casal Adelino Fontanella e Lídia Collodel Fontanella atuou veemente por Urussanga. Adelino, filho de imigrante, desde criança se dedicou a agricultura familiar por costume e necessidade. Auxiliou o pai na construção da Igreja Matriz, na década de 40, e solicitava aos administradores municipais da época a doação de terrenos para aberturas de vias públicas. “Ele era um homem de caráter humanitário e sempre disponível às causas sociais. Dedicava-se a família, religiosidade e ao trabalho”, recorda o filho Gilson Fontanella.

A esposa de Adelino, Lídia era uma mulher de fibra dedicada a família e a criação dos cinco filhos. Porém sempre estava ao lado do marido em acordo nas causas comunitárias. E foi este espírito social de dedicação e valorização do meio rural que fez o casal, no início da década de 1970, realizar a doação de um terreno para a construção da sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul.

“Eles não cansavam de agradecer a Deus pelas oportunidades que a agricultura lhes concedeu para criar suas famílias desde o início da chegada de seus pais, bravos imigrantes italianos”, finaliza Gilson.

Convenções definem conjuntura política para a disputa ao governo do Estado

O último sábado (21) foi marcado pela realização das convenções estaduais de 10 partidos políticos (PSD, PDT, PSB, PROS, Solidariedade, PSC, PRB, PHS, PCdoB e Podemos). As mobilizações políticas foram realizadas na Assembleia Legislativa de Santa Catarina e todos eles declararam apoio ao deputado Gelson Merísio, do PSD, como candidato ao governo do Estado.

O presidente do PSD de Urussanga, Luiz Antônio Fabro, vereador Jair Nandi e o pré-candidato a vereador Daniel Rejes Pereira Moraes foram os representantes do município e avaliaram a convenção como uma união de forças. “O PSD estadual mostrou o seu propósito e Gelson Merísio segue firme e focado no seu objetivo de encabeçar a chapa para governador formada por uma coligação que já conta com mais de dez partidos”, observou.

Décio Silva, vice-prefeito e presidente do PDT de Urussanga, representou os pedetistas urussanguenses. “Nosso encontro foi bastante prestigiado por lideranças de todo o estado. Seguimos firmes em nosso projeto de fazer a diferença. Nosso partido confirmou a candidatura à reeleição de Rodrigo Minotto para deputado estadual e do ex-ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias para federal. Agora é seguir com o trabalho, pois temos muito pela frente”, destacou. A convenção do PDT também contou com a participação do candidato à Presidência da República, Ciro Gomes.

Neste sábado, 28, a expectativa fica por conta da definição do PP, que tem convenção confirmada.