Turmas do Caetano Bez Batti apresentam resultados de Projetos de Pesquisa

Os alunos que integram o ensino médio integral do Colégio Caetano Bez Batti apresentaram nos dias 5 a 12 de julho, na Sociedade Recreativa de Urussanga, os resultados dos Projetos de Pesquisa realizados durante o primeiro semestre deste ano. A iniciativa faz parte das propostas do material fornecido pelo Instituto Ayrton Senna, usado no ensino médio integral, como forma de o aluno aprender a fazer pesquisa científica.

“Isso é algo fantástico em comparação aos dos alunos do ensino regular, pois estes só terão contato com a proposta de pesquisa na universidade. É uma forma de exercício preparatório para a vida acadêmica”, conta a professora Andreza Bonetti.

Entre as diversas propostas os alunos são responsáveis pela escolha de tema, formando grupos por afinidade de assunto, sendo esses orientados pelos professores com todos os passos de uma pesquisa acadêmica, e então desenvolvem a pesquisa, apresentando os resultados para os colegas, professores e pais.

Um dos temas abordados por uma das turmas do 1ª ano foi “O que a comunidade escolar curte”, onde os alunos criaram enquetes e distribuíram entre os estudantes do 6º ano do ensino fundamental, até o 3º ano do ensino médio, com os temas redes sociais, filmes, danças, series, literatura e esporte, com o objetivo de descobrir o gosto dos alunos, auxiliando a escola na possibilidade fazer atividades que possam despertar interesse

Dados como preferência musical dos adolescentes por funk, foi apresentada. Já na categoria de esportes a grande maioria mostrou interesse por vôlei. Alguns resultados preocupantes também foram mostrados, como o desinteresse por literatura e o consumo de bebida alcoólica precoce.

“A maioria dos alunos que responderam a enquete colocaram que gostam do gênero terror tanto em series, filmes e livros, a escola pode usar isso para despertar o interesse em literatura, por exemplo”, conta Thaina Magalhães Cassiano, uma das estudantes do ensino médio integral que participou da pesquisa. “O que eu mais gostei foi poder entrar em contato com os alunos, pois esse processo ajudou fazer novas amizades”, finaliza.

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