Jovem participa de evento na Itália e busca aproximação com cidade sede do Prosecco

O presidente da Associazione Trevisani di Urussanga, Sérgio Luiz Maccari Junior, de 28 anos, participa, entre os dias 27 e 29 de julho, do “Meeting dei Giovani Veneti All’Estero”, em Vicenza, na Itália. Esta é a segunda vez que o jovem integra o evento, sendo que a primeira foi no ano de 2014, com indicação do Comitato Veneto di Santa Catarina (Comvesc).
Maccari será um dos quatro representantes do Brasil. O evento terá também participantes da Argentina, Austrália, África do Sul, Venezuela, do Uruguai, Canadá e países da Europa. Paralelo a esta ação ocorre a Consulta Veneta, que terá como representante Antônio Carrer Fachin Filho.
“Quem participa são pessoas indicadas pelos Comitatos Venetos registrados na Regione. Os eventos ocorrem juntos, mas as discussões são separadas. Os focos são diferentes. Vamos levar algumas proposições daqui. O consultor Fachin irá propor que a Regione financie projetos de manutenção do dialeto Veneto como, por exemplo, o Ostrega, de Urussanga. Na parte jovem a proposição é sempre voltada para oportunidades de instrução, curso técnico, universitários, e empregos também. Cada representante leva as suas demandas e tudo isso gera um documento que é encaminhado ao Governo da Região do Veneto apresentando os anseios dos Venetos no mundo. Desde 2014 o Governo do Veneto alega dificuldades financeiras para subsidiar programas. E na verdade não foram percebidos avanços realmente neste sentido”, salienta Maccari.
A expectativa do jovem é que o Governo da Região do Veneto possibilite oportunidades aos descendentes. “Esperamos a melhora na situação econômica da Itália, para que a Regione passe a ver nos Venetos no exterior, principalmente os jovens, e disponibilize preparação para essas pessoas em algumas atividades onde o Veneto é referência como, por exemplo, turismo, gastronomia e enologia”, frisa.
No dia 30 de julho, Maccari e Fachin irão acompanhar a “Giornata dei Veneti nel Mondo”, que contará com a presença do presidente da Região do Veneto e representantes de diversas Associazione Trevisani nel Mondo. “Nesta Giornata eles irão aproveitar o dia do conselho com trevisanos de todo o mundo para se encontrar e abranger as demais associações provinciais do Veneto”, explica Maccari.

ACORDO PODE UNIR PROGOETHE E PROSECCO
Após este evento, Maccari e Fachin irão cumprir agenda em locais das províncias de Treviso e Belluno. Nesta programação estão inseridos encontros com os prefeitos de algumas cidades para tratar de assuntos de interesse dos Venetos de Santa Catarina e alguns específicos de projetos para Urussanga. Entre ações está a entrega de uma carta de intenção da Prefeitura de Urussanga ao prefeito de Valdobbiadene, cidade sede do Prosecco, região da Itália especializada em espumantes, e também a visita a Escola Enológica na cidade de Conegliano.
“Em 2014 foram iniciaram tratativas visando um pacto com Urussanga. Desta forma a cidade sede do Prosecco pode firmar um acordo com o município sede dos Vales da Uva Goethe. A Indicação de Procedência do Prosecco é Conegliano-Valdobbiadene. E vamos apresentar à ideia a Scuola Enologica para ver se ela também tem interesse em parcerias. Existem boas expectativas que podem ser confirmadas no retorno da viagem e beneficiar Urussanga e toda a região”, finaliza Maccari.

Urussanga realiza 2ª Quinzena da Pluralidade

Urussanga se prepara para receber de 15 a 30 de agosto, a 2ª Quinzena da Pluralidade Cultural. O evento é realizado e desenvolvido por pessoas que trabalham com a cultura sejam eles novos artistas, técnicos culturais, escritores urussanguenses que estarão envolvidos durante os dias de realização do evento. A programação inclui a realização da Feira do Livro, exposição de obras de arte e fotografia, esporte, música, rodas de conversa, piquenique no parque, encontro de Cosplay, entre outras atividades.
“Nossa intenção é de tornar visível, o invisível. Muitas pessoas têm inúmeras formas de expressar a Cultura, sejam de qual área for, mas precisam de incentivo, de um começo. A Quinzena reconhece e expõe dando acesso a todos, em suas mais diversas
performances para chegar ao público”, enaltece a idealizadora e coordenadora do projeto, Alice Batista.
Os eventos e exposições que serão promovidos serão totalmente acessíveis, para facilitar a participação da população e dos visitantes. “Acreditamos que a formação de bons cidadãos está totalmente ligada ao acesso correto das informações e à Cultura in loco, por isso participarão, voluntariamente nessa quinzena, profissionais já conhecidos e reconhecidos, de Santa Catarina e outros estados”, garante Alice.
As informações sobre a programação e objetivos da Quinzena da Pluralidade podem ser obtidas por meio da página do Facebook: www.facebook.com/quinzena.urussanga ou pelo email: quinzenacultural.urussanga@gmail.com

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
• 15 a 30 de agosto – Exposições de obras de arte e fotografias;
• 16 a 19 de agosto – Feira do Livro no Salão de Eventos do CRAS, no Bairro da Estação, das 8h às 21h;
• Dia 19 de agosto – Jogo entre Minerasil Futebol Clube x Continental;
• Dia 20 de agosto – Sonore no Parque;
• Dia 21 de agosto – Roda de conversa sobre “Patrimônio Cultural, uma nova abordagem, um exercício do olhar”;
• Dia 26 de agosto – Evento “Vem pra praça”;
• Dia 27 de agosto – Encontro De Cosplay;
• Dia 29 de agosto – Palestra Inteligência Emocional – Um Mergulho No Cérebro e nos Corações.

Memórias do comércio de Urussanga

As atividades do comércio de Urussanga iniciaram no século XIX. Uma publicação na capa do Jornal Desterro em dezembro de 1896 informava a inauguração da casa comercial de Giovanni Damian e da indústria de implementos agrícolas de Ferdinando Bettiol.
Com a chegada dos imigrantes italianos e a necessidade de desenvolver o autossustento, uma das primeiras ações foi plantar milho. Posteriormente, famílias construíram atafonas em diversas localidades como a Savi Mondo em Rancho dos Bugres, Damian e Trento em Rio Carvão, e Bettiol na área central.
De acordo com as recordações de Hedi Damian, Urussanga viveu dos frutos da agricultura até 1920, sendo pontos fortes a suinocultura, produção de cereais e uvas para fabricação de vinhos. A cidade possuía também fábricas de banhas de Giovanni Pellegrin, na área central, e a de Flavio Donadel, em Rio Caeté, bem como já tinha luz elétrica gerenciada por Angelo Nichele e Antonio Ferraro.
A inauguração de um ramal da estrada de ferro em Urussanga em junho de 1925, no bairro Estação, fez a economia do município ser impulsionada. No final da década de 20 e início de 30 a cidade possuía quatro casas comerciais fortes na área central da cidade, que vendiam secos e molhados, e pertenciam a Antonio De Brida, Silvio Bez Batti, Rosalino Damiani e Angelo Nichele.
A Praça Anita Garibaldi abrigava duas bombas manuais de gasolina, pertencentes a Rosalino Damiani e Silvio Bez Batti, que eram tocadas por manivelas para tirar gasolina dos tanques. A casa comercial BNichele tinha suas vendas aquecidas com a comercialização de perfumes franceses, sedas importadas, porcelanas, entre outros itens.
A extração de carvão tomava força entre os anos de 50 e 60 enquanto a agricultura começou a entrar em declínio. Na área de gêneros alimentícios também entrava no comércio o Armazém Ghisi, em 1950. O ex-proprietário Lucio Olivier Ghisi, de 92 anos, lembra que naquela época era comum ter armazéns em outras localidades
do município. “Meu pai já tinha comércio assim em Azambuja. Ele me mandou estudar em Urussanga e anos depois montei meu próprio negócio nessa cidade”, conta.
Lucio recorda que o comércio de Urussanga começou a crescer nos anos 70 junto com a expansão da indústria. “As linhas de ônibus fazia as pessoas virem de outras cidades. A mineração também movimentava o comércio. Começou a abrir lojas de calçados, roupas, escritórios. Hoje nosso comércio tem tudo. E eu dou preferência para a minha cidade. Toda vida compro aqui. Estamos bem servidos”, finaliza.

Família Serafin mantém tradição no ramo alimentício do comércio

A audácia foi a aptidão que fez a família Serafin modificar seus projetos e projeções de vida ao longo dos anos. O primeiro passo foi dado pelo patriarca Luiz Serafin ao vender
sua propriedade com 75 hectares na localidade de Rio Carvalho e migrar para o centro de Urussanga em 1958.
“Meu pai teve muita coragem e uma visão empreendedora. Trocou a propriedade com engenho de farinha de mandioca e fábrica de cachaça por um terreno na Praça Anita Garibaldi. Logo ele abriu um bar. Na época, por causa da mineração, os negócios davam dinheiro. Eu e minhas irmãs ajudávamos no local. Eu, com 9 anos, vendia café, salgados e limpava as mesas”, recorda o comerciante e empresário Ivo Serafin, de 68 anos.
Depois de alguns anos, Serafin optou por mudar o ramo do negócio e junto com um amigo abriram a “Fiambreria São Pedro”, onde hoje está localizado o edifício Sunshine. No próprio espaço, os empreendedores montaram um açougue. Além de trabalharem como atendentes, os filhos também eram abatedores de gado.
“Quando adolescente eu ia matar bois. E não tinha geladeira. Nós tínhamos que vender naquele dia. Fornecíamos carne para o Paraíso e também Hospital. Às vezes não tínhamos mais boi. Então comprávamos para cumprir o compromisso. Os agricultores vinham comprar com a gente a carne fresca”, lembra.
Na década de 70, a família Serafin decidiu gerenciar um armazém. Naquela época, as famílias tinham mais filhos e consumiam mais alimentos. O local fornecia produtos a granel. “Íamos de jeep no Giassi fazer compras nos sábados. Ele tinha um atacado. Comprávamos sacos de 50 quilos e toda quantidade escolhida pelo cliente era empacotada. Até a margarina e as sardinhas, por exemplo, eram fracionadas. As famílias eram grandes e o rancho também. Os mineiros comiam, comprava e pagavam
muito bem”, explica Ivo.
A possibilidade de construção de um novo edifício ao lado do armazém, onde hoje é a Loja Fretta, fez a família expandir seus negócios. Logo o empreendimento abrigou em seu térreo o Mercado São Pedro, nome de referência à localidade de origem da família e ao santo. A modificação foi uma novidade para os moradores de Urussanga na época. A opção oferecia aos clientes a escolha de produtos sem o auxílio de atendentes.
“Vi que o Angeloni estourou nos anos 70 sem ter balcão de vendas, sem o cliente pedir o produto. A forma de atendimento estava mudando uma questão cultural naquela época. Grandes empreendedores como Angeloni e Giassi me inspiraram a crescer. O Toninho, dono da Corcril, um dia me aconselhou a ir para Criciúma montar a estrutura do mercado na cidade vizinha, pois eu estava muito avançado para Urussanga. Lembro que fui de fusca até Curitiba para fazer o cadastro do mercado na Nestlé. Conseguimos mais variedade e cheguei a ter mais de mil itens para comercialização por mês”, conta.

CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS É FEITA PELOS FILHOS
Na década de 80, desde os 10 anos de idade, Gisiana e Ivan Serafin, filhos de Ivo, participavam de pequenas ações realizadas dentro do Mercado São Pedro. Gisiana empacotava as mercadorias, atendia os clientes e também, como toda criança, achava uma boa brincadeira nos corredores do estabelecimento.
Assim como Ivan, que também atendia no balcão da lanchonete e recebia os pedidos de mercadorias. Ambos foram estudar na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e permaneceram longe dos negócios da família durante seis anos. “Nossas férias eram no mercado. Eu queria vir embora, mas o pai me pedia para ficar e garantir os estudos que ele não teve. Nos finais de semana em Urussanga era natural frequentar o mercado e ajudar nossos pais”, conta Ivan.
Vislumbrando o futuro dos negócios, Ivo Serafin decidiu expandir o mercado e começou a construir um novo edifício em 1989. A obra se estendeu por mais de dez anos. “A década de 90 foi muito difícil. Tivemos quatro trocas de moedas, inflação altíssima, crises econômica, o Plano Real. O dinheiro não valia nada, era desvalorizado”, recorda o comerciante.
Em 2000, com o retorno dos filhos, a família inaugurou a segunda filial do Supermercado São Pedro, no bairro Brasília. O empreendimento trouxe novas perspectivas e entusiasmo.
Em 2006, a família abriu a terceira filial na cidade de Cocal do Sul. Em Urussanga, uma nova mudança veio em 2014, com a inauguração de uma ampla filial no bairro Estação e o fechamento da filial na área central.
Atualmente as lojas de Urussanga geram 130 empregos diretos e contam com mais de 20 mil itens por mês. O próximo projeto está sendo idealizado para a cidade de Orleans. “Nossa proposta é variedade, atendimento e preço acessível. Além disso, pensamos sempre no crescimento de Urussanga e região e nos benefícios para a cidade e toda a população”, explica Gisiana.
Ivo orgulha-se da dedicação e do trabalho dos filhos. “Eu e a minha esposa Dirce estamos muito contentes com o caminho que eles resolveram seguir. É um trabalho que serve o povo e nós valorizamos muito isso em nossos filhos. Eles são a atenção merecida aos clientes”, destaca Ivo.

GALERIA TRAZ NOVAS PERSPECTIVAS A ECONOMIA
implantação da Galeria Ivo Serafin, na Praça Anita Garibaldi, foi um marcante acontecimento para o comércio de Urussanga. A ideia de projetar uma galeria veio ainda na década de 70, quando o prefeito da época Altair Giordani abriu a rua Pedro Damiani.
“Eu via essas galerias nas cidades grandes. E comprei esse terreno em 1974. Quando o prefeito abriu a rua, tive a ideia de ligar uma rua com a outra. Valentin Tavares colocava as nossas ideias no papel e desenho para mim”, explica Ivo.
Ivo Serafin foi um dos fundadores da Câmara de Dirigentes Lojistas de Urussanga em 1977. A construção da Galeria ocorreu entre os anos de 1978 e 1982. A inauguração foi prestigiada por autoridades e moradores de Urussanga. Posteriormente os espaços foram ocupados por estabelecimentos comerciais e a iniciativa impulsionou a economia local.
“A Lojas Cotel, por exemplo, já atuava no prédio antigo e logo que abrimos a galeria garantiu seu espaço e está ainda ativa. Eu precisava de movimento para valorizar a galeria. Então fui em Criciúma negociar a vinda do mercado Sesi. Era o mesmo ramo que o meu, mas eu precisava buscar esse concorrente mais forte. Eles vendiam barato, mas não tinham variedade como o Mercado São Pedro tinha. Também busquei a instalação da lotérica, que era comandado por Agemiro Bendo. E ela gerou um grande fluxo. O Aires Frozi também montou a sua ótica, que está até hoje. A galeria foi importante para o comércio de Urussanga.
A criação da CDL também trouxe uma segurança para os comerciantes a fim de analisar o crédito. Nós tínhamos vontade de crescer e fortalecer o comércio da nossa cidade. Penso que a CDL conseguiu atingir seu objetivo, pois trouxe muita evolução”,
finaliza.

Há cinco décadas, uma mulher a frente do seu negócio

Ela nunca pensou em desistir em anos de crise e nem almejou transformar seu estabelecimento comercial em uma butique. Com maestria, fez o bom atendimento e a diversidade de produtos resultarem na satisfação dos clientes. É assim que a comerciante Irineia Felippe, de 71 anos, chega ao ano de 2017 comemorando 50 anos da loja Cinderela Calçados.
Sua experiência na área de vendas iniciou quando tinha apenas 15 anos, auxiliando sua tia em um estabelecimento em Criciúma. Posteriormente, já casada com Murilo Felippe, auxiliou o marido em uma sociedade com os irmãos, na relojoaria Nancy. A trajetória como comerciante começou no ano de 1967, quando resolveu comprar a loja de seu pai, localizada próximo ao chafariz da Praça Anita Garibaldi. Neste espaço permaneceu por cinco anos.
“Meu pai era caminhoneiro. Ele resolveu comprar esse estabelecimento para as filhas trabalharem. Depois de um tempo ele recebeu uma boa proposta e foi embora para Curitiba. Eu já tinha o tino para o comércio e ajudava meu pai. Então quis ficar. Arregacei as mangas e fui fazer as modificações que eu desejava. Eu tinha 21 anos e já era casada. Entrei em contato com as principais marcas de calçados para me visitarem em Urussanga. Eu queria colocar peças diferentes na loja”, recorda.
Depois de um período, Irineia deu continuidade ao seu negócio em um novo local, próximo a residência da família Bettiol. No novo espaço ela aumentou a diversidade de produtos, conquistou mais clientes e aplicou ideias diferentes. O trabalho dobrou junto com a vontade de crescer.
“Eu abria a loja às 7h30min e saia depois do horário de fechamento. Meu marido me ajudava muito. Quando eu ia viajar, de ônibus convencional para São Paulo, os clientes
já sabiam o dia da minha chegada. Então no mesmo dia que retornava já colocava tudo nas prateleiras com os preços. Ia até meia noite enquanto meu marido cuidava dos meus filhos no andar de cima, onde morávamos. Quantas vezes amamentei meus filhos dentro da loja. Vivemos épocas boas e ruins e passamos por muitos sacrifícios. Mas sempre tive otimismo porque muitas mãos me ajudaram. Superávamos as crises sempre com esperança. Nunca pensei em desistir. A saída era esperar um pouco e economizar”, lembra.
Um dos dias de movimento que mais surpreendia Irineia era os de liquidação nas décadas de 70 e 80. “Uma fila se formava do outro lado da rua e a equipe de funcionários tinha que chamar os clientes por etapas. Quantas vezes eu ficava até onze horas da noite passando fichas de crediário na mão, a limpo. Meu filho Johnny notou a quantidade de serviço e um dia, sem eu pedir, quando ele era adolescente, veio até a loja perguntar se eu queria ajuda. E a partir desse momento passei a contar com o apoio dele como também dos meus outros filhos. Ele trouxe novas ideias e eu com o meu perfeccionismo. Ele chegou a montar dentro da loja o espaço Cantinho do Homem. No dia que inaugurou vieram os jogadores do Criciúma para dar autógrafos”, conta.
Irineia integrou uma das diretorias da CDL como vice-presidente na década de 80 e participou ativamente da conquista da nova sala da entidade classista. “Quando a CDL
veio para Urussanga foi uma festa. Chegava a proteção para o crédito. Foi maravilhoso. Os comerciantes passaram a se sentir seguros. A criação da CDL fez muita diferença para o comércio. Ela proporcionou a evolução. Até hoje é uma proteção, uma segurança”, explica.
Neste período de crescimento, Irineia começou a idealizar a expansão do seu negócio e a compra de uma nova sala. Em 1995, ela inaugurou o novo e atual espaço da Cinderela Calçados. Sete anos depois, Irineia oferece aos consumidores uma opção com calçados e artigos com preços mais acessíveis ao abrir a loja Pontas Calçados.

PRIORIDADE: A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES
Os pés de número 35 da comerciante Irineia Felippe são os mesmos que provam as amostras trazidas pelos representantes das maiores fábricas de calçados do Brasil. “Eu conheço muito bem os meus clientes. Por isso provo até hoje os calçados para verificar se eles realmente são confortáveis e de acordo com o estilo que nós desejamos”, salienta.
Irineia conta que atualmente trabalha com linhas para todas as seções e de todos os preços. “A loja tem que ter todos os itens para vender e atender o cliente. Sempre quis ter uma loja tradicional, não uma butique, que pudesse vender de tudo. Hoje trabalho com o dobro de fábricas de quando iniciei nos anos 60 e 70”, frisa. Para a comerciante,
o sucesso dos 50 anos de funcionamento da Cinderela Calçados se deve ao fato de priorizar a satisfação dos clientes. “Em primeiro lugar vem a satisfação dos clientes. Eles devem ser bem atendidos, usufruir do conforto da loja, das opções de calçados. O meu prazer é ver a felicidade de quem foi bem atendido no meu estabelecimento e saiu satisfeito com a compra. Não é só o ter, mas ver o ser. O produto tem que ficar bem nos pés porque quando chamar a atenção, a pessoa logo vai perguntar: onde você comprou? Na Cinderela”, destaca.
Apesar de não estar inteiramente à frente dos negócios, Irineia continua frequentando a loja e motivando a equipe de funcionários e os fieis clientes. “Precisamos cultivar o amor ao próximo, a educação, o tratamento, agradecimento. Eu sou muito grata pelos meus clientes. Eles valem ouro assim como a minha família e toda a equipe. São muitas mãos que me ajudam até hoje a manter esse sucesso”, finaliza.

Casal mantém comércio há 55 anos

Luta e trabalho árduo  consolidam a história da família Possamai. A linha automotiva sempre foi a paixão de Valdir Possamai. Nos anos 50, ele já atuava em Urussanga com
uma oficina de chapeação e pintura. A estrutura era feita de madeira. Ao longo dos anos, Possamai começou a construir o sonho de ampliar seus negócios. Em 1962, Valdir inaugurou a loja Acessórios Urussanga, especializada em peças automotivas.
A esposa Claudete Oliveira Possamai, mais conhecida como Detinha, sempre esteve ao lado do marido desde a abertura do estabelecimento. Ela dividia seu tempo entre as atividades domésticas, a criação dos filhos Rodrigo, Edson e Marcia, e a atuação no comércio.
“Naquela época era raro ter uma mulher trabalhando nesse segmento. Foi um desafio”, frisa Claudete. A procura por tintas fez com que a família decidir novamente empreender e no ano 2000 abriu a loja Casa das Cores, que atualmente também possui uma filial na cidade vizinha de Orleans.
“Percebemos e apostamos nesta necessidade, já que havia poucas opções disponíveis para pintar as casas do município. Hoje o comércio é de toda a nossa família. Nossos filhos Rodrigo e Edson são responsáveis pela continuidade desta história”, explica Valdir.
Acessórios Urussanga é associada à Câmara de Dirigentes Lojistas de Urussanga desde a fundação da entidade, fazendo parte do crescimento do comércio do município.

Ex-presidentes da CDL ajudaram a fortalecer a entidade classista

Para criar o Clube de Diretores Lojistas (CDL) de Urussanga foi preciso coragem, determinação e força de vontade de um grupo de comerciantes que buscava implantar e administrar o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Paralelo a isso, eles idealizavam criar uma entidade representativa do comércio para um melhor acesso aos Poderes Público.
Conforme consta em ata, o Clube de Diretores Lojistas de Urussanga foi constituído no dia 1º de agosto de 1977. A reunião contou a participação de 25 comerciantes na Câmara de Vereadores da cidade. As razões da fundação foram justificadas, bem como a leitura dos estatutos sociais para conhecimentos dos deveres e das obrigações.
A primeira assembleia do Clube de Diretores Lojistas de Urussanga ocorreu no dia 2 de agosto de 1977, na sede da Associação Comercial e Industrial de Urussanga (ACIU), para votação dos termos do regimento interno do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).
Nas décadas seguintes, as diretorias e seus presidentes tiveram a missão de trazer mais associados, fortalecer a entidade classista e promover ações em benefício dos consumidores. A atual presidente é Scheila Bosa.

CONFIRA A GALERIA DE EX-PRESIDENTES
Lirio Bosa – Presidente de 1977 a 1979 / 1979 a 1980
Pedro De Brida – Presidente de 1980 a 1981
Antonio Carlos Zanelatto – Presidente de 1981 a 1984, 1986 a 1990, 1993 a 1994
Rogério De Bona – Presidente de 1984 a 1986
Aires Valentin Frozi – Presidente de 1991 a 1992 / 2001 a 2010
Ademar Zanatta – Presidente de 1995 a 1997
Lurdes Dal Bó Lapolli – Presidente de 1997 a 1999
Marcel Pavan – Presidente de 2000 a 2001
Amarildo De Brida – Presidente de 2011 a 2014
Scheila Bosa – Presidente de 2015 a 2016

A fiel escudeira da CDL de Urussanga

A alegria e o entusiasmo contagiantes e a criatividade de Marinete Martins, gestora executiva da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Urussanga, são elementos que movem a entidade classista desde o ano 2000.
“Fui convidada por alguns comerciantes a participar de um processo seletivo e a função era organizar cursos oferecidos pelo SEBRAE e ser atendente na CDL. Fui aprovada pelo presidente Marcel Pavan e pela maioria da diretoria daquela época e em seguida ingressei com muita dedicação”, recorda.
Marinete auxiliou as diretorias nas principais conquistas como, por exemplo, agilizar o repasse de informações dos consumidores aos lojistas associados, instalação da Junta
de Conciliação no Fórum da Comarca de Urussanga, oferta de cursos de negociação para créditos, criação do Manual do Associado, entre outras.
“Quando ingressei, a informação chegava de forma muito lenta. Uma consulta para passar ao associado se o consumidor estava ou não no Serviço de Proteção ao Crédito
(SPC) demorava até uns 15 minutos. A diretoria daquela época firmou uma parceria com a CDL de Criciúma, que era o polo, e eles nos repassavam as informações de modo um pouco mais rápido, em torno de cinco minutos. Essa mesma diretoria, com muito esforço, conseguiu instalar a Junta de Conciliação dentro do Fórum e a maioria das dívidas era negociada rapidamente por meio deste departamento. Criei o Manual do Associado, documento que detalha e ensina o crediarista a consultar, registrar e ter
os devidos cuidados para não gerar ações judiciais”, conta.
Segundo Marinete, o primeiro caso de sucesso da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Urussanga foi oferecer cursos de negociação para créditos aos clubes de mães da cidade. “Entrei em contato com a responsável na época, a Margarete Massucheti Manduca, e nós duas fomos a todos os clubes de mães do município apresentar a novidade. As mães demonstravam interesse. Elas confeccionavam os artesanatos e após o curso muitas aprenderam a negociar. O retorno para a CDL foi tão expressivo que conseguimos reformar toda a sala e comprar novos equipamentos”, lembra.
Ao mostrar sua força de vontade e dedicação, Marinete assumiu o cargo de gestora executiva da CDL de Urussanga. Ela visitou todo o comércio buscando entender as necessidades dos lojistas e levando as sugestões e críticas para as reuniões da diretoria, que começaram a ser mensais. Entre as iniciativas com o apoio de Marinete ela destaca a criação da Identidade Lojista e implantação de um banco de dados para empregos. “A Identidade Lojista consiste em benefícios por meio de convênios. Entrei em contato com vários profissionais da área da saúde, laboratórios e clínicas para dar um desconto especial aos associados, colaboradores e dependentes. E até hoje é vantajoso devido aos excelentes descontos. Também foram realizados cursos para jovens interessados em ingressar no mercado de trabalho, principalmente como vendedores, e os currículos dos que participavam eram encaminhados aos lojistas. Hoje temos um banco de dados voltados especialmente para empregos e são os lojistas que nos solicitam os currículos”, frisa.
O combate à inadimplência também é uma das linhas de atuação da gestora executiva. “A CDL passou por uma significativa modernização. As respostas de consultas hoje são em fração de segundos. Temos a parceria com cartórios que estão realizando um ótimo trabalho, pois é uma ferramenta a mais no combate a inadimplência”, explica.
Marinete é um exemplo de profissional que atua com amor e motivação dentro da CDL de Urussanga, aspectos que fortalecem a entidade classista. “As diretorias sempre me incentivaram a participar de cursos e treinamentos para ter conhecimento e suprir as necessidades dos nossos associados. Todos os serviços lançados pela FDL busco me inteirar rapidamente para oferecer aos filiados, além de participar de movimentos a favor dos lojistas. A CDL de Urussanga vem sendo destaque no ranking de Santa Catarina e isso me orgulha, pois é fruto do meu empenho e amor pela profissão. Agradeço a Deus todos os dias pelo meu emprego. Quando se faz com amor, determinação, criatividade e humildade, a vitória é certa”, finaliza.

Atual gestão busca união para enfrentar crise

A jovem Scheila Bosa, atual presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Urussanga, possui o espírito empreendedor de sua família. O envolvimento com o comércio ocorreu de forma natural.
“Meu avô Lirio Bosa foi quem fundou a CDL da cidade ao ver a necessidade de criar esta entidade representativa. E meus pais também seguiram os passos dele como comerciantes. Eles sempre me incentivaram a estar dentro deste meio para poder evoluir e ter experiências. Eu cresci dentro da loja e desde a minha adolescência estava envolvida em tarefas. Isso me ajudou a entender a administração do comércio”, conta.
Paralelo ao gerenciamento das Lojas Bosa, de Urussanga e Cocal do Sul, Scheila começou a fazer parte da diretoria da CDL em 2005. Desde 2015, a jovem está a frente da entidade classista e já contabiliza importantes conquistas como a repaginação, reforma e ampliação da sede e a recente promoção de Natal em 2016 com o sorteio de um carro zero quilômetro.
“A ampliação da sala foi comprada pelo presidente anterior, Amarildo De Brida. Conseguimos reformar os banheiros, trocar equipamentos e compramos ar condicionado”, explica.
Atualmente, a CDL de Urussanga possui 130 lojas associadas que geram aproximadamente dois mil empregos diretos. Nos últimos anos, a entidade vem sendo destaque no Programa de Excelência das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina ficando entre as cinco melhores do Estado por realizar as melhores consultas
do SPC, captar associados, manter em dia todas as documentações, realizar o “Recicla CDL” e oferecer novos serviços aos associados.
No período de gestão coordenado por Scheila, a entidade realizou cursos de vitrine, atendimento e treinamentos sobre o SPC. Para entender melhor do movimento lojista, a presidente participa das convenções nacionais.
Desde 2015, Scheila está empenhada em regularizar o alvará de funcionamento com o intuito de igualar os valores aos aplicados na AMREC. “Estamos em busca da aprovação de leis em relação a feiras itinerantes, que possam vir a prejudicar o comércio local. Dentro do nosso município estamos tentando igualar os valores dos impostos com os municípios da AMREC, pois Urussanga cobra um valor um pouco mais alto comparando as outras cidades nos impostos”, destaca.

MULHERES À FRENTE DA ENTIDADE
A repaginação da diretoria da CDL de Urussanga trouxe uma nova formação, sendo dos oito cargos sete assumidos por mulheres. “Mulheres comerciantes se mostraram disponíveis e empenhadas em melhorias, criatividade e participação. Por essa questão, o número de mulheres cresceu de uma forma natural”, salienta Scheila.
A atual presidente afirma que o propósito para o comércio de Urussanga é alavancar o movimento lojista, lutando pela classe. “Nossa missão é defender, orientar, desenvolver e representar os interesses de todos os associados da CDL, para que ocorra o fortalecimento político, econômico e social do segmento empresarial dentro do comercial”, frisa.
Entre os objetivos desta gestão está a união dos associados e promoção de ações a fim de enfrentar a crise e buscar evolução. “Para alcançar este ideal é necessário a união da classe. E esta é a principal dificuldade, bem como manter a motivação. Estamos passando por um momento difícil devido a crise econômica do nosso país. Infelizmente, em Urussanga, 14 lojas fecharam nos últimos anos. Nossa luta é igualar os impostos, fazendo com que o comércio ganhe mais força e motivação. Em conversa com o prefeito, o mesmo falou que concorda com a mudança, e apoia o movimento”, finaliza a presidente.

DIRETORIA CDL DE URUSSANGA 2017-2018
Presidente: Scheila Zomer Bosa
Vice-Presidente: Marcia Menegalli De Rochi
Diretor Financeiro: Aires Valentin Frozi
Diretora Secretária: Angela Vieira Bosa
Diretora de SPC: Josiani Maciel Citadin
Conselho Fiscal: Daniela Dandolini
Conselho Fiscal: Marilucia Vendramini
Conselho Fiscal: Cristiana Sartor Guollo

Urussanga recebe etapa da Olesc

O Município de Urussanga será sede da etapa microrregional da Olimpíada Estudantil de Santa Catarina – Olesc, entre os dias 1º e 5 de agosto. Serão disputados jogos das modalidades de futsal, voleibol e Handebol, todos nos naipes feminino e masculino. Os jogos de futsal e vôlei serão realizados no Ginásio Centenário. Já, o handebol será jogado na Escola Barão do Rio Branco. Urussanga estará participando nas modalidades de futsal masculino e feminino. As disputas destas modalidades terão início às 18 horas.

JÂNIO, COLLOR E BOLSONARO OU A DIREITA BRASILEIRA

Meu objetivo é analisar a história brasileira a partir das eleições presidenciais de 1955 sob a perspectiva do embate “direita versus esquerda”, demonstrando, ao final, a absoluta inaptidão da primeira para a guerra política e a incompetência de ambas para governar e desenvolver o país. Em 1955, os representantes da direita eram Juarez Távora, Adhemar de Barros e Plínio Salgado. O candidato da esquerda de então, Juscelino Kubitscheck, derrotou a todos. Fez um governo modernizador, mas deixou como maiores legados a inflação, a dívida externa e um modelo de relacionamento nada republicano entre Estado e empreiteiras.
Nas eleições seguintes, as de 1960, a famigerada UDN, clássico da direita nacional, conseguiu finalmente chegar ao poder com Jânio Quadros, uma caricatura ambulante. Apesar da inteligência prodigiosa, Jânio era desequilibrado, autoritário e fanfarrão. Numa manobra desastrada e irresponsável, renunciou esperando que o povo exigisse sua permanência no cargo, mas o povo, perplexo, nada fez. E foi assim que o então representante do conservadorismo nacional devolveu o poder à esquerda, nas mãos do vice João Goulart.
O governo João Goulart foi catastrófico. Além disso, Jango e seu cunhado Brizola preparavam um golpe. Foi quando a sociedade civil conservadora pediu ao exército o contragolpe. Veio 64, a direita retomou o poder pela força e pela força o sustentou durante duas décadas. Mas, após 20 anos, os militares não deixaram nada de bom ao país. Ocupados que estavam em torturar e matar oposicionistas, não desenvolveram a educação, não modernizaram a economia e permitiram, conscientemente, que a esquerda ocupasse cada centímetro da mídia, das escolas e das universidades.
Os militares fortaleceram a esquerda e envergonharam a direita. Encerrada a Ditadura, o nome da direita nas eleições indiretas foi Paulo Maluf, figura que dispensa comentários. Desta vez, mesmo perdendo, a direita ganhou, pois havia infiltrado José Sarney na chapa do esquerdista Tancredo Neves, falecido antes da posse. Assim como os militares, Sarney foi uma tragédia. Natural, portanto, que no pleito seguinte os candidatos mais badalados fossem de esquerda: Brizola e Lula. A direita tinha como alternativa viável Fernando Collor, que venceu, mas, assim como Jânio, renunciou, fugindo do impeachment e recolocando a esquerda no poder. Primeiro a esquerda moderada, com FHC, depois a extremada, com Lula e Dilma.
O impeachment de Dilma Rousse encerrou o primeiro e nefasto ciclo da extrema esquerda no poder, o qual, por ora, está nas mãos do puro fisiologismo, da corrupção mais comezinha, indiferente a qualquer ideologia, preocupada apenas com o dinheiro que consegue roubar. Para as eleições de 2018, a única opção oferecida pela direita é Jair Bolsonaro. Mais uma caricatura. Mais um casca-grossa sem qualquer cacoete para estadista, inculto e truculento.
Não à toa, reverencia o Regime Militar que tanto atraso impôs ao Brasil. Assim como Jânio em 1960 e Collor em 1989, Bolsonaro parece ser, neste momento, o que a direita tem de melhor para apresentar aos cidadãos brasileiros.
Quem me acompanha sabe que meu pensamento está à direta. Está à direita porque valorizo mais a liberdade que a igualdade, pois acredito mais nos indivíduos que nos coletivos, desprezo o Estado inchado e paternalista, duvido de soluções elaboradas em gabinetes por intelectuais e burocratas. Mas é preciso reconhecer que a direita brasileira não conseguiu até hoje educar-se da tradição política civilizada, não formou lideranças preparadas nem estudou as nuances narrativas da luta política. De Jânio a Bolsonaro, oscilamos entre a insânia e a pura mediocridade. Na guerra política tupiniquim, a esquerda ainda terá muitos anos de vida fácil, para desgraça de todos
e infelicidade (quase) geral da nação.

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS – PARTE XIV

Nota

O que é decomposição e mineralização da matéria orgânica? A decomposição é o processo de quebra da matéria orgânica em partes menores, feita por microrganismos decompositores presentes no solo. Esses microrganismos utilizam a matéria orgânica como alimento para sua sobrevivência e, para isso, precisam quebrá-la em pequenas partes. A mineralização é o resultado do processo de decomposição microbiana. Durante a decomposição, elementos químicos que antes se encontravam na forma orgânica são convertidos para a forma mineral.
Os nutrientes, elementos químicos essenciais ao crescimento e desenvolvimento das culturas, só são absorvidos pelas raízes das plantas quando se encontram na forma mineral.
Quais os benefícios da matéria orgânica para o solo? São vários. A matéria orgânica atua tanto na fertilidade do solo quanto em seu condicionamento físico, além de manter a vida no solo.
a) Benefícios para a fertilidade do solo (para os atributos químicos e físico-químicos do solo): Fornecimento de nutrientes para as culturas (macro e micronutrientes), pois quando decomposta e mineralizada, a matéria orgânica torna-se fonte de nutrientes; Aumento da capacidade de troca de cátions (CTC) do solo (muitos nutrientes estão na forma de cátions), que depois podem ser disponibilizados para as culturas; Complexação de substâncias tóxicas – a matéria orgânica em estágios avançados de decomposição tem a capacidade de controlar a toxidez causada por certos elementos presentes no solo em teores acima do normal e, por isso, tóxicos.
b) Benefícios para o condicionamento físico do solo: Melhoria da estrutura do solo – tem a capacidade de agregar as partículas do solo, formando “grumos”- esse efeito agregador desencadeia benefícios nas outras características físicas do solo; Densidade do solo- redução da densidade aparente do solo, tornando-o mais “leve” e solto; Porosidade do solo – melhoria da circulação de ar e água nos poros (espaços vazios entre as partículas) do solo; Capacidade de retenção e infiltração de água e consequente aumento da capacidade de armazenamento da água do solo.
c) Benefícios para a biota do solo: Atua como uma fonte de alimento para microrganismos decompositores, que a utilizam como substrato e são responsáveis pela decomposição e mineralização da matéria orgânica no solo; Aumenta a população de minhocas, besouros, fungos, bactérias e outros organismos benéficos para a manutenção da vida no solo.
Fonte: Livro da Embrapa Hortaliças – Brasília, DF. Interessados em adquirir o livro “PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS – Coleção 500 Perguntas – 500 Respostas” devem entrar em contato através do email: vendas@sct.embrapa.br

Santo Antônio do Fogo conquista o título do Campeonato da Amizade da Série B

O Santo Antônio do Fogo é o grande campeão do Campeonato de Futebol Suíço da Amizade da série “B”. Mesmo com uma campanha, durante a competição, abaixo do seu rival, o Santo Antônio do Fogo se impôs na final, disputada no último sábado (22), e venceu o Rio Santo Antônio por 2×0. Fernandinho e Jeanzinho fizeram os gols da partida decisiva.
Logo após o encerramento do jogo foi realizado o cerimonial de premiação. Além de troféus e medalhas para as equipes campeã e vice, também foram premiados o jogador Rodrigo Cipriano, do Santo Antônio do Fogo, como o artilheiro do certame, com nove gols feitos. E, o atleta Ezequiel, do Rio Santo Antônio como o goleiro menos vazado, com dez gols tomados.
Na próxima segunda-feira, dia 31, às 20 horas, no Denoni Point Ball, em Águas Mornas, a Liga Urussanguense de Desportos (LUD) realizará um de jantar de confraternização e, na ocasião, será divulgada a seleção da competição que será escolhida pelas próprias equipes, com os melhores atletas de cada posição recebendo premiações.

Ginástica íntima: o exercício que previne muitos incômodos femininos

Uma questão de saúde que não está relacionada apenas à idade e ao sexo feminino. Assim é considerada a incontinência urinária, ou seja, a perda involuntária da urina pela uretra, sendo resultado da falta de controle sobre a micção. Essa condição pode afetar a qualidade de vida das pessoas. Com o intuito de atuar na prevenção e no retorno normal das funções, tratamentos com acompanhamento de fisioterapeutas são indicados.
A fisioterapia auxilia no tratamento para incontinência urinária com orientação e exercícios específicos para a região pélvica e postural. “Atuamos tanto prevenindo como também no retorno das funções normais dependendo de cada estágio, da fraqueza muscular ou se o indivíduo possui alguma outra patologia associada. Trabalhamos também na continuidade do tratamento, pois como são músculos é necessário fortalecê-los. Exercícios como pilates, musculação e hidroginástica também são indicados”, explica a fisioterapeuta do espaço Vejany Estética e Saúde, Janete Machado.
Janete explica que a fisioterapia pélvica consiste em técnicas que utilizam exercícios de fortalecimento e contração do conjunto de músculos que sustentam os órgãos pélvicos, como o útero, a bexiga e o intestino reto. Há um mês, Maria*, de 30 anos, decidiu iniciar este tratamento. “Ao ver a situação da minha mãe, com 75 anos, convivendo com este problema e a bexiga bem baixa, tendo que fazer cirurgia, em virtude de não ter tido um acompanhamento, resolvi procurar a prevenção. Toda mulher deveria se ater a esse exercício íntimo, pois ele é simples, prático e barato. Ele previne a incontinência, ajuda no bem estar da mulher e até no ato sexual. Estou fazendo este
tratamento com a fisioterapeuta em dez sessões, mas todos os dias consigo fazer os exercícios fáceis em casa também. Eles também fortalecem o abdômen”, conta. Outra vantagem relatada por Maria é quanto ao prazer sexual. “O domínio e fortalecimento dos músculos vaginais proporcionam prazer tanto ao parceiro quanto para nós, e a nós mesmas, pois a mulher também consegue realizar movimentos com a vagina, e esses movimentos proporcionam um prazer intenso no momento da relação”, revela.

TÉCNICAS TRAZEM BENEFÍCIOS PARA O CORPO
Para este tratamento de incontinência urinária, a fisioterapeuta Janete Machado utiliza técnicas de fortalecimento e contração com o próprio corpo, acessórios, exercícios hipopressivos, bem como aparelhos de eletroterapia. “As técnicas dependerão da avaliação inicial. Normalmente ocorrem duas vezes na semana e com orientação de exercícios durante este intervalo. O paciente deve sempre utilizar vestimenta confortável para prática de exercícios. São realizados exercícios de fortalecimento e contração muscular na maca, sentado em posição ortostática ou deitado, assim como podem ser utilizados acessórios e aparelhos de eletroestimulação. Os exercícios são individuais e em ambiente reservado”, explica a profissional.
A frequência das sessões e a prática dos exercícios executados nos intervalos dependerá de cada paciente. Na maioria dos casos, os resultados já poderão ser mensurados entre 10 a 15 sessões. Entre os benefícios deste tratamento estão o controle e retorno das atividades e funções normais, evitando cirurgia precoce, além de melhorar a circunferência abdominal, entre outros.

SAIBA MAIS
A profissional Janete Machado possui experiência na área de estética desde 2009. O espaço Vejany Estética e Saúde completa sete anos em Urussanga neste ano e oferece serviços de fisioterapia, tratamentos estéticos e para o bem estar, que inclui áreas como psicologia e nutrição. Em breve o espaço também irá atuar com pilates e podologia.

CASOS PARA O TRATAMENTO
– Incontinência urinária/fecal de esforço;
– Prolapsos de órgão pélvicos;
– Dor pélvica crônica e endometriose;
– Menopausa;
– Disfunções sexuais;
– Incontinência urinária/fecal de esforço, de
urgência e mista;
– Prolapsos de órgão pélvicos;
– Dor pélvica Crônica e endometriose;
– Disfunções sexuais: dispareunia (dor durante ao
sexual), vaginismo (contração involuntária dos músculos
pélvicos próximo canal vaginal), vulvodínea
(dores na parte interna do canal vaginal);
– Constipação intestinal/ anismo;
– Dismenorréia (cólica menstrual);
– Reabilitação da diástase abdominal pós-parto;
– Amenizar dores na região lombar;
– Melhorar o contorno abdominal;
– Recuperação e reforço dos músculos do assoalho
pélvico.

Conquistas que marcaram o fortalecimento do comércio

Nota

A continuidade dos trabalhos da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Urussanga foi feita no período de 2000 a 2001 pelo presidente Marcel Pavan. A ação de destaque desta gestão foi a implantação do Natal do Milênio. Pela primeira vez, a promoção do período natalino contemplou um consumidor com um carro popular zero quilômetro.
Na gestão seguinte, entre os anos de 2001 e 2002, Aires Valentin Frozi seguiu os passos do presidente anterior e à frente da CDL também sorteou um carro popular e prêmios em dinheiro. Neste período, os associados da CDL decidiram pela extensão do horário do comércio no segundo sábado de cada mês, abrindo as lojas também a tarde. Ações diferentes com distribuição de brindes no Dia dos Pais e no Dia das Crianças foram implantadas.
Foi nesta época também que a CDL firmou uma parceria com o Sebrae e promoveu cursos gratuitos do “Brasil Empreendedor” em diversos bairros da cidade. Assuntos de interesse do município eram defendidos pela entidade classista como, por exemplo, questões relacionadas às estradas, ao lixo, turismo, à cultura, às taxas de esgoto e iluminação pública, entre outras.
Entre as importantes conquistas da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Urussanga que beneficiaram a população da cidade está a implantação da Circunscrição Regional de Trânsito (CIRETRAN) em maio de 2008. O município passou a contar com um local para emissão e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e demandas de veículos e multas.
“Nosso objetivo era lutar para que o consumidor permanecesse em Urussanga. E eu e a diretoria tínhamos em mente que toda cidade que é comarca teria que ter benefícios para os munícipes. Então encabeçamos esta solicitação do Ciretran. Naquele período do movimento conseguimos coletar mais de 5 mil assinaturas. E com o apoio de autoridades foi possível a vinda para a nossa cidade”, explica Aires.
As diretorias entre 2002 e 2016 também alcançaram o ingresso de mais associados, proporcionaram capacitações aos lojistas, agilidade nas consultas do Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC), criaram banco de empregos, ampliaram a sede e conseguiram a evolução da entidade classista.
“Nos anos 2000, conseguimos ultrapassar o número de 100 associados. Com isso, promovemos palestras de motivação, treinamento sobre o SPC, cursos sobre cobrança e crédito, formação gerencial, garçom, gerente de loja, relações humanas, matemática financeira, vendas, técnicas de atendimento, vitrines, entre outros. A CDL investiu também em cursos profissionalizantes para os funcionários em busca de conhecimento para melhor atender o associado. Também foi criada a Identidade Lojista oferecendo ao associado descontos por meio de convênios em serviços de diversas áreas”, salienta a secretária executiva da CDL de Urussanga, Marinete Martins.
Para o ex-presidente Aires, os anos 2000 foram determinantes e fizeram a CDL sair do anonimato. “A CDL teve um significativo crescimento com essas ações. Ela saiu do anonimato para se moldar e modernizar. Batalhamos por ações feitas com o intuito do consumidor permanecer e comprar no município, fortalecendo assim o comércio. Esse período foi de crescimento, atualização e uma oferta de mais produtos. Muito disso se deve as conquistas da CDL. Os anos 2000 foram de revolução em todos os sentidos”, argumenta.

DA CRIAÇÃO À EXPANSÃO DO NATAL ENCANTADO
Após diferentes denominações para as ações feitas no período natalino, a Câmara de Dirigentes Lojistas(CDL) de Urussanga  decidiu criar em 2003 o evento “Natal Encantado”. Ele tornou-se oficial do município de Urussanga através da Lei N° 1.948 de 12 de março de 2003.
A ideia deste evento era oferecer atrativos com o intuito de chamar os consumidores para o comércio da cidade e proporcionar momentos de entretenimento. Ao longo dos anos, o projeto foi sendo expandido e a causa recebendo também o apoio do Poder Público.
Entre as ações mais relevantes estão as apresentações artísticas e culturais, a criação da Casa do Papai Noel e a chegada do personagem na Praça Anita Garibaldi. Um dos locais mais marcantes foi no casarão da família Nichele, em 2009.
Nos últimos anos, comerciantes se unem na área central para enfeitar suas árvores em clima de confraternização. Desfiles também remetem ao encanto e a magia do Natal. Paralelo a estes momentos festivos, a CDL de Urussanga realiza campanhas de prêmios para aquecer as vendas.

 

RELATO DE VIAGEM

Segunda-feira, onze horas da manhã. Chance de neve na Serra. Como já havia passado o domingo trabalhando e não tinha prazos a cumprir, decidi aventurar-me. Família inteira no carro, sogra inclusive, subimos. Fui despreocupado, porque apesar do alarde delirante de alguns meteorologistas, os sites de previsão apontavam a possibilidade de apenas duas ou três horas nevando. Tinha confiança de que não ficaria preso lá em cima e suspeitava que a neve talvez nem aparecesse.
Queria mesmo era comer churrasco e tirar folga na segunda-feira. Na subida, tudo tranquilo. O único inconveniente foi um caminhão à nossa frente que, a cada curva mais acentuada, passava minutos manobrando. Chegando lá, a primeira parada foi numa churrascaria à margem da estrada. Eu salivava. Mas, porque não havia energia elétrica, não havia também churrasco. Tivemos de nos contentar com um buffet às escuras, com feijão tropeiro e carne de forno. Tudo muito saboroso, mas churrasco que é bom não comemos.
Decidimos seguir até São Joaquim. Ainda em Bom Jardim, tentei abastecer o carro, mas não havia energia e a bomba do posto estava parada. Seguimos caminho. Em São Joaquim abastecemos, estacionamos próximo à Igreja e fomos dar uma volta pela praça central, que estava lotada de pessoas aguardando pela neve. A praça estava também imunda, suja mesmo. Sabendo que os turistas viriam, a prefeitura não deu sequer um pequeno trato no vergonhoso local.
Começamos a voltar. A esperança era de, ao menos, tomar um bom café. Àquela altura já fazia zero grau. Paramos num estabelecimento famoso no meio do caminho, mas estava caótico. As pessoas esbarravam-se. Saímos sem atendimento. Quem sabe em Bom Jardim? Vamos! Mas, às dezessete horas, a energia ainda não voltara. Tudo estava fechado e escuro na cidade. Descemos. Tomamos café em Rio Maior e fomos para casa. Não comi churrasco, neve não vimos. Pelo menos tirei folga na segunda-feira.

Urussanga irá receber R$1,6 milhão de emenda de bancada para a saúde

A bancada Federal de Santa Catarina foi promissora com o município de Urussanga. Nesta semana, o Governo Municipal recebeu a boa notícia de que irá receber a princípio, R$ 1.630,000,00 (milhão) para a área da saúde. O recurso é oriundo de ementa de bancada dos deputados federais César Souza, Décio Lima (PT), Jorge Boeira (PP), Ronaldo Benedet (PMDB), Esperidião Amin (PP), Ronaldo Benedet (PMDB) e do senador Paulo Bauer (PSDB), a ser confirmado.
O recurso será destinado ao município por meio de convênio com o Governo Federal e Urussanga é o segundo município da Amrec a receber o maior montante, ficando abaixo somente de Criciúma, com R$ 3,5 milhões.
Os municípios terão, a partir de agora, que seguir o cronograma operacional das emendas de bancada. Os deputados têm até a próxima sexta-feira, 28, para encaminhar as emendas que poderão receber alteração, podendo alguns municípios receber mais do que o previsto ou vice e versa.
O cronograma seguirá a Portaria nº 222 de 13 de Julho de 2017, que integrará as indicações das emendas, registro das propostas e análise e manifestação. Os prazos vão até setembro, conforme as especificações para cada procedimento. Não há previsão de utilização do dinheiro, ou seja, ele tanto pode ser creditado neste ano como ao longo dos próximos dois anos.

Reunião define data de audiência pública para tratar do asfalto

As comunidades de Rio Carvão, Santana, Santaninha, Santo Expedito e Das Damas se uniram na noite de terça-feira, dia 18, no Salão de Festas do bairro Santana, durante uma reunião com autoridades do Executivo e Legislativo e representantes de associações de moradores.
Na oportunidade, o presidente da Associação Comunitária de Rio Carvão (Acric), Sidnei Casagrande, comunicou que a assessoria do deputado estadual João Amin, presidente da Comissão de Trânsito e Desenvolvimento Urbano da ALESC, confirmou a data e o local para realização da audiência pública que irá debater sobre o asfalto na
SC 440, que liga Urussanga ao município de Lauro Müller, contemplando os bairros de Rio Carvão e Santana até Itanema.
A audiência pública foi definida para o dia 21 de agosto e ocorrerá no Salão de Festas do bairro Santana. O prefeito de Lauro Müller também será convidado para o encontro.
“Este será o Dia D para nós. Convido todas as pessoas para lotarem essa audiência para que juntos possamos lutar por esse asfalto e concretizar este sonho”, frisa Casagrande.
Para o presidente da Câmara de Vereadores de Urussanga, Marcos Roberto Silveira a participação das comunidades fará a diferença. “Esta reunião foi de suma importância, pois uniu pela primeira vez todas as comunidades juntamente com os Poderes Executivo e Legislativo. Certamente juntos teremos cada vez mais força para lutarmos pelo mesmo objetivo. Sugeri para o prefeito Gustavo na reunião que o recurso que vier do Fundam seja aplicado no asfalto para Santana. Agora temos que nos mobilizar para a audiência pública. A participação e cobrança das comunidades serão fundamentais e certamente farão a diferença. Juntos somos mais fortes”, salienta.
Outra questão discutida durante o encontro foi a reunião itinerante da Câmara de Vereadores, que será promovida na comunidade de Rio Carvão no dia 8 de agosto, às 19 horas, no Salão de Festas da Capela de Nossa Senhora da Saúde. A reunião debaterá o passivo ambiental e contará com a presença de representantes do Poder Judiciário.

Pré-evento coloca Urussanga em clima de Festa do Vinho

Iniciativa será realizada no dia 29 de julho, na Praça Anita Garibaldi, das 10 às 16 horas Urussanga está em clima de Festa do Vinho e se prepara para a realização do primeiro pré-evento que antecede a festa. A iniciativa será realizada na Praça Anita Garibaldi, no dia 29 de julho, das 10 às 16 horas e contará com atrações diferenciadas e exposições que valorizem o vinho de Urussanga. O evento foi idealizado pela Comissão Central Organizadora e conta com a parceria da Associação Comercial e Industrial de Urussanga (ACIU), da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Associação ProGoethe.
“Este pré-evento tem o objetivo de fazer as pessoas mergulharem na história do vinho de Urussanga. A ideia é que todos possam conhecer de onde veio o título de Capital do Bom Vinho. Para isso, quem for a Praça Anita Garibaldi neste dia encontrará um acervo contando um pouco da história do vinho em Urussanga”, enaltece um dos organizadores do pré-evento, Rangel Quaglioto.
De acordo com Rangel, serão expostos na praça materiais antigos que faziam parte da produção de vinhos na cidade e artesanato. “Além disso, também contaremos com exposição de coleções antigas, gastronomia coordenada pelos membros do núcleo de turismo da ACIU, distribuição de vinhos feita pela ProGoethe, além da apresentação de bandas a partir das 12 horas”, garante Rangel. “Este pré-evento terá como diferencial o horário, já que contará com atrações na parte da tarde para que as pessoas que estão trabalhando no comércio pela manhã também possam participar”, complementa.
A intenção é de levar um grande número de pessoas para a Praça Anita Garibaldi. “Todos estão se organizando para que este evento seja um sucesso”, enaltece a secretária executiva da ACIU, Gerusa Fontanella Rodrigues Alves. “Este pré-evento irá colocar Urussanga no clima da Festa do Vinho e fará com que as pessoas vivenciem um pouco do que as espera de 9 a 13 de agosto no Parque Municipal Ado Cassetari Vieira”, garante o presidente da Comissão Central Organizadora, Odivaldo Bonetti.
A XVII Festa do Vinho é uma realização da Prefeitura Municipal de Urussanga e Comissão Central Organizadora (CCO) em parceria com as empresas Cardial Feiras e Eventos, Bem Promoções e X9. Os ingressos para a festa podem ser adquiridos pelo site www.minhaentrada.com.br , onde constam também os pontos de venda nas cidades
da região Sul de Santa Catarina.

SAIBA MAIS
Atrações musicais:
Mário Pacheco
Banca Vocalize
Red Neck
Banda Campari
Atrações Gastronômicas:
Ventuno Pub: Venda de pizzas
Stone: hambúrgueres
Carara Chopp: Chopp de vinho e
chopp tradicional
Papo’s e Trago’s: Porções variadas
ProGoethe: Vinhos