Urussanguense cria lixeiras em madeira resistente

H um ano e meio o Carpinteiro Jaime da Silva, conhecido como Trik, inovou e criou um tipo de lixeira que colabora para uma melhor higienizao aliado a uma estrutura resistente. A ideia surgiu quando Silva viu uma bombona sendo utilizada como lixeira e aproveitou para adaptar, mas em madeira.
Silva utiliza materiais resistentes ao tempo para a produo, ou seja, madeira de Piqui e parafusos de alumnio macio para poder dar qualidade ao mesmo. Este tipo de madeira servia para construir navios, ou seja, de qualidade e garanto que dura cerca de 30 anos, comenta.
O carpinteiro consegue fazer at quatro lixeiras por dia. Mais de 300 delas j foram vendidas e apenas uma est em Urussanga. Esperava que a Prefeitura Municipal de Urussanga apoiasse a ideia, at fiz uma amostra para ser vista, mas no tive um retorno, observa Silva.
A proprietria da Farmcia Fiore Farma do bairro Nova Itlia, Ionara Maria M. Wanderlind foi a urussanguense que realizou a compra. Vi a lixeira exposta com o nmero de telefone do Trik e percebi que o material era de qualidade e que ficaria bonita por ser rstica, comenta. As lixeiras so vendidas por 250 reais, sendo que cada uma delas tem uma margem de lucro de 20 reais.

Plebiscito contabiliza 749 votos em Urussanga

A Reforma Poltica no pas um assunto que a cada dia vem ganhando fora e a vontade do povo em mudar o cenrio que ai est. Para isso, recentemente, um Plebiscito Popular uniu o pas para o recolhimento de milhares de assinturas para a concretizao deste objetivo. Os dados nacionais registraram mais de sete milhes de votos, onde 97,5% responderam que sim, 2,57% voltaram contra, 0,2% de votos em branco e 0,17% de votos nulos.
Em Urussanga foram contabilizados oficialmente 749 votos, onde 729 disseram que so a favor, 12 so contra, quatro votos em branco e quatro nulos. O Comit do Plebiscito Popular era formado de pessoas voluntrias e no havia um nmero suficientes para organizar em todas as comunidades, porm conseguimos instalar nove urnas em Urussanga, explica o responsvel pela organizao do Plebiscito em Urussanga, Dr. Carlos Edmar Macedo.
Cada cidado que votou no Plebiscito deu uma contribuio importante para um debate que de interesse da sociedade. Segundo o Dr. Edmar, alm de a votao ter sido positiva em Urussanga, houve um dilogo que foi estabelecido com a sociedade durante todo o processo. O Plebiscito um passo que estamos dando agora, teremos outras atividades e a cada etapa vai ampliando o debate com a sociedade. J em outubro, ser realizada uma plenria nacional do Comit pela reforma poltica, que far uma avaliao deste processo e estabelecer novas atividades e metas, afirma.

 

Imprudncia e descuido so as principais causas de acidentes de trnsito em Urussanga

Com o tema Cidade para as pessoas: Proteo e Prioridade ao Pedestre, a Semana Nacional do Trnsito deste ano ressaltou a segurana do pedestre. Para o comandante da Polcia Militar de Urussanga, Capito Sandi Murs Medeiros Sartor, o tema visa chamar a ateno da populao.
Nos surpreende por no ser algo to inalcanvel, pois se trata apenas de bom senso e educao dos condutores e de todos que fazem parte do trnsito. A prioridade do pedestre, j prevista no Cdigo de Trnsito Brasileiro, deve ser tratada com respeito, em especial pelo fato de todos os condutores tambm serem pedestres, isto , aquele que no o respeita, est indo de encontro a si mesmo e sua famlia, os quais tambm so pedestres, pontua.
Ainda com relao ao tema, o comandante analisa que muitos cidados, quando esto conduzindo seus veculos, no respeitam a sinalizao, tampouco o pedestre. Entretanto, no momento em que est na condio de pedestre quer ser respeitado e acha um absurdo a falta de considerao com os pedestres, avalia.

ACIDENTES DE TRNSITO
De acordo com Capito Sartor, a maioria dos acidentes de trnsito em Urussanga causada por imprudncia dos condutores ao no respeitar a sinalizao vigente e abusar da autoconfiana.
Ademais, muitas das pequenas ocorrncias so oriundas de pequenos descuidos, em especial o uso de celular, frisa.
Segundo dados da PM de Urussanga, nas vias municipais, at metade do ms de setembro, foram registrados 56 acidentes sem vtimas e 17 com vtimas.
Nmeros coletados pela Polcia Rodoviria de Cocal do Sul apontam que as ocorrncias de acidentes de trnsito neste ano, at o ms de agosto, na SC 445, que liga Urussanga a Morro da Fumaa, e na SC 108, entre Urussanga e Orleans e Urussanga a Cocal do Sul, superaram ou quase atingem os dados de 2013.
Na SC 108, entre Orleans e Urussanga, o nmero de vtimas de acidentes de trnsito subiu de 13 em 2013 para 22 em 2014. No trecho entre Urussanga e Cocal do Sul, os dados apontam uma diminuio no nmero de vtimas de 21 para 14, apenas at o ms de agosto deste ano. No trecho entre Urussanga e Morro da Fumaa, na SC 445, foram registradas 24 vtimas em 2013 e 12 em 2014.
Conforme o comandante da 2 Companhia de Polcia Militar Rodoviria, major Darci Rodrigues Junior, o aumento da imprudncia o principal fator de acidentes de trnsito com bitos.
O maior problema est nos condutores dos veculos. Casos de embriaguez e excesso de velocidade esto causando os bitos. De fato a PMR tem trabalhado no sentido de verificar o controle de velocidade dos veculos, tentando coibir ultrapassagens indevidas, pois uma infrao de alto risco. O trabalho de conscientizao de trnsito foi ampliado para as escolas. Desta forma as crianas levam o conhecimento e cobram dos pais. Para uma mudana futura um caminho que se abre. Percebemos que o veculo est se tornando uma arma. Quando mal utilizado no adianta mudar leis e criar penas se os motoristas no mudam suas atitudes, salienta.

Presidentes de Associao de Moradores de bairros de Urussanga elencam as principais reivindicaes das comunidades

A preocupao dos moradores em relao s questes do trnsito discutida durante as reunies de associaes de bairros nas comunidades. Lombadas, pista alternativa, trevo alemo, taches e placas so reivindicaes das localidades. Os casos mais solicitados nos ltimos anos se referem a mudanas no bairro So Pedro.
Segundo o presidente da Associao de Moradores do Bairro So Pedro (AMOSP), Arcngelo Denoni, a implantao de duas lombadas auxiliariam no fluxo do trnsito na comunidade. Precisaramos de uma lombada na entrada para Rio Carvalho e outra prxima a uma empresa de alumnios. O trevo alemo perto da entrada do bairro Bom Jesus outra reivindicao das pessoas que vivem no entorno. Alm disso, ainda aguardamos a restaurao da SC 445, afirma.
Uma limpeza s margens da rua de acesso ao bairro De Brida ajudou na visibilidade das placas de sinalizao, de acordo com o presidente Associao de Moradores do Bairro De Brida, Jaime da Silva. Outra reivindicao da comunidade ser atendida pela Prefeitura Municipal nos prximos meses: a implantao de caladas. Sempre pedimos caladas nas extremidades. Nosso pedido foi encaminhado e agora estamos aguardando os prximos passos. Uma faixa de pedestre para garantir a segurana das crianas ao atravessarem a SC 108 e a implantao de uma lombada dentro do bairro so outras questes que desejamos, comenta. A implantao de uma calada prxima a creche do bairro Alto Rio Molha a reivindicao da associao comunitria, conforme o presidente Jocely Catneo.
A pavimentao asfltica da Avenida Longarone motivo de felicidade para os moradores do bairro De Villa. Para a presidente da Associao de Moradores do Bairro De Villa, Valdirene Scremin, necessrio a implantao de lombadas devido ao grande fluxo de veculos.
Na Linha Rio Maior, um trevo alemo na entrada de uma casa de shows prxima a rodovia SC 108 a principal questo solicitada pela comunidade. De acordo com o presidente da Associao de Moradores da Linha Rio Maior (ALIRMA), Licenir Magdalena, o trecho torna-se perigoso no dias de evento devido converso indevida feita pelos motoristas. Verificamos a necessidade de lombadas prximas ao restaurante Baesso e uma melhor sinalizao, frisa.
Os moradores de Rio Amrica comemoram a finalizao da pavimentao asfltica no acesso ao bairro. Para o presidente da Associao de Moradores de Rio Amrica (AMBRA), Marcos Roberto Silveira, o grande sonho da comunidade est se tornando realidade.
O acesso com asfalto j melhorou a qualidade de vida das pessoas, mesmo que seja totalmente concludo at final desde ano, salienta.
PM e Lions
Clube desenvolvem aes nas escolas
Devido a Semana Nacional do Trnsito, a Polcia Militar de Urussanga em parceria com o Lions Clube Urussanga realizou palestras nas escolas Baro do Rio Branco e Caetano Bez Batti para mais de 170 estudantes e professores. Com o tema Educao e cidadania no trnsito, o cabo da PM, Rosiano Sorato, ministrou as palestras com o intuito de conscientizar as crianas sobre a importncia do respeito entre motoristas e pedestres. As aes foram muito positiva devido a mensagem transmitida pelo policial e a participao das crianas, ressalta Zelma Mariot Hilbert, secretria do Lions.

Escola de pais de Urussanga participa de evento em Balnerio Cambori

A Escola de Pais de Urussanga participou nos dias 12, 13 e 14 em Balnerio Cambori da Primeira Reviso Regional Sul, onde os estados de Santa Catarina, Paran e Rio Grande do Sul, reuniram-se para discutir os temas abordados pela Escola de Pais, como a mudana do temrio do Crculo de Palestras e eleio dos novos representantes nacionais e regionais da Escola de Pais do Brasil. Do grupo de Urussanga participaram os casais, presidente Celso e Maria Aparecida Dutra, Vice-presidente Joaquin e Eovanete Cruz e os associados Dlcio, Noeli e Maria Luiza Ferrarez. Osnovos temas a serem trabalhado nos crculos de palestras sero:
1 – Educar um desafio
2 – Valores e limites na educao
3 – Pai, me e agentes educadores
4 – A educao do nascimento a puberdade
5 – Adolescncia: o segundo nascimento
6 – A sexualidade no ciclo da vida da famlia
7 – Cidadania e cultura da paz.

No dia mundial da rvore, Famu entrega mais de 200 mudas de plantas

O Dia Mundial da rvore comemorado no dia 21 de setembro e a Fundao do Meio Ambiente de Urussanga (FAMU), realizou uma Campanha de doao de 250 mudas de rvores para escolas da cidade.
Em um momento de interao, educao ambiental e distribuio de mudas, a FAMU esteve presente na Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais. Foi um momento de incluso social. um belo trabalho envolver estas pessoas que merecem um incentivo de todo o municpio para estarem integradas com as aes que acontecem, afirma a Superintendente do FAMU de Urussanga, Bruna Cimolin Costa.
Outras escolas tambm receberam algumas mudas de rvores neste dia.
As rvores so importantes para a vida dos homens, pois, fornecem o ar que todos respiram. Segundo Bruna, importante fazer esta conscientizao para preservar a natureza. Temos que conscientizar para precaver, principalmente as crianas, que so os adultos do futuro e que cuidaro do planeta Terra, comenta.

Mdico alerta: uso excessivo de antibiticos desenvolve bactrias resistentes

A resistncia aos antibiticos vem crescendo a cada ano. Nos ltimos anos, o Reino Unido qualificou o problema como uma das maiores ameaas atuais para a sade humana. Um estudo da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria (Anvisa) avaliou o perfil de sensibilidade desses medicamentos e j apontava, em 2006, que alguns dos antibiticos mais usados nas UTIs brasileiras esto perdendo o efeito em razo da resistncia bacteriana.
A no eficcia de antibiticos em determinados tratamentos coloca em alerta mdicos e pacientes. Segundo o mdico infectologista Raphael Elias Farias, o uso indiscriminado de antibiticos resulta na criao de cepas de bactrias resistentes. Desta forma, a utilizao de antibitico torna-se ineficaz. O uso cada vez maior de antibiticos nos traz esta consequncia e assim eles no so mais eficazes nos tratamentos, comenta.
Recomendado para o tratamento de infeces por bactrias, poucos antibiticos esto sendo desenvolvimentos pela cincia e esta situao pode implicar em problemas nos prximos anos. As bactrias possuem capacidades de criar mecanismos de resistncia aos antibiticos, portanto os cientistas sempre buscam novos medicamentos para combater s bactrias. Temos poucos novos antibiticos sendo desenvolvidos e isto pode resultar em problemas quanto a alguns tratamentos no futuro, alerta Farias.

Projeto de educao ambiental desenvolvido pelo Comit do Rio Urussanga

A preservao e degradao de reas inseridas na bacia do Rio Urussanga so apresentadas a estudantes de dez municpios da regio Sul de Santa Catarina atravs do projeto Minha escola, meu rio, promovido pelo Comit de Gerenciamento da Bacia Hidrogrfica do Rio Urussanga. A ao, desenvolvida h quatro anos, j contemplou mais de 900 alunos com o objetivo de despertar a sensibilizao e conscientizao sobre as questes que envolvem os recursos hdricos.
Nesta segunda-feira, dia 22, estudantes do 4 e 5 ano das escolas Ribeiro DAreia e So Joo, de Pedras Grandes, participaram da primeira sada a campo promovida neste ano. Orientados pelo gegrafo Rosemar De Nez e pela biloga Marlia Biz, os alunos percorreram o trajeto entre a nascente e a foz do Rio Urussanga atentos as informaes sobre a vegetao, os recursos hdricos e as atividades econmicas da regio.
importante manter o equilbrio do meio ambiente, pois uma pequena mudana pode causar um impacto que comprometa o sistema. Observamos que possuem lugares que ainda so possveis de serem recuperados. preciso cuidar agora para que o futuro de vocs seja melhor, frisou o gegrafo. Para a professora da Escola de Ensino Fundamental So Joo, a sada a campo refora os ensinamentos transmitidos em sala de aula.
A situao do Rio Urussanga foi o ponto que mais impressionou os alunos. Gostei muito do passeio, mas fiquei surpresa com a contaminao da gua. Pensarei mais na preservao, pois quero ajudar o meio ambiente a ficar mais limpo, disse a estudante Julia Ghizzo, de 9 anos.

Manifesto em prol da sade

Unidos, vestidos de preto, em sinal de luto, funcionrios do Hospital Nossa Senhora da Conceio de Urussanga realizaram uma manifestao na quinta-feira, dia 25, e paralisaram as atividades da instituio durante dez horas, excesso o atendimento de casos de urgncia e emergncia, para chamar a ateno da populao a um grave problema: a crise financeira nos hospitais filantrpicos.
Durante o 36 Encontro Catarinense de Hospitais, uma carta aberta foi lanada pelas entidades hospitalares juntamente com o alerta de que a crise financeira poder provocar o fechamento de unidades no Estado. De acordo com o documento, o histrico de dficit entre as receitas e despesas na prestao de servios ao Sistema nico de Sade (SUS) nos levantamentos contbeis dos hospitais apontam que para cada R$ 100 de gastos no atendimento aos pacientes, o SUS paga, em mdia, somente R$ 65.
Esta situao reflete diretamente nos setores financeiros e, nos ltimos anos, um crescente endividamento ocorreu nas instituies de sade. Em 2012, a dvida dos hospitais ultrapassava o valor de R$ 11 bilhes. Neste ano, pelo menos 83% dos 2.100 hospitais filantrpicos brasileiros operam no vermelho e, segundo estimativa, a dvida chega a R$ 17 bilhes.
Hoje o Dia Nacional de Luto na Crise dos Hospitais. Estamos aqui com tristeza, em luto de morte, pois algum est sofrendo na sociedade. E hoje este algum so os hospitais que sofrem com a falta de recursos e o fechamento so ameaadas dirias. Percebemos a tristeza no rosto dos colaboradores e tambm nos pacientes devido a esta situao. Se no tiver algum que nos ajude, nossos hospitais iro fechar. Somos auxiliados com a colaborao do prprio povo e por isso ainda estamos de portas abertas. Este movimento para o bem do povo. Se no aderirmos, vamos dizer que estamos contentes com esta situao, ressaltou a enfermeira e assessora da direo do HNSC, irm Olinda Costa.

REIVINDICAES
Entre as principais reivindicaes dos hospitais filantrpicos est o reajuste de 100% da tabela de procedimentos do SUS, visto que h 20 anos a tabela no modificada e uma das principais causas do dficit financeiro. Outro ponto levantado pelas instituies de sade a anistia das dvidas relacionadas a tributos e/ou contribuies, a partir de lei especfica, bem como, a possibilidade de reestruturao do endividamento bancrio, com a transferncia das dvidas com bancos privados para bancos pblicos, e a edio de linhas de crditos de longo prazo e juros subsidiados, Juro Zero sem exigncias de certides negativas a partir de garantias consignadas.
A terceira questo solicitada a reviso e atualizao dos valores repassados pela Portaria SES n 543, de 22 de agosto de 2008, que aprova as diretrizes operacionais do Incentivo Hospitalar, sendo proposto o pagamento de um incentivo s unidades hospitalares que aderirem ao processo de contratualizao.
Os hospitais tambm requerem a criao de poltica de incentivo no mbito estadual, objetivando complementar o custeio de aes de mdia complexidade na assistncia hospitalar, com vistas a garantir o equilbrio econmico-financeiro na prestao de servios ao Sistema nico de Sade (SUS), bem como a criao de programa especfico para a sustentabilidade dos hospitais de pequeno porte, considerando a continuidade e a importncia para o atendimento da populao em localidades com menos de 30 mil habitantes, sendo necessrio redefinir o papel dessas entidades para que, integrados rede assistencial, possam prestar melhores servios populao e servirem de retaguarda aos hospitais de maior porte.
A sexta questo levantada o compromisso da aprovao da Emenda Popular Sade + 10, que define a aplicao dos recursos estaduais da sade (12% da receita lquida) de acordo com o preconizado pela Lei Complementar n 141/2013, que regulamenta o 3 do art. 198 da Constituio Federal para dispor sobre os valores mnimos a serem aplicados anualmente pela Unio, Estados e Municpios em aes e servios pblicos de sade.
As instituies de sade tambm solicitam o apoio na aprovao do projeto protocolado junto a Celesc, que autoriza a iseno do pagamento da tarifa de energia eltrica para os estabelecimentos de sade que atendam os usurios do Sistema nico de Sade (SUS), bem como igualdade na distribuio dos recursos, ou seja, do oramento da sade no Estado, os hospitais pblicos, que representam 20% da rede, ficam com 50% dos recursos ou mais. J os hospitais privados e filantrpicos, que representam 80% da rede de assistncia, recebem tambm os mesmo 50%, conta injusta e desigual.

APAE construir centro clnico para atender pacientes

com o objetivo de proporcionar melhor atendimento aos 63 alunos da Apae de Urussanga, que a Diretoria juntamente com a direo da escola projeta a construo de uma clnica mdica. Este ambiente servir para que os seis especialistas que atuam na entidade possam desenvolver um bom trabalho em local apropriado. Temos necessidade de ter este espao. O projeto j est concludo e o prdio ficar localizado ao lado da escola, comenta a Diretora da APAE, Suzana De Bona.
A empresa responsvel pelo desenvolvimento do projeto a FCK Construes. Nele consta a construo de cinco salas de atendimento mdico e especialidades, trs banheiros, recepo e dois acessos diretos: um da rua para a Clnica e outro pela escola, facilitando a entrada e sada dos profissionais e dos pacientes. Tudo foi pensado para atender bem nossos alunos. uma alegria sonhar com este espao pronto. Agora vamos buscar recursos para poder construir o local, observa Suzana.
Os estudantes da APAE j esto sendo atendidos pelos seis profissionais desde o ms de julho. Todos os atendimentos so pagos pela APAE, que aguarda um processo burocrtico do Sistema nico de Sade (SUS) para que quatro profissionais sejam bancados pelo Governo. O custo alto, mas vale pena. At o final do ano esperamos que o processo esteja concludo. Est ser uma grande conquista par a famlia Apae, diz Suzana.
Bazar DA apae
O bazar da Associao de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) superou as expectativas e trouxe um bom lucro para a entidade que ir realizar melhorias com o valor. O evento aconteceu nos dias 12 e 13 de setembro, no Ginsio de Esportes da Escola Estadual de Educao Bsica Baro do Rio Branco.
Os produtos que foram enviados pela Receita Federal chegaram em maro deste ano para a APAE e foram organizados para serem vendidos neste ms. Cerca de 30 voluntrios e profissionais da APAE realizaram o bazar que teve um lucro de R$ 114.613,50. A APAE de Urussanga necessita de reformas na parte eltrica e em veculo e a compra de um novo carro, alm da construo desta nova clnica.

Mutiro de limpeza beneficia bairros do municpio

Os trabalhos de terraplenagem para instalao de empresas nos bairros Palmeira do Meio e Santa Luzia e a revitalizao da Rua Pietro De Brida, no bairro De Brida, foram os assuntos ressaltados pelo vereador Joo Batista Bom (PMDB), o Tita, durante a sesso da Cmara de Vereadores de Urussanga na tera-feira, dia 23.
Na ocasio, Tita apresentou por meio de imagens, a situao dos locais antes de receber os servios realizados pela Secretaria de Obras e as obras em fase final de execuo. Observem como estava antes e como agora est limpo o bairro De Brida, s est precisando de uma lombada e em breve sair o to sonhado calamento. As empresas tambm esto recebendo incentivos e muitos empresrios me disseram que no mandato anterior nem caminho de areia ganhavam. Olha a diferena agora, frisou. De acordo com o vereador, os bairros Morro da Glria e Estao sero os prximos atendidos pelo mutiro de limpeza da Prefeitura Municipal.

Vereadores destacam atuao de karatecas no Legislativo

Pela primeira vez, o Karat de Urussanga destaque na OLESC. Atletas orientados pelo professor Luiz Fernando Rodrigues tornaram-se medalhistas da 14 edio dos Jogos da Juventude Catarinense (OLESC) e participaram da sesso da Cmara de Vereadores. O presidente da Cmara, Marcos Roberto Silveira (PT), acompanha o projeto desde sua criao, em 2011, por meio da iniciativa do professor Luiz Fernando Rodrigues em parceria com a Associao de Moradores do Rio Amrica (AMBRA).
Na poca, o empresrio Johnny Felippe, atual prefeito do municpio, fez a doao do tatame para ser utilizado nos treinamentos. Hoje, o projeto Quem luta, no briga atende 68 atletas e nesta primeira participao na OLESC, o Karat conquistou trs medalhas. O Karat de Urussanga decidiu entrar para a histria da nossa cidade. Hoje estamos colhendo os bons frutos deste projeto, afirmou. O presidente da Cmara tambm elogiou o empenho do Diretor de Esportes, Gustavo de Oliveira que, juntamente com o Executivo Municipal, acreditou no potencial dos atletas.
A equipe masculina de Karat de Urussanga ficou em quarto lugar na classificao geral da OLESC.
O atleta Bernardo Oliveira foi campeo na categoria at 40kgs. rica De Bona foi vice-campe no grupo at 55kgs. Thyago Padilha De Brida conquistou o terceiro lugar na categoria acima de 75kgs.
Atualmente 25 atletas competem em nvel estadual e sete esto aptos a participarem de competies nacionais.

Vereador solicita informaes sobre andamento de obras

O requerimento do vereador Marcos Roberto Silveira (PT), solicitando informaes ao Poder Executivo referente ao andamento de obras sugeridas pelo Legislativo atravs de duas indicaes aprovadas em sesses anteriores, foi aprovado durante a sesso. A primeira indicao diz respeito colocao de lombada na Avenida Ouro Negro, no bairro Santana, de autoria do suplente de vereador Luiz Carlos Cardoso (PMDB).
preciso o respeito de motoristas e pedestres com medidas paliativas e equipamentos que assegurem o direito de ir e vir com segurana visando preservar a vida dos muncipes. A avenida est bem na sada do colgio e perigoso, pois os motoristas passam em alta velocidade e podem atropelar as crianas, explicou. A segunda indicao, de autoria do vereador Marcos Roberto Silveira, refere-se melhorias no trfego da Avenida Polidoro Bez Batti, no bairro Nova Itlia, as quais j foram executadas pela Prefeitura Municipal.

Transparncia de gesto requerida

O vereador Omero De Bona (PP) encaminhou requerimento ao Poder Executivo solicitando informaes sobre a conta corrente n 17.590, do Fundo Municipal de Sade de Urussanga.
De Bona tambm solicitou cpia das atas das reunies do Conselho Municipal de Sade no exerccio 2013 e cpia do relatrio de gesto anual. Estamos buscando informaes em razo de termos na Administrao Pblica total transparncia de gesto, ressaltou.

Candidato afirma manter apoio na busca de recursos aos projetos em Urussanga

O candidato a deputado estadual Jos Milton Scheffer (PP) engenheiro agrnomo e exerceu o cargo de secretrio de Agricultura de Sombrio entre 1990 e 1992, alm de ter sido diretor administrativo e financeiro da Epagri de 1999 a 2000. Z Milton foi eleito prefeito de Sombrio em 2000, cargo poltico que exerceu por dois mandatos.
Neste perodo, foi presidente da Amesc, em 2005, e da Fecam, em 2007.
Em 2010, Z Milton foi eleito deputado estadual e assumiu a Presidncia da Comisso de Economia, Cincia, Tecnologia, Minas e Energia e da Frente Parlamentar em Defesa da Sade Catarinense, como tambm na Vice-Presidncia das Comisses de Agricultura e Poltica Rural e de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficincia. Coordena, ainda, a Cmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz e membro da Comisso de Direitos Humanos e das Frentes Parlamentares da Agricultura Familiar e do Cooperativismo, alm de Conselheiro da Fundao de Amparo Pesquisa e Inovao do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

JV: O que o estimula a tentar novamente uma vaga na Alesc?

Z Milton: A poltica a forma que encontramos para participar e contribuir com a nossa regio e com o estado, na construo de um novo projeto capaz de melhorar a vida das pessoas. isso o que nos estimula a seguirmos a vida poltica. Assim o fiz, quando prefeito ao transformar Sombrio e tenho feito como deputado lutando na busca do desenvolvimento do sul. para isto, que botei meu nome a disposio para trabalhar e fazer ainda mais pela nossa populao.

JV: Quais as principais conquistas nestes quatro anos como deputado?

Z Milton: Alm das obras estruturantes para a regio que conseguimos lutando com as demais lideranas, ns trabalhamos de forma diferente, focados nas aes parlamentares de resultado, assim tem sido o nosso trabalho com as pessoas com deficincia, em especial com Sndrome de Down, que criamos a data comemorativa dia 21 de maro, onde realizamos seminrios, debates e aes para propagar o conhecimento a sociedade, demonstrando todo o potencial das pessoas. Alm disto, estamos com os projetos de lei que obriga o registro dos nascimentos das pessoas com down, a Secretaria de Sade e entidades especializadas para dar o atendimento precoce para as famlias e ter dados estatsticos para a elaborao de lei. Tivemos algumas vitrias na Sade, atravs da Frente Parlamentar em defesa da Sade Catarinense, onde conseguimos que o Governo Federal aumentasse o repasse em mais R$ 100 milhes para Santa Catarina, devido ao teto per capita, a aprovao do Estatuto de micro e pequena empresa, na qual fomos relator, dentre outra srie de trabalhos em defesa do nosso agricultor, como o aumento do preo mnimo do arroz aos nossos pequenos rizicultores, dentre outros.

JV: Quantos votos pretende obter nesta campanha?

Z Milton: Na ltima campanha fizemos 38.548 votos e agora temos como objetivo aumentar esta votao.

JV: Caso seja reeleito, quais sero as suas bandeiras?

Z Milton: Um dos projetos que temos o de apoio financeiro aos Hospitais Filantrpicos catarinenses que atendem pelo SUS. Nossa proposta a criao de Programa para compensao aos Hospitais pelo atendimento de mdia e baixa complexidade realizados, tendo como base a obteno de recursos alocados no Fundo da Sade Estadual, garantindo um percentual fixo para compensar o dficit financeiro das instituies devido a baixa remunerao dos atendimentos pelo SUS. Outro projeto o de reduzir a burocracia estatal, que vem dificultando a vida do cidado catarinense, tendo como exemplo as licenas ambientais, que vem prejudicando o andamento de obras e at mesmo o agricultor por no ter em alguns casos uma legislao especfica.

JV: Possui propostas para Urussanga? Quais?

Z Milton: Como deputado da regio sempre deixo o nosso gabinete a disposio do municpio. Minha proposta a de manter o nosso apoio na busca de recursos aos projetos de desenvolvimento de Urussanga, assim como continuar defendendo os interesses do nosso agricultor e da populao nas reas da Sade, Segurana e Educao.

JV: Como avalia suas chances de se eleger?

Z Milton: Nossa eleio vivel, temos grandes chances de nos reeleger, mas precisamos do apoio dos nossos amigos e eleitores para que este mandato continue possvel.

JV: Qual mensagem voc deixa para nossos leitores e eleitores?

Z Milton: Meu compromisso como deputado com as pessoas. Assim tem sido as minhas aes, diferente da poltica tradicional. Como prefeito de Sombrio e agora como deputado, tenho procurado ser um poltico que faz um trabalho pautado pelo resultado, contrrio poltica tradicional de algumas lideranas que j esto h muitos anos na Assembleia Legislativa. assim, que viemos trabalhando focado na credibilidade e resultado para com a sociedade catarinense. E isto que o eleitor pode esperar, que o nosso empenho e trabalho durante todo o mandato.

 

Proponho fazer da poltica o instrumento que melhore a vida das pessoas

O envolvimento de Jos Nei Ascari (PSD) com a poltica iniciou acompanhando o trabalho do pai Moiss Ascari quando foi eleito prefeito de Gro-Par. Em 1992, aos 24 anos, Jos Nei disputou e venceu a primeira eleio tambm para a prefeitura de Gro-Par. Na poca, o mais jovem prefeito de Santa Catarina. Depois do segundo mandato como prefeito, Ascari foi convidado para assumir a chefia de gabinete da presidncia da Assembleia e, em seguida, foi Secretrio de Estado da Administrao. Ascari deixou o cargo para disputar a eleio de 2010 e foi eleito deputado estadual com 55 mil votos.

JV: Nestes quatro anos, quais as principais aes feitas pelo deputado na Alesc?

Z Nei: Realizamos muitas atividades que se encaixam na funo constitucional de legislar e fiscalizar. Por exemplo, participamos ativamente do debate de assuntos importantes para o Estado catarinense, como a implantao da Defensoria Pblica, projeto que relatamos e que conseguimos, com apoio dos demais deputados e com a sensibilidade do governo, melhorar com a criao de mais ncleos e mais defensores contratados. Mas nosso mandato se destaca pelas aes que realizamos para a pessoa com deficincia. A primeira foi a criao da Comisso de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficincia, que abriu um vasto campo de trabalho e parceria com entidades organizadas de todo o estado e que permitiram um avano significativo em Santa Catarina nos direitos e no atendimento das pessoas com deficincia.

JV: Por qual motivo busca a reeleio?

Z Nei: Para continuar com o trabalho que realizamos at agora, buscando avanar mais naquilo que acreditamos como a poltica para melhorar a vida das pessoas. Desejamos continuar ao lado das administraes municipais, responsveis pelo atendimento direto do cidado e que, por isso mesmo, merecem e precisam de todo o apoio do Governo do Estado. Queremos manter e ampliar tambm o trabalho conjunto com as entidades que prestam relevantes servios para a comunidade e tambm com aquelas que atendem as pessoas com deficincia, segmento com o qual possumos grande identificao e com o qual ajudamos a construir grandes avanos e conquistas.

JV: Quantos votos pretende obter?

Z Nei: Nosso trabalho de campanha busca os votos necessrios para eleio.

JV: Quais so suas principais propostas para esta eleio?

Z Nei: Tenho levado nos muitos encontros que realizamos e no contato dirio com eleitor, a proposta de continuar fazendo da poltica um instrumento para melhorar a vida das pessoas. Nosso trabalho est ligado diretamente s demandas da sociedade, sejam por direitos, por obras ou servios. E o projeto principal o compromisso de continuar lutando, a cada dia com mais fora, para ajudar a atender estas demandas.

JV: Neste contexto, voc possui propostas para Urussanga? Quais?

Z Nei: Urussanga foi um municpio muito importante na nossa eleio. Por isso mesmo, buscamos honrar a confiana da populao atuando ao lado das lideranas e dos amigos para buscar conquistas para o municpio. E isso foi possvel em parcerias importantes, como o hospital de Urussanga, por exemplo, e com muitas outras entidades. este o nosso compromisso renovado com Urussanga. De continuar presente na vida da cidade, ao lado das lideranas que nos ajudam a identificar as demandas e a fazer esta ligao at as instncias de governo que podem ajudar a solucionar os problemas.

JV: Como avalia suas chances de se eleger?

Z Nei: Estamos muito animados com o resultado positivo. Trabalhando muito, levando nossa mensagem e o balano do nosso trabalho at o cidado.

JV: Qual mensagem voc deixa para nossos leitores e eleitores?

Z Nei: A principal mensagem que desejo deixar aos leitores, aos eleitores e todos os cidados, que faam do voto um momento de reflexo pessoal, sabendo que ele estar ajuda a escolher as pessoas que vo comandar o Brasil, o nosso Estado e os que vo fazer a nossa representao no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. E isto , de fato, muito importante.
E o principal, que faa isso com convencimento, certo de que est fazendo a escolha seguindo seus princpios e suas expectativas.

 

Urussanga atinge meta do IDEB apenas nas sries iniciais

O Ministrio da Educao (MEC) divulgou, no incio deste ms, os dados dos municpios avaliados pelo ndice de Desenvolvimento da Educao Bsica (IDEB) em 2013. O ndice calculado com base no desempenho dos estudantes com avaliaes de Lngua Portuguesa e Matemtica, rendimento escolar, taxas de aprovao, reprovao e abandono escolar.
Segundo dados divulgados no site do Ideb, a nota da rede municipal de Urussanga, nas sries iniciais, 5 srie/6 ano, subiu de 4,9 em 2011 para 6,1 em 2013, superando a meta de 5,5 proposta pelo MEC para este ano. A mdia da rede municipal de Urussanga nas sries finais em 2013, 8 srie/9ano, teve acrscimo de 4,3 para 4,7, mas ficou abaixo da meta estabelecida pelo MEC de 4,9.
A secretria de Educao de Urussanga, Brgida Marioti, avalia como satisfatrio o resultado do Ideb. Sabemos que existem problemas internos no INEP. Alm disso, anota da Prova Brasil tambm no foi divulgada (apenas de forma preliminar), somente o ndice geral. Apesar destas questes, devemos nos preocupar se tivermos queda no ndice e nosso municpio no teve. Se no houve queda no podemos compactuar prejuzo pedaggico, apenas uma variao, uma medida de leitura deslocada da escola. Ainda assim, como toda pesquisa, teramos que ter a margem de erro que no aparece. Precisamos relativizar, ou seja, a variao que houve dentro da escola caracterizados pelo crescimento de 2011 para 2013. Estou satisfeita com os nmeros. Eles mostram que nossa gesto est dando certo e que nossos professores so comprometidos. As metas estipuladas pelo MEC variam para cada municpio. As metas maiores nos estimulam a ir alm. No possvel fazer comparaes. Inclusive sabemos de casos de instituies de ensino em outras cidades que no reprovam alunos para no cair a nota noIdeb ou preparam os alunos com relao a prova durante todo o ano, explica.
Para Brgida, os dados do Ideb, que so utilizados pelo Governo Federal para estudar polticas pblicas, contribuem no aspecto pedaggico referente ao crescimento de cada instituio de ensino. Se a meta no foi atingida, iremos identificar os possveis problemas. Cabe a ns fazermos melhor a cada ano. Mas ressalto que apesar de no alcanar a meta, as sries finais em Urussanga se empenharam em projetos importantes que receberam reconhecimento nacional e internacional. Nossas metas sero traadas com a construo do Plano Municipal de Educao contando com a participao de toda sociedade, salienta. Alm disso, conforme Brgida, j esto sendo planejadas reunies com professores e pais para deliberarem a respeito do assunto. necessrio a incorporao de novas metas e futuras projees para que a nota final do Ideb no seja mais uma disputa entre escolas e que realmente cumpra com seu papel que o debate para a melhoria do trabalho pedaggico que signifique qualidade da educao de maneira geral, finaliza.
As notas das escolas de Urussanga podem ser conferidas no site: www.ideb.inep.gov.br/resultados

 

Lei de vinhos coloniais gera dvidas

A presidente Dilma Rouseff sancionou, no ms de maro, a Lei 12.959/2014, que regulamenta a produo e comercializao de vinhos coloniais. Na nova lei, enquadram-se agricultores familiares ou empreendedores familiares rurais que elaboraram a bebida colonial com, no mnimo, 70% de uvas colhidas em sua propriedade e na quantidade de produo anual mxima de 20 mil litros.
Alm disso, a elaborao, padronizao e o envasilhamento do vinho devem ser feitos exclusivamente no imvel rural do agricultor, de acordo com as boas prticas de fabricao e sob a superviso de responsvel tcnico habilitado. Segundo o Sindicato dos Vinhos de Santa Catarina (Sindivinho-SC), os produtores de vinhos coloniais representam cerca de 30% de toda a produo da bebida no Estado.
A partir das novas regras, a comercializao do vinho dever ser realizada diretamente com o consumidor final, na sede do imvel rural onde foi produzido, em estabelecimento mantido por associao ou cooperativa de produtores rurais ou emfeiras da agricultura familiar. A lei tambm trata das informaes que devem constar no rtulo do produto. O texto tambm aborda que o registro do estabelecimento e do produto, a classificao, o controle, a inspeo e a fiscalizao do vinho e dos derivados da uva e do vinho sob os aspectos higinicosanitrios e de qualidade sero executados em conformidade com as normas.
Para o presidente da Associao dos Produtores da Uva e do Vinho Goethe (ProGoethe), Renato Damian, as novas regras so interessantes para a entidade. Desta forma, outros pessoas podem se associar e buscar o selo. Isso aumentaria o corpo da associao e poderemos conquistar mais selos, ressalta.
Segundo Damian, o Ministrio da Agricultura ainda no possui um entendimento sobre determinados pontos desta regulamentao como, por exemplo, a fiscalizao e os impostos. H quem diga que no ser vivel este processo, visto que os produtores precisaro fazer o registro, constituir uma firma e pagar encargos e impostos. Alm disso, existe a parte legal da fiscalizao, higiene, entre outros itens, frisa.
De acordo com o presidente da ProGoethe, nos ltimos dez anos muitos produtores de vinhos coloniais da regio se legalizaram e optaram por investir e expandir seus negcios seguindo os critrios e as exigncias do Ministrio da Agricultura.

SITUAO DA
PRODUO EM
URUSSANGA
Conforme dados da Epagri de Urussanga, a cidade possui cerca de 20 produtores de vinho artesanal que investem nesta atividade por ser uma de suas fontes de renda. Um laboratrio na Estao Experimental de Urussanga oferece servios de anlises de vinho. No local, os produtores tambm so atendidos para orientaes tcnicas e esclarecimento de dvidas. Segundo o enlogo da Epagri de Urussanga, Stevan Arcari, nem todos os produtores de vinhos artesanais se enquadram no conceito de colonial que a lei imprime. A lei afirma que para ser produtor de vinho colonial necessrio produzir 70% da uva utilizada na propriedade, sendo que a maioria dos produtores de vinho artesanal compram a maioria da uva que utilizam, explica.
Para o profissional, as novas regras podero beneficiar os agricultores. A tendncia que facilite um pouco a legalizao da produo de vinho artesanal, mas penso que para afirmar isso preciso aguardar os resultados da regulamentao desta lei, frisa Arcari. De acordo com o enlogo, a nova lei no explica com clareza como os produtores iro registrar esta atividade, tanto na Receita Federal quanto no Ministrio da Agricultura. Uma coisa certa, no possvel regulamentar uma atividade produtiva de transformao sem um mnimo de exigncias legais. Ento os produtores que estiverem interessados em legalizar a atividade precisam se preocupar com determinadas exigncias estruturais, sanitrias e documentais. Outro fator importante que a partir da atividade registrada, preciso realizar o recolhimento dos impostos e seguir os padres legais de Identidade e Qualidade dos produtos elaborados. Se analisarmos o setor de bebidas da regio encontramos facilmente produtores que legalizaram a atividade e se decepcionaram com o nvel de exigncias, com a burocracia e at com a necessidade de recolher determinados impostos. bom o produtor avaliar bem a situao e procurar o mximo possvel de orientao, salienta.

PRODUTORES
AGUARDAM NOVAS
ORIENTAES
A famlia Baldin, da localidade de Rio Carvo, sempre produziu vinhos para consumo prprio, mas desde 2010 ampliou a quantidade com o intuito de vender a bebida artesanal na propriedade. Neste ano, a famlia elaborou aproximadamente 3 mil litros de vinho colonial, colheu 10 toneladas de uva e j se preparam para a prxima safra. Agora, o produtor de vinhos Deivson Baldin est aguardando novas informaes sobre a lei para poder colocar os produtos em feiras.
H muitas dvidas ainda sobre as novas regras. No sei se ser possvel expor em supermercados, mas esse no o nosso objetivo. Apostamos numa produo limitada e de tima qualidade. Os produtos sero o mais orgnico possvel para um nmero de clientes que apreciam sem se importar de pagar 3 a 4 reais a mais por garrafa, explica.
O empresrio e produtor de vinhos coloniais Gilmar Maccari produz cerca de duas mil garrafas por ano. Aps ter conhecimento da lei por meio da mdia imprensa, Maccari procurou o enlogo da Epagri para buscar explicaes. No deu para entender muito bem o que ir ocorrer daqui para frente. Acredito que a famlia Baldin um caso que poder ser beneficiado, pois eles apostaram no negcio e buscam retorno financeiro. No meu caso, a produo de vinho um hobby. Dificilmente vou expandir para um negcio agora. Em outros tempos j fui atrs e pensei em investir. Mas o mercado est concorrido e quem est comeando est passando trabalho, frisa.

Alunos levam animais de estimao para escola

A ltima sexta-feira, dia 13, foi de muita diverso para os alunos do 2 ano. Vinte e quatro alunos levaram seus animais de estimao juntamente com a Professora Nilza Bressan para o Colgio Monsenhor Agenor Neves Marques.
O objetivo envolver os animais com as crianas e ensinar a elas como cuidar de seus bichinhos e a terem responsabilidade e respeito.
Segundo a Professora, os 16 cachorros de vrias raas diferentes e um gato, se divertiram junto com as crianas e proporcionaram uma ao de integrao entre o mundo animal e os alunos. importante que desde a infncia as crianas tenham envolvimento com animais. Isso faz com que elas aprendam a respeitar e cuidar. Foi muito divertido, um dia diferenciado na rotina escolar, o que colabora para o crescimento pessoal dos alunos, comenta.
Tambm foi realizada uma palestra na tera-feira, dia 16, com a veterinria Vilza Kochhann. Neste momento, as crianas aprenderam mais sobre os animais, proporcionando uma educao ambiental.
Para finalizar este plano, uma doao de rao ser feita pelos alunos para que alm do aprendizado com os cuidados dos animais eles possam desenvolver um gesto nobre.
Enviamos bilhetes aos pais dos estudantes para eles doarem rao que ser enviada para a Dona Maria de Santaninha que cuida de mais de 200 animais. As crianas ficaram sensibilizadas e faremos nossa parte, finaliza a Professora.

 

Alunos do Lydio De Brida recebem aulas de escultura em madeira

Um trabalho diferenciado est sendo realizado no Centro Educacional e Profissional Lydio De Brida, atravs do apoio da EFASCE (Ente Friulano Assistenza Sociale Culturale Emigranti). A iniciativa d o incentivo para que acontecesse o mini-curso de escultura em madeira, alm de fornecer os materiais para os alunos.
Durante um ms de aula, realizada todas as sextas-feiras tarde, os 30 alunos que se interessaram pela capacitao frequentaram as atividades no contraturno e puderam aprender mais sobre tcnicas de escultura em madeira.
O professor que realiza as aulas, Csar Pereira explica que este trabalho desenvolve o lado artstico de cada criana. A partir dos 11 anos a idade onde elas tem o dom para a arte e j comeam a mostrar os primeiros sinais, por isto, importante que haja formas para que elas possam demonstrar, diz.
A madeira muito utilizada na Itlia para formar objetos e esculturas, o que torna este trabalho ainda mais importante para ser desenvolvido com as crianas. um trabalho que, alm de desenvolver o lado criativo, tambm faz ligao com a cultura italiana, nossa descendncia, observa a Diretora do Colgio, Luciana Leopoldo De Souza Peruchi.

Recursos da Conab chegam a Urussanga

Um grande benefcio para agricultores chegou neste ms a Urussanga. O Programa de Aquisio de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com doao simultnea, recursos federais operacionalizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ir beneficiar os agricultores e entidades do municpio.
Os recursos foram conquistados atravs de uma elaborao de uma proposta de participao no valor de 261.776,63 mil reais que foi apresentada e viabilizada pela Cooperativa Familiar Agroindustrial Sul Catarinense (COOFASUL).
O objetivo desse recurso a compra direta de produtos da agricultura familiar e sua respectiva doao entidades beneficentes do municpio por um perodo de um ano, explica o Secretrio da Agricultura, Jucemar Sangaletti.
Esta proposta abrange 41 famlias de agricultores da cidade que fornecero seus produtos para escolas municipais, Associao Pais e Amigos dos Excepcionais, Hospital Nossa Senhora da Conceio, Programa de Erradicao do Trabalho Infantil e Casa Lar, alm da distribuio de cestas bsicas s famlias cadastradas na Caritas, Centro Esprita e Bolsa Famlia.
At o momento, no Estado de Santa Catarina, apenas as propostas elaboradas pela Coofasul e outra Cooperativa do Extremo Oeste de Santa Catarina foram liberadas, o que muito gratificante, observa Sangaletti.
Este processo envolveu uma parceria entre Coofasul, Secretaria da Agricultura, Secretaria da Educao, Secretaria de Ao Social e Epagri de Urussanga que resultou em importantes recursos para o municpio.
Os agricultores podero vender seus produtos de forma direta e as entidades beneficiadas podero consumir produtos frescos e de qualidade, dentre eles bananas orgnicas e ovos tipo caipira, afirma o Secretrio.
A execuo efetiva do programa e aplicao dos recursos comear na prxima semana, com a realizao de uma reunio, no dia 23 de setembro, a partir das 14 horas, com os agricultores fornecedores. No dia 25 de setembro, a partir das 9h30min, ser realizada outra reunio, desta vez com as entidades recebedoras. Ambos os encontros acontecero na sala de reunies da Secretaria de Agricultura/AURAS.
A entrega de produtos por parte dos agricultores poder acontecer a partir do dia 29.

AO SOCIAL beneficia moradores de Rio Amrica

A sade dos moradores de Rio Amrica e regio recebeu ateno especial no ltimo sbado, dia 13, durante a ao social Coopercocal na Comunidade, promovida pela Cooperativa Energtica Cocal (Coopercocal) em parceria com a Prefeitura Municipal de Urussanga, curso de enfermagem da Unesc, nutricionistas de Cocal do Sul e Cricima e do Centro de Beleza Luciano Paim de Cricima. No Salo Paroquial da localidade, adultos e crianas usufruram durante todo o dia de diversos servios gratuitos como corte de cabelo, maquiagem, medio de presso, teste de glicemia capilar (diabetes), tipagem sangunea, alm do atendimento de nutricionista e de profissionais da sade bucal por meio do odontomvel. No total, a ao social prestou 387 atendimentos. Tudo o que faz bem para a sade bom. Esta ao em nossa comunidade muito positiva e s veio a somar, unindo a localidade, comentou o aposentado Abrao Rodrigues Sobrinho, que participou das atividades.
As crianas ganharam brinquedos, brindes, algodo-doce e se divertiram com a animao do palhao Tet. Para a tcnica em enfermagem, Greice Bortolin, a cooperativa proporcionou um dia diferente aos moradores. Gostei muito da oportunidade oferecida aos moradores. Adquirimos mais conhecimento para cuidar um pouco mais da nossa sade. Foi bom tambm para as crianas que brincaram em meio a muita diverso. Todos esto de parabns pela iniciativa, afirmou.
A Escola do Ensino Fundamental Antonieta Quintanilha de Andrade participou do evento apresentando o projeto Corpo e Movimento. Na oportunidade, a instituio de ensino exps atividades desenvolvidas pelos alunos e tambm a apresentao da msica Meninos do Brasil. No estande da Coopercocal ocorreu a distribuio de canetas, bons, mudas de palmeiras e sorteio de brindes.
Segundo o presidente da Associao dos Moradores do Bairro Rio Amrica (Ambra), Marcos Roberto Silveira, o projeto foi acolhido pela comunidade. Parabenizamos a Coopercocal, pois o evento foi muito bem organizado e contou com a participao ativa dos moradores em todas as atividades. Os servios prestados superaram as expectativas dos associados. Esperamos a direo da cooperativa d continuidade a este projeto, frisou.
Para o presidente da cooperativa, Altair Lorival de Melo, a ao visa integrar a sociedade em um dia de lazer, unindo educao e sade. O nosso desejo que a Coopercocal esteja mais perto para melhorar a qualidade de vida dos associados e consumidores. O evento em Rio Amrica atingiu nossas expectativas. Agradeo a dedicao e o comprometimento de todos que participaram da organizao e da realizao das atividades e, principalmente, a presena macia da comunidade, pontuou.
A prxima edio da ao social Coopercocal na Comunidade acontecer no dia 11 de outubro, na comunidade de Santana, das 9 s 15 horas.

Aumento de efetivo policial elogiado durante sesso

A atuao das seis policiais militares femininas em Urussanga foi destaque na sesso da Cmara de Vereadores de tera-feira, dia 16. Desde o ms de agosto, o efetivo policial da cidade subiu de 16 para 22 oficiais, ou seja, um policial buscando a segurana para cada mil habitantes. O comandante da 6 regio da Policia Militar (PM) de Santa Catarina, coronel Lnio Espndola, e o comandante da PM de Urussanga, capito Sandi Muris de Medeiros Sartor, participaram da sesso atendendo solicitao dos vereadores com o intuito de falar da segurana e do aumento do efetivo policial feminino no municpio.
De acordo com o comandante Espndola, responsvel pelo contingente da Polcia Militar nos municpios da AMREC e AMESC, a principal reclamao das comunidades e de representantes a falta de efetivo. O problema atinge todas as regies do Estado. Isso ocorre adevido falta de planejamento, pois no foi previsto a sada de policiais aposentados. Apesar da dificuldade conseguimos trazer seis policiais para reforar o policiamento em Urussanga. E percebemos que vocs j esto sentindo elas na rua, trazendo paz para a populao. A inteno do comando da regio que essas policiais faam realmente o policiamento de contato com a comunidade, de parceria. Somente a PM e a populao em conjunto que iro conseguir manter a tranquilidade. Recebemos muitos elogios sobre elas e estamos contentes por ver o servio ser desempenhado com qualidade, frisou.
Segundo o comandante da PM de Urussanga, capito Sandi, as soldadas atuam no policiamento ostensivo, buscando uma aproximao da polcia com a comunidade. A filosofia de Polcia Comunitria difundida em vrios pases. Nossas soldadas trabalham em locais com maior fluxo de pessoas e as guarnies so itinerantes, sendo deslocadas para bairros mais afastados. Uma parte do contingente feminino organiza a sada de alunos dos colgios, monitora a segurana no centro da cidade, contribuindo para a manuteno da ordem pblica. Elas esto desenvolvendo um excelente trabalho e estamos percebendo os resultados, salientou.
O presidente da Cmara de Vereadores de Urussanga, Marcos Roberto Silveira (PT), parabenizou as oficiais pela atuao no municpio. Urussanga j percebe a diferena deste reforo policial no que se refere segurana tanto no centro como nos outros bairros, finalizou.

Homem comete zoofilia em Santana

Um caso de zoofilia, atrao ou envolvimento sexual de humanos com animais de outras espcies, causou espanto na comunidade de Santana no ltimo sbado, dia 06. Um homem de iniciais C.V., de 49 anos, se relacionou com a cachorra de sua ex-companheira M.A.R.T., de 48 anos. Ao perceber a ao, M.A.R.T. acionou a Polcia Militar (PM) de Urussanga.
Quando a PM chegou ao local, o homem j havia fugido, porm, os policiais observaram e constataram o ato devido as marcas de sangue no colcho, onde a cachorra estava deitada. Os policias realizaram ronda pelo local, mas no encontraram C.V. Conforme informaes de M.A.R.T., o homem estava dormindo no poro de sua casa e era alcolatra. Fiquei chocada e traumatizada. Levei o meu cachorro no veterinrio e est lesionado, afirmou. O caso est sendo investigado pela Delegacia de Polcia Civil da Comarca de Urussanga.