Festa do Vinho: patrimônio imaterial de Urussanga

É de conhecimento popular que Urussanga é uma cidade histórica e devido a isso possui edificações tombadas pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), como por exemplo a Casa de IvanirCancelier e a Propriedade Bez Fontana, ambas tombadas em setembro de 2015. Esses bens são considerados patrimônios materiais, mas além deles, existem também os patrimônios imateriais, que são aqueles que se manifestam através de saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares que abrigam práticas culturais coletivas.

A Festa do Vinho, que hoje acontece anualmente em Urussanga, pode ser considerada como patrimônio imaterial da cidade, pois é de extrema importância para a história local e memória dos imigrantes que a fundaram. Mesmo sem ser protegida por legislação de patrimônio, a festa é considerada patrimônio de Urussanga, sendo que já acontece há mais de 30 anos e é responsável por manter acesa a tradição daqueles que a colonizaram, além de movimentar a economia. Dentro das categorias do patrimônio imaterial, a festa apresenta as vertentes de celebração e de saberes, pois durante a festa são repassados alguns ensinamentos que vieram junto com os imigrantes, como o modo de preparo da comida típica.

Os primeiros imigrantes italianos chegaram em Urussanga em 26 de maio de 1878, data em que se comemora a fundação da cidade, e vieram da Província de Belluno, Região de Veneza. Esses imigrantes trouxeram para o Brasil os costumes agrícolas de seu país de origem: desenvolveram a atividade vitivinícola e atribuíram à Urussanga a identificação de “cidade do bom vinho”. A partir dessa tradição, criou-se a Festa do Vinho, responsável por ressaltar a cultura italiana.

Alguns dos valores que a festa repassa para a população são:

Cognitivo – que é o repasse do conhecimento acerca das tradições;

Afetivo – a festa é responsável por aflorar o sentimento de pertencimento à essa cultura e toda a história de fundação de Urussanga. Para os urussanguenses, o sentimento de pertencimento à festa é evidente no envolvimento e engajamento para fazer o evento acontecer – há a participação da comunidade na organização;

Pragmático – o evento tornou-se uma atração da cidade não apenas pelo lado cultural tradicional, mas também pelos eventos paralelos realizados que não envolvem a cultura italiana (shows nacionais, gastronomia diversificada), o que faz movimentar o setor de turismo na cidade, gerando renda e empregos temporários durante os dias de festa. A realização da festa é um motivo de confraternização, reunir familiares e amigos para desfrutarem do evento.

Portanto, nosso objetivo, enquanto acadêmicas de Arquitetura e Urbanismo da UDESC Laguna, é mostrar que além do patrimônio material, que é aquele que a gente vê, existe o patrimônio imaterial, que é aquele que não precisa de algo físico para demonstrar importância, e é o que acontece com a Festa do Vinho. A sua celebração é um patrimônio para a cidade de Urussanga, pois é uma forma de manter acesa a memória dos imigrantes que deram início à construção da cidade.

Flavia Coan de Bona Sartor
Luísa Gallon
Estudantes de Arquitetura e Urbanismo, UDESC/CERES – Laguna/SC

Entenda a Depressão

A depressão é uma doença orgânica que acarreta grande sofrimento físico e psicológico associado a prejuízo para a vida social e familiar.

Quando instalada segue seu próprio curso e independente, para o seu tratamento, de tentativas de modificações de hábitos de vida: não há viagens, restaurantes, roupas novas ou vitaminas que possam curar esta doença que necessita de tratamento médico.

A diminuição da capacidade de sentir prazer e gosto pela vida é o sintoma mais relevante de todos. O deprimido tem dificuldade de planejar o seu futuro que lhe parece sombrio e sem esperança, Suas dificuldades são maiores pela manhã com agravamento das sensações de apatia e ansiedade. Ao acordar não sente vontade de levantar-se ou cuidar da higiene pessoal.

Tem ideias de morte e a impressão de que não vale à pena continuar vivendo. Considera-se um peso para os seus familiares e tem a convicção de que falhou em sua vida. Em geral há diminuição do apetite e emagrecimento. Acorda no meio da noite e não consegue dormir. Insegurança, fadiga e perda da autoestima são também queixas comuns do deprimido.

Por entender que a doença resulta de uma fraqueza de caráter, sente-se humilhado. Acha que pode superar o problema com o tempo e retarda a busca de auxílio médico.

A intensidade dos sintomas pode variar de um paciente para o outro desde quadro leves com pequeno prejuízo cotidiano até quadros graves, incapacitantes, com risco de suicídio.

Muitos pacientes ser perguntam por que ficaram deprimidos sem que tenha ocorrido nada de ruim em suas vidas.

A depressão não cura sem o uso de remédios específicos (antidepressivos) que em geral levam de duas a quatro semanas para melhorar os sintomas e devem ser tomados por longo tempo, para evitar a recaída que é muito freqüente. Os antidepressivos não viciam e nem causam dependência.

O apoio da família é fundamental para o sucesso do tratamento: o deprimido não é preguiçoso e não basta dizer-lhe que tem que se ajudar.

Família de Bona Sartor: uma trajetória ítalo-brasileira

Para além dos estudos genealógicos, a trajetória de uma família pode ajudar no entendimento de processos históricos mais amplos. No caso da imigração e da colonização, as fontes familiares são fundamentais para entendermos esse fenômeno tão generalizado, mas ao mesmo tempo tão particular para os sujeitos nele envolvido.

A família de Bona Sartor tem suas origens na frazione de Igne, comune de Longarone, província de Belluno, região do Vêneto, Norte da Itália. De acordo com as pesquisas executadas pelo frei Juarez de Bona, os registros religiosos encontrados em Belluno permitem assegurar que os ancestrais deste clãviveram na localidade de Igne di Longarone desde, pelo menos, o século XVI.

Matteo de Bona Sartor, personagem-chave para traçarmos a trajetória da família da Itália para o Brasil, nasceu em Igne di Longarone em 18 de abril de 1843. Era filho de Antonio de Bona Sartor e Maria Bratti.Assim como seus antepassados e a maioria da população veneta do período, trabalhou como agricultor desde criança, junto com sua família. Casou-se com Domenica Damian em 09 de abril de 1866. Matteo e Domenica tiveram os seguintes filhos: Giuseppe (1866), Francesca (1868), Maria (1871), Antonio (1873), Maddalena (1876) e Cattarina (1879) – em Longarone, Itália; Giovanni (1882) e Giacoma (1884) – em Urussanga, Brasil.

A família se estabeleceu em um lote na Linha Rio Maior, no núcleo Urussanga da colônia de Azambuja. De costume, os lotes nesta colônia podiam ser pagos em até dois anos, e após a quitação da dívida, o imigrante recebia a escritura definitiva da propriedade. Matteo de Bona Sartor e sua família estiveram entre os primeiros moradores da linha, conforme atesta a placa em frente à capela Madonna dei Campi (Nossa Senhora dos Campos).

Em 13 de julho de 1890, após a morte de sua primeira esposa, Matteo se casou com a viúva Maria Feltrin Cesconetto. Seu falecimento ocorreu em 04 de junho de 1921 na localidade de Rio Maior, aos 78 anos de idade. A narrativa segue com a trajetória do filho mais velho de Matteo e Domenica, Giuseppe de Bona Sartor. Giuseppe nasceu em Igne di Longarone em 17 de novembro de 1866.

Giuseppe emigrou para Urussanga em 1880, onde, em 1885, casou-se com Emília Tramontin.Desta união, tiveram os seguintes filhos: Luigi (1886), Domenico (1888), Domenica (1890), Elisabetta (1892), Matteo (1894), Angelo (1896), Maria (1899), Luiza (1905), Lucas (1906), Clementina (1909 – 1910), Joana, Diamantina, e Amadeo (1913).

No final do século XIX, a família de Giuseppe de Bona Sartor, oriunda de Rio Maior, foi uma das primeiras famílias a se estabelecer na região de Sant’Ana do Alto Rio Carvão, atual Santaninha.

Até 1914, os filhos mais velhos de Giuseppe e Emilia, Luiz, Domingos, Matheus e Angelo, viviam junto com os pais. Depois, se estabeleceram com suasfamílias em terrasonde futuramente seria construída a vila operária dos mineiros de Santana.

A renda familiar era baseada nas atividades agrícolas e nos trabalhos esporádicos em construções. Também havia a possibilidade de se obter lucros com outras atividades, como fizeram os irmãos Domingos e Matheus ao instalarem um engenho de farinha. Na edição de 1926 do Almanak Laemmert, no qual constam os ofícios praticados no país, aparecem dois profissionais da família: Matheus, apicultor, e Jacomo, ferreiro e beneficiador de arroz. Obviamente o almanaque não conseguiu registrar todas as especializações profissionais do município. No caso da família de Bona Sartor, até a metade do século XX todos os seus membros trabalhavam em propriedades rurais ou na prestação de serviços relacionados à agricultura e criação de animais. De costume, o excedente agrícola e os porcos eram vendidosno armazém de Mariano Mazzuco, localizado em Rio Maior, ou trocados por mercadorias como querosene, sal e breu.

A primeira capela de Sant’Ana do Alto Rio Carvão foi construída em madeira, em 1892. A imagem d santa foi doada por Giuseppe de Bona Sartor. Assim como seus conterrâneos, Giuseppe era um homem de extremo zelo religioso, e logo assumiu a função de capelão, a qual desempenhou por diversos anos. No local também eram ministradas as aulas para as crianças da comunidade. Por volta de 1940 foi iniciada a construção da atual igreja (figura 10), em regime de mutirão, pelos moradores da comunidade, sendo os tijolos fabricados por Defende Mariot. Em 12 de dezembro de 1948 foi concluída a sua construção, custando aproximadamente 40 mil cruzeiros.

As opções de lazer em Santaninha geralmente eram marcadas pelo calendário da Igreja Católica. Além da festa organizada pela comunidade em honra a sua padroeira, podemos destacar, como forma de lazer, as reuniões dos homens na bodega, os piqueniques,as caçadas nas matas da região e as festas de recepção dos casamentos.Nas memórias de quem passou a infância em Santaninha, persistem as lembranças das brincadeiras em que se utilizava o invólucro do cacho do coqueiro-jerivá (Syagrusromanzoffiana), chamado de “canoa”, para escorregarem morro abaixo.

Em 1941 iniciou a exploração do carvão mineral na região. Com a construção da vila operária de Santana, Sant’Ana do Alto Rio Carvão passou a ser chamada de Santaninha ou Santana Colônia. No início do contato entre italianos e seus descendentes com os operários da mineração, surgiram divergências étnico-culturais. Porém, com o passar do tempo, a integração foi acontecendo pelos casamentos interétnicos, jogos de futebol, festas e atividades religiosas.

A partir da década de 1940, os casamentos interétnicos e as migrações modificaram em muitos aspectos as relações da família de Bona Sartor. Os descendentes de Giuseppe e Emilia, bem como seus parentes, buscaram ascensão socioeconômica em centros urbanos como Criciúma e Tubarão. Alguns migraram serraacima, para a região de São Joaquim, Lages e Anita Garibaldi, outros, foram para os Estados do Paraná e do Rio Grande do Sul. Deste período em diante, as novas gerações ampliaram a genealogia da família, diversificando seus ofícios e costumes.

Gil Karlos Ferri
Mestrando em História – UFFS
gilferri@hotmail.com

 

PROCRASTINAÇÃO: COMO SAIR DISSO?

A procrastinação é algo natural do ser humano. Ou seja, é impossível eliminá-la completamente das nossas vidas. O que podemos fazer é aprender formas para combater e reduzir essa atitude no nosso dia a dia, de um modo que ela não atrapalhe nossa vida e nossas atividades cotidianas.

Na pesquisa que realizei para o meu livro Equilíbrio e Resultado, com mais de três mil pessoas e centenas de entrevistas, constatei que existe um abismo enorme entre a expectativa das pessoas e a realidade de execução dos seus afazeres. Com o acúmulo de tarefas durante o dia, é muito comum que elas comecem a adiar suas responsabilidades e deixem tudo para o último minuto – o que pode se tornar uma rotina.

Muitas vezes, isso acontece porque, ao terem acesso a diferentes coisas ao mesmo tempo, as pessoas optam por realizar aquilo que dá um prazer imediato em vez de fazer algo que ofereça um retorno a longo prazo.

Mas como romper com esse padrão? Costumo dizer que existem duas técnicas simples para que você comece a adiar menos coisas na sua vida. A primeira delas é chamada de “técnica da formiga”. A formiga é um ser insignificante – ela está presente em todos os lugares, mas geralmente é ignorada. Podemos utilizar essa mesma lógica para caracterizar uma determinada atividade.

Por exemplo: você definiu que lerá durante meia hora todos os dias. Para que esse plano não se torne algo pesado, você pode transformá-lo em algo insignificante, em uma “formiga”: comece a ler duas páginas por dia. Assim, você criará o momento da leitura, ou seja, tomará uma atitude para realizar aquela tarefa. A partir daí, será mais fácil prolongar o tempo de leitura até o ideal.

A segunda técnica, chamada de “técnica dos cinco”, é baseada no conceito de “mindfulness”, ou seja, na atenção plena ao momento presente. Quando você pensar naquela tarefa, deve largar tudo que estiver fazendo e contar de cinco até um, respirar profundamente a cada número e mentalizar o que precisa fazer. Ao final da contagem, você deve levantar e iniciar o trabalho. Isso é uma forma de te colocar em um estado de concentração e fornecer a energia necessária para que você entre em ação.

É claro que existem outras estratégias para evitar a procrastinação, mas essas duas técnicas simples são extremamente eficientes para começar a adiar cada vez menos tarefas e não deixá-las para a última hora.

*Christian Barbosa é o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade e CEO da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo.

Câncer: doença deve ser enfrentada com fé e amor

Desde seus primórdios, o ser humano sempre conviveu com os mais diversos tipos de doenças que alarmavam a população. A lepra, ontem; o câncer, hoje. Pesquisa do Instituto Datafolha aponta que o diagnóstico que 76% dos brasileiros mais temem receber ainda é o de câncer. Já o Instituto Nacional do Câncer (Inca) revela que surgem 600 mil novos casos da doença todos os anos no Brasil e que, em cada 10 casos, três estão relacionados ao estilo de vida que as pessoas levam. Hábitos como tabagismo, consumo excessivo de álcool, sedentarismo, obesidade e exposição exagerada ao sol aumentam as chances de incidência da doença.

Apesar de os números ainda assustarem, vale lembrar que a Medicina Diagnóstica nos dá meios de detectar um câncer em estágio bastante inicial e plenamente passível de tratamento – aumentando as chances de cura. De acordo com o pesquisador João Viola, do Inca, uma vez que a pessoa teve câncer é sempre importante manter a vigilância. Ainda assim, ele prevê que, em 15 ou 20 anos, o câncer vai ter o mesmo ritmo que a Aids. Ou seja, o paciente fica em tratamento-controle por muito tempo, como se estivesse tratando de uma doença crônica.

Há quem afirme haver causas subjetivas para o câncer, como acúmulo de mágoa e rancor. Nem sempre, como ocorre com as doenças do corpo, a medicina pode cuidar das doenças da alma. Na Roma Antiga, quando perguntaram ao poeta Juvenal o que as pessoas deveriam desejar na vida, ele respondeu: mens sana in corpore sano (mente sã em corpo são). Essa frase é repetida inúmeras vezes em todas as partes do mundo até hoje. Isto porque, sem dúvida, boa parte de nossa saúde física depende do equilíbrio espiritual e da sanidade mental.

Esse equilíbrio pode ser buscado por inúmeros caminhos. Em seu livro O Milagre da Meditação (lançado em 2017 pela IRH Press do Brasil), o autor e mestre japonês Ryuho Okawa aponta a meditação como um “recurso que as grandes almas devem usar para aumentar seu poder, duplicando-o, multiplicando-o por três, ou mesmo cinco, dez, cem vezes”. Para ele, a primeira condição para se meditar de modo correto é “acreditar na existência do divino”.

Outra condição para não ter nosso equilíbrio emocional ameaçado é sorrir, viver com um coração puro e com amor buscar a felicidade do maior número possível de pessoas. Em A Verdade sobre o Mundo Espiritual, que acaba de ser lançado no Brasil, Okawa diz que “o ideal como ser humano é levar uma vida franca, aberta, simples e inocente”. Ele alerta que devemos viver como se tivéssemos um coração de vidro, sem vergonha de mostrar o que somos e o que estamos pensando.

É possível que entre as causas não físicas de muitas doenças, incluindo câncer, esteja a ausência de condições para a construção de uma mente sã, devido ao abandono do correto caminho ou em consequência do isolamento e da solidão. Todos enfrentam em alguma fase da vida situações familiares difíceis, reveses nos estudos, insucessos no ambiente de trabalho, desilusões amorosas.

Mas somos mais sujeitos ao desânimo e a pensamentos negativos quando nosso coração está envolto em nuvens escuras provocadas por desvios de rota, quando deixamos que vícios ocupem o lugar das virtudes e venenos como ganância, ambições, raiva, inveja e traições nos afastem da Verdade e da consciência de que devemos ser felizes e fazer a felicidade dos outros neste mundo para construir nossa felicidade no Mundo Celestial.

O pleno controle de nosso barco nos dará condições de superar tempestades, de manter serenidade e esperança mesmo diante de graves doenças. Será a boa convivência com familiares e amigos e a construção de uma vida saudável e correta que nos darão força interior para encarar problemas psicossociais como a perda de uma pessoa querida ou de um emprego sem somatizar, sem transformar isso em doença.

Com essa postura, é como se tivéssemos descoberto e tomado uma vacina contra vários problemas e doenças. Sendo assim, evite a solidão e procure usar seu tempo livre e seus conhecimentos para ajudar a quem precisa. Conviva com pessoas positivas, alegres, pessoas que conseguem ser felizes trabalhando para fazer os outros felizes. Converse, conte seu dia aos outros. Não deixe o desânimo tomar conta de você e encare cada doença, por mais dolorosa que seja, como algo transformador.

*Monica Higashi é consultora de novos negócios da editora IRH Press do Brasil, que publica em português as obras de Ryuho Okawa. Um dos autores mais prestigiados no Japão, Okawa tem mais de 2.300 livros publicados, ultrapassando 100 milhões de cópias vendidas, em 29 idiomas. (www.okawalivros.com.br)

Como evitar o comodismo e crescer na carreira

Com a rotina corrida do dia a dia e o acúmulo de tarefas, é muito comum que as pessoas se acomodem em um emprego e deixem de investir no crescimento profissional – o que resulta, também, em uma constante insatisfação com o trabalho.

Muitas razões podem estar por trás desse comodismo: a falta de tempo, a desmotivação com a área de atuação, as obrigações financeiras ou até mesmo a falta de reconhecimento ou de oportunidades de crescimento na empresa. Mas, em alguns casos, isso acontece porque os profissionais têm medo de sair da zona de conforto e não se sentem confiantes o suficiente para buscar novos desafios.

Essas atitudes podem ser extremamente prejudiciais para quem deseja se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo, já que um funcionário acomodado dificilmente propõe novas ideias, motiva a equipe e se dedica integralmente às suas atividades. Muitas vezes, os profissionais acabam esperando que fatores externos tragam novas oportunidade quando, na verdade, são eles mesmos que precisam agir para mudar a situação.

Por isso, é preciso deixar a preguiça de lado e colocar em prática algumas atitudes que podem ajudar a crescer na carreira. Em primeiro lugar, o profissional precisa investir em autoconhecimento e identificar quais são os seus pontos fortes e fracos, como pode aproveitá-los e onde deve investir para se diferenciar no mercado. Dessa forma, ele conseguirá definir quais serão os próximos passos.

Traçar um plano de desenvolvimento com objetivos claros e específicos do que se deseja alcançar é essencial para atingir o sucesso. Afinal, não adianta investir na própria formação quando você não sabe aonde quer chegar. Uma dica é elaborar um plano de ação detalhado, com um passo a passo do que é preciso fazer para alcançar seus objetivos. Cursos técnicos ou de idiomas, leituras ou palestras podem ajudá-lo a se manter atualizado e incrementar o currículo.

Outro passo importante é construir uma rede de relações na sua área. A capacidade de fazer networking, se comunicar bem e desenvolver bons relacionamentos é essencial para quem deseja ganhar reconhecimento ou até mesmo conseguir um novo emprego. Por isso, demonstrar interesse pelas pessoas, ter humildade e saber ouvir são competências muito valorizadas em qualquer campo de atuação.

Portanto, para crescer na carreira, é preciso abandonar a zona de conforto, investir no próprio desenvolvimento e estar disposto a encarar novos desafios. No futuro, os melhores profissionais serão aqueles que souberam acompanhar as mudanças no mercado de trabalho e evitaram, ao máximo, cair no comodismo do cotidiano.

*Claudia Santos é especialista em gestão estratégica de pessoas, palestrante, coach executiva e diretora da Emovere You (www.emovereyou.com.br).

Artigo – Marcelo Mazzucco

Io ti voglio ricordare così. Con quella innata allegria. Che illumina il volto di chi intorno ti concede AMICIZIA. Io ti ricordo con il sorriso di sempre fin da quando ci siamo per caso la prima volta  incontrati all aereoporto di  Florianópolis il 21 novembre 1988 e fra tanta gente il destino ha scelto me.

Adesso come un diamante nascosto ti sto cercando e non so piu dove sei. Ma io sono certo che in questa fredda stagione tu con i tuoi ricordi  mi riscalderai. Mi riscalderai con oltre 30 anni di condivisioni di cultura amicizia e umanità sempre presenti in te. Il sorriso colto al primo sguardo appena incontrarti.

L’incontro alla miniera di carbone a Santana. La visita al cimitero di Rio Maior. La visita alla chiesa di Urussanga. La visita al cimitero di Urussanga con i brividi delle anime dei ns veci che mi avvolgono il corpo e mi supplicavano e suggerivano  con cuore di fare assieme qualchw cosa che riunisce le nostre genti in: CULTURA, FRATELLANZA, UMANITÀ .

NEL RICORDO DEI NS VECCHI E SOPRATTUTTO  DEI NONNI CHE COSTRETTI AD ABBANDONARE LA PATRIA ERANO STATI COSTRETTI A EMIGRARE PER SOPRAVVIVERE .

QUESTE ANIME CI AVVOLGEVANO IN UN VORTICE DI SPERANZA.

Da qui la solene promessa o meglio il giuramento , fatto davanti al monumento simbolo dell unione ITALIA-BRASILE  in piazza Anita Garibaldi. Attraverso la stretta di mano, con testimoni presenti sul posto  (tra cui Nevton Bortolotto). E poi la visita alla CITTÀ e alla cantina del NONNO  che da alra ha suggellato tutti gli altri incontri..

ed infine la consegna dello statuto e documenti di prassi per la fondazione della prima famiglia di BELLUNESI IN BRASILE. Era il 23 novembre 1988 .

Tu, HEDI, sei stato il primo impareggiabile presidente ABM dell intero Brasile.

E ancora l’incontro con le Autorità locali e non solo. L’incontro con i miei CASSANI nella  chiesa di San GERVASIO E PROTASIO di RIO MAIOR. La comovente Santa Messa celebrata da Mons. Agenor Nives Marques. La cena finale di comiato a base di churrasco hanno per sempre segnato la  nostra stupenda amicizia.

Amicizia è innata allegria che ci ha accompagnato e mai lasciato in questi 30 anni. Il tutto. Accompagnato dal primo GEMELLAGGIO tra ITALIA E BRASILE e cio è tra URUSSANGA E LONGARONE. Non dimenticando le numerose iniziative di promozione, formazione , aggiornamento e scambi culturali sociali ed economici. E AMICIZIA. I ricordi sono tanti, tantissimi.

Voglio ricordare con particolare attenzione il primo del 23 novembre 1988 e l’ultimo del 3 febbraio 2018 nella tua casa della PRAIA  posta  lungo il litorale di LAGUNA, con il colloquio di oltre 1 ora.  Dove mi hai raccontato anche il tuo primo viaggio in Italia.  Era 1987.  Ricordando lucidamente fatti e avvenimenti della nostra storia.

Confermando che in ricordo dei nostri NONNI  il gemellaggio deve continuare attraverso il  coinvolgimento dei nostri  GIOVANI e meno giovani. Vi siamo lasciati con il rinnovato impegno di lavoro cultura , tradizioni cultura e amicizia.

Non abbiamo dimenticato i rapporti personali , gli incontri tra le nostre famiglie  e i ns amici. Questo in sintesi il mio  ricordo di te AMICO HEDI  DAMIAN.  E RIPRENDENDO L INCIPIT. Raccontandoti agli amici sono certo che tu mi riscalderai l anima e  rimarrai come un DIAMANTE Nascosto nel mio cuore.

RECENTRALIZAR É RETROCEDER

É urgente a necessidade de rever o pacto federativo do Brasil dar mais autonomia aos estados e municípios, trazendo a gestão dos recursos e a tomada das decisões para locais mais próximos aos cidadãos. O centralismo torna a gestão pública lenta e distante e transforma o político local em um pedinte que faz escambo com apoio político em troca de verbas.
Mas é utópico e talvez até idiota pensar que de repente virá de Brasília a proposta de um sistema em que estados e municípios teriam mais autonomia política e financeira, já que é justamente o centralismo que torna as vagas do quadro político da capital tão desejadas.
O Brasil precisa caminhar na direção da diminuição do centralismo, como fez Santa Catarina em 2003 quando o governo do estado passou a se fazer presente no interior através de Secretarias de Desenvolvimento Regional.
Desde então, a estratégia da descentralização manteve-se funcionando, com algumas alterações e abaixo de muitas críticas, ora construtivas, ora protocolares, ora políticas, ora mal-intencionadas, ora verdadeiramente preocupadas.
Muitos ainda dizem que a descentralização deve acabar. Talvez não saibam as facilidades que as atuais Agências de Desenvolvimento Regional (ADR) geraram para a administração de municípios do interior, talvez nem saibam onde fica o interior; talvez
não enxerguem que há nas ADR’s a possibilidade de pensar e fazer desenvolvimento regional de forma colegiada; talvez não tenham noção de quanto é importante para uma boa gestão ter capilaridade e chegar aonde o povo está de maneira mais ágil e eficiente. Dizem que a máquina pública é grande e ineficiente, mas será que com um sistema operacional desprovido de capilaridade pode-se aumentar a eficiência e diminuir o tamanho da máquina? Eu não creio.
Embora a descentralização catarinense tenha muito a evoluir e inclusive careça de melhorias urgentes, pregar o seu fim é pregar o atraso. Extinguir a descentralização é jogar no lixo uma iniciativa de aproximação do Estado com o cidadão que ainda não foi totalmente venturosa, mas será se for levada a sério.

Enólogo Stevan Arcari

O PERDÃO: MELHOR REMÉDIO PARA NOSSAS VIDAS

Padre Daniel Zilli Da Rolt

Descobrimos às vezes que não estamos em paz com nosso próprio ser, que há muitas coisas que não nos podemos perdoar por completo, que há erros cometidos que ainda não digerimos. Quando menos esperamos, reaparecem em nosso interior recordações de coisas que fizemos ou dissemos no passado, e sofremos por ter nos equivocado, dói-nos ter desempenhado um mau papel diante dos outros.
De igual modo, em certas ocasiões, atormentaram-nos recordações de más experiências que tivemos. Gostaríamos de esquecê-las, mas quando percebemos, na cama ou num momento de solidão, essas sombras voltam a aparecer. Outras vezes, sentimos um nó na garganta porque recordamos as pessoas que nos prejudicaram, negligenciaram-nos, humilharam-nos e, no fundo, precisamos que de alguma forma paguem pelo que fizeram. Ou nos culpamos a nós mesmos pelo que sofremos e nos desprezamos interiormente.
Todas essas coisas são venenos interiores que não nos deixam desfrutar da vida e obscurecem nossa alegria. Vale a pena deter-nos para enfrentar esses “demônios” que nos atacam, para poder alcançar uma vida mais sadia e mais livre. Quando buscamos a Igreja, o padre, a confissão, a vida de oração encontramos um caminho para curar as más recordações, de maneira a podermos estar em paz com nosso passado e presente.
Amado povo de Deus, devemos aprender a perdoar-nos e a aceitar-nos a nós mesmo, para que possamos sentir-nos dignos e com direito a viver felizes neste mundo. E se achamos que outras pessoas são culpadas por nossos sofrimentos, procuraremos aplacar e curar os ressentimentos que, às vezes, aparecem em nosso coração. Neste ano santo da misericórdia, instituído pelo santo padre, o Papa Francisco, queremos exercitar em nós dom de perdoar os que nos ofenderam. Pois o melhor remédio para nossas vidas machucadas pelas más lembranças, dos remorsos e dos ressentimentos é usar da misericórdia como Jesus usou para com aqueles que o traíram e condenaram levando-o a morte e morte de cruz.

DESMITIFICANDO O BRÓCOLIS

Nutricionista: Liliane Pereira

Inverno, friozinho… Geralmente alguns fatores climáticos podem interferir nas mais variadas plantações, mas está aí , um tipo de vegetal que resiste a baixas temperaturas, rico em antioxidantes, fonte de fibras , além de tudo versátil, pois, ele pode ser aproveitado em diversas preparações.
O mocinho da vez é o Brócolis, rico em polifenóis, com alto poder antioxidante. Recapitulando caros leitores, antioxidantes são os nutrientes responsáveis por combater os radicais livres, ou seja, apresentam o poder de desenferrujar nossas células, e alguns estudos apontam que até pode prevenir alguns casos de câncer.
Então, o Brócolis pode ser consumido cozido em saladas, em caldos e sopa, pode ser adicionado em recheios de tortas salgadas e pasteis de forno, pode ser feito empanado em forma de tempurá. O único problema é para quem sofre de problemas gastrointestinais, pois, trata-se de uma alimento sulfurado, graças ao enxofre em sua composição, pode desencadear ou até mesmo aumentar a produção de gases e resultar em uma possível distensão abdominal.
Porém, é um alimento saboroso que traz mais benefícios, do que malefícios, que tal incluir ele lá na horta de casa? Vamos plantar…

O CADE e a Suinocultura Catarinense

H um ano o CADE (Conselho Administrativa de Defesa Econmica, rgo regulador da concorrncia no mercado brasileiro) aprovava a fuso entre Sadia e Perdigo, surgindo a partir da a holding BRF Brasil Foods. Sob pretexto de no concentrar o mercado, a BRF foi amputada j no nascimento, por resoluo do mesmo CADE, de 10 fbricas de alimentos, 4 abatedouros, 12 granjas, 2 incubatrios de aves, 8 centros de distribuio e 4 unidades de produo de rao, que tero de ser vendidos a uma nica compradora. Alm disso teve de se desfazer de 12 marcas consagradas pelo pblico, e est impedido de produzir e comercializar por 3 anos vrios produtos, principalmente os de origem suna. No total, a nova holding foi privada de uma capacidade de produo de 730 mil toneladas, o equivalente a cerca de 80% da produo da antiga Perdigo.
Pois bem, hoje 2012, e exatamente um ano depois da fuso, os governos federal e estadual anunciam diversas medidas para o resgate da produo da suinocultura estadual. Claramente o impedimento da BRF de atuar no mercado de forma agravante e ter de vender um substancial nmero de ativos gerou um vcuo na cadeia econmica, especialmente danoso para a suinocultura, que tem em Santa Catarina a maior produo nacional. Sem ter para quem vender a produo, nada restou aos produtores a no ser ver os preos despencarem na cratera produtiva gerada pelo governo.
Mas ao contrrio do que um raciocnio ligeiro poderia sugerir, o preo ao consumidor final no acompanhou a queda, aumentando significativamente quanto mais afastado o mercado das regies produtoras. Isso facilmente explicado pelo duro golpe logstico dado pela mo estatal do Super Cade na cadeia produtiva. No fim das contas, a ponta mais fraca da cadeia (o pequeno suinocultor) e o consumidor final saram muito mais lesados pela interferncia estatal no mercado, do que se a fuso de Perdigo e Sadia tivesse ocorrido sem nenhum bice.
E o governo, ao invs de rever sua postura ideolgica e paternalista de regulador do mercado, aplica diversas medidas paliativas como subsdio ao produtor, que longe de resolver o problema apenas aumenta a dependncia daquele pelo estado, e a incluso da carne suna nas merendas escolares (sem levar em conta a perda nutricional ocasionada pela monotonia do mesmo alimento sendo servido diariamente). Causa-me tristeza que os setores atingidos pela pretensiosa interferncia estatal nos seus meios de sustento ajoelhem-se ao mesmo governo que criou o problema, ao invs de denunciarem o abuso e exigirem a mudana de postura dos tecnocratas estatais. Um convite ao debate justamente em ano eleitoral.

Histrias: uma maneira de educar…

Muitas vezes no nos damos conta como as crianas esto observando o mundo.
Conseqentemente, como elas esto formando os seus conceitos sobre a vida, os adultos, o que certo e o que errado, ou sobre o que produtivo ou improdutivo
Iludimo-nos achando que ela ir observar somente aquilo que lhe dado nos momentos formais de educao: na escola, na igreja ou em casa, naqueles momentos que os pais elegem para, cuidadosamente, transmitirem conceitos que julgam importantes.
Mas no existe nenhuma garantia de que as coisas so assim, ou melhor, elas no so assim! Ao lado dessas informaes esto concorrendo outras: conversas de outros adultos, dos amigos, dos meio de comunicao, como a televiso e as revistas, e mesmo aquelas vindas da observao que a criana faz do comportamento dos prprios pais e professores, nos momentos em que estes esto mais descontrados, nos quais no se sentem na situao de estarem passando uma mensagem.
Mas ocorre que tudo, absolutamente tudo o que nos rodeia, e no caso rodeia a criana, est passando mensagens. Nesta era de comunicao somos bombardeados por mensagens e os mais capazes comunicadores se empenham em garantir a ateno, tanto de adultos como de crianas.
Nesta competio pela ateno vencer aquele que falar da forma mais adequada, mais atraente ao pblico para o qual a mensagem se destina.
No caso de crianas, atrair mais ateno aquele que usar uma mensagem acessvel e bem humorada, acompanhada de ao, msica, desenhos engraados e de cores vistosas, bichinhos e seres fantsticos.
Assim, a criana tende a prestar mais ateno s mensagens apresentadas dessa forma do que aquelas apresentadas formalmente pelos adultos responsveis pela sua educao.
Podemos concluir que a formao das crianas uma mescla daquilo que controlamos com momentos incontrolveis, vindos de diversos meios de comunicao que atraram a sua ateno.
Poderemos controlar uma boa alfabetizao, garantir o aprendizado de geografia, falar ingls, tocar piano. Mas como poderemos controlar a formao do carter? A adoo de valores? Uma conduta tica que leve formao de um adulto construtivo em sua comunidade?
A adoo de um conjunto de valores que norteie a vida de uma pessoa algo absolutamente ntimo, no se fora e nem se obriga. Este processo encerra uma escolha, que deve ser livre e fruto do entendimento de que a deciso de adotar determinado valor uma forma de conduta que lhe trar satisfao e poder conduzi-lo a boas realizaes.
Assim, para possibilitar esta escolha necessrio que lhe sejam apresentados alguns exemplos de conduta, de modo de vida, de adoo de atitudes e valores que levem a resultados satisfatrios para quem os est vivendo, a sua famlia, a seus amigos e sociedade em geral.
Em outras palavras: preciso que lhes contem histrias…
As histrias ensinam a viver. Elas encerram anseios, desafios, vitrias, derrotas e conquistas. O encadeamento do enredo exemplifica modos de vida e o final, geralmente feliz, um alento, uma esperana, uma diretriz que mostra aquele que agir assim tambm poder obter a felicidade.
Assim, chegamos s concluses: se as crianas esto mais abertas a mensagens alegres, que falem sua linguagem simples… e … se as histrias so capazes de fornecer referncias para a formao do carter da criana… Podemos concluir que as histrias so uma excelente forma de ensinar!

 

*Liz Zapellini De Bona

Determinantes Sociais da Sade

Abordamos, em outra oportunidade, neste espao, o tema processo sade-doena, seu desenvolvimento e suas condicionantes. Apresentamos naquele momento, outro assunto sobre o qual no nos aprofundamos e que ser agora o tema do presente artigo, os Determinantes Sociais da Sade (DSS).

Brevemente, podemos apresentar o tema com sendo os diferentes e vrios elementos e causas Continuar lendo

GOSTARIA MUITO QUE HOUVESSE A CONCIENTIZAO DA POPULAO QUANTO A QUESTO DO FUMO PASSIVO

Estive no baile de formatura que aconteceu no Clube nessa sexta-feira, e me causou muita insatisfao como cidad no ter meus direitos respeitados.

Hoje meu pulmo e eu queremos fazer um protesto!

LEI!

– LEI N 14.874, de 13 de outubro de 2009.

Art. 1 Fica proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro Continuar lendo

Artigo

A lei atual no Brasil facilita o Divrcio direto, sem a necessidade da antiga separao judicial, isto devida a Emenda Constitucional 66. O Direito de Famlia, sendo um Direito especial, um Direito voltado inicialmente proteo e manuteno do lar conjugal, contudo, nas ltimas dcadas, foram criadas a figura da Unio Estvel (unio de fato, contnua, entre pessoas com Continuar lendo

Hipertenso Arterial

A hipertenso arterial , conhecida popularmente como presso alta uma das doenas com maior prevalncia no mundo moderno e caracterizada pelo aumento da presso arterial, aferida com esfigmomanmetro (aparelho de presso).

A prevalncia da hipertenso arterial no Brasil foi levantada por amostras em algumas cidades. Estes estudos mostraram uma variao de 22,3% a 43,9% de indivduos hipertensos conforme a Continuar lendo