Urussanga campe do Microrregional dos Jogos Abertos

A parceria entre Guerreiros Orange Futsal (GOF) e a Prefeitura de Urussanga rendeu mais um ttulo na ltima semana. A equipe conquistou a etapa Microrregional dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) de Futsal, e com isso, conquistou a vaga no Regional, que ser disputado em Cricima. Alm de Urussanga, a vice-campe e anfitri Siderpolis e o terceiro colocado Morro da Fumaa, seguem na competio. Urussanga teve duas vitrias e uma derrota em trs partidas. Na quarta-feira, dia 17, a estreia foi diante de Siderpolis e revs por 3 a 0. Nos demais jogos foram s vitrias. Na partida seguinte, diante de Treviso, triunfo por 3 a 2, com gols de Everton e Osia. J na sexta-feira, na ltima rodada, 5 a 4, com quatro gols de Luiz Castilho e um de Paulinho.

Equipe da Sade participa de capacitao

Trabalhadores da rea da sade de Urussanga, Lauro Mller e Orleans participaram de um encontro motivacional no dia 17, no auditrio da Epagri de Urussanga, com o tema Cuidar de quem cuida do SUS, com a professora da Unesc Maria Tereza Soratto. Agentes comunitrios, tcnicos em enfermagem, terapeutas ocupacionais e funcionrios da rea administrativa das Secretarias de Sade dos municpios envolvidos tiveram uma tarde especial, voltada a temas envolvendo trabalho em equipe e autoestima.
A enfermeira articuladora do CIES (Comisso de Integrao, Ensino e Servio), Ingrid Zanellato, afirmou que outros encontros sero realizados, mantendo o mesmo foco: a motivao no trabalho com a sade. Teremos outras reunies e o encerramento ser em agosto, aqui em Urussanga, pois queremos que todos os profissionais desta rea trabalhem de bem consigo, possibilitando um atendimento melhor ao cidado que faz uso dos servios do SUS, enfatizou.

Regras de estacionamento so modificadas no Centro

Trs ruas do centro de Urussanga receberam alterao no trnsito aps discusses nas reunies da Comisso Municipal de Trnsito, sendo elas as ruas Deputado Osmar Cunha, Ado Caruso Mac Donald e Joaquim Vieira Ferreira. Em todas as trs vias, as regras de estacionamento foram modificadas. Na rua Deputado Osmar Cunha e na Joaquim Vieira Ferreira, ser possvel estacionar veculos somente em um dos lados da pista enquanto na Ado Caruso Mac Donald o estacionamento ser proibido em ambos os lados. Segundo o secretrio de Infraestrutura e membro da Comisso Municipal de Trnsito, Jorcio Zucchinali, a medida foi necessria pelo perigo iminente do estacionamento de carros nos dois lados das vias. Chegavam muitas reclamaes de que retrovisores eram arrancados porque o trfego ficava limitado com o estacionamento liberado nos dois lados da rua. Desta forma, decidiu-se rever a questo do estacionamento visando segurana no trnsito da cidade, destacou.

Parceiro do agricultor

Com o intuito de fortalecer e amparar a agricultura de Urussanga, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul foi fundado em 1970. Dois anos depois, cerca de 40 agricultores integravam a entidade. Hoje, aproximadamente mil trabalhadores rurais e aposentados so associados ao Sindicato e usufruem dos servios oferecidos pela entidade. O Sindicato oferece e presta servios para o agricultor. Ns nos preocupamos com a classe. O Sindicato um defensor das causas dos trabalhadores, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Urussanga e Cocal do Sul, Adefonso Baesso.
Baesso, que tambm agricultor, atua como presidente desde 2012 e ressalta que o sindicato defende algumas bandeiras e realiza aes em prol do agricultor. Hoje, em Urussanga, existem 344 famlias que ainda trabalham com fumo. Por isso lutamos, fazemos pesquisas a campo para saber do preo, buscamos dilogo, negociamos os preos, mas no s do fumo, em todas as reas. Tudo o que fazemos visa dar segurana para o agricultor. Realizamos reunies nas comunidades para ouvir o trabalhador e para levar a informao do que o sindicato oferece, frisa.
O sindicato possui mais de 10 convnios e tambm disponibiliza aos associados profissionais da rea da sade como dentista, oftalmologista, otorrinolaringologia, fisioterapeuta, clnico geral, acupunturista, entre outros. O agricultor est satisfeito, pois a procura no sindicato grande. Oferecemos os servios pensando no bem estar do trabalhador, salienta Baesso.

A manh mais fria dos ltimos oito anos

A onda de frio intenso que atingiu Santa Catarina nos ltimos dias resultou na manh mais gelada dos ltimos oito anos em Urussanga na quarta-feira, dia 24, segundo o doutor em Climatologia Mrcio Snego. A temperatura na estao metereolgica da Epagri chegou a -0,7C s 7 horas e ocorreu formao de geada em vrias localidades do municpio. A temperatura mais baixa no na madrugada, mas pouco antes do nascer do sol, explica Snego. Nos outros dias da semana, as mnimas foram mais amenas. No domingo, dia 21, Urussanga registrou a temperatura mnima de 10,4C. Na segunda, dia 22, a mnima foi de 7,6C. Na tera-feira, dia 23, o municpio registrou a temperatura mnima de 2,8C. De acordo com Snego, no h confirmao de neve em Urussanga na segunda-feira, dia 22, pelo Ciram/Epagri. Tecnicamente possvel que tenha cado pingos de chuva congelada sobre o Belvedere, ressalta.
No ano 2000, Urussanga teve uma manh de -2,2C, o que causou prejuzos aos bananicultores da regio. Depois daquele ano a temperatura mais baixa foi em 2004, com -0,6C. Conforme Snego, o frio de quarta-feira no chegou a causar prejuzos significativos agricultura. Os prejuzos so parciais e no totais como em julho de 2000, quando ocorreram 10 geadas e temperaturas de at -2,2C. Neste ano, alguns bananais tero queimaduras nas folhas, atraso de crescimento e m formao de cachos. Pomares de pssego em baixadas podem ter sido parcialmente afetados. Queimadura das pastagens nativas. Videiras e ameixeiras agradecem pelo frio, frisa o climatologista. Segundo Snego, uma nova onda de frio est prevista para a primeira semana de agosto, antecedendo o Dia dos Pais. H previso desta nova onda de frio, mas no sinaliza ser to severa como esta onda de frio desta semana, salienta.

Agricultura Familiar: a esperana para reduzir o xodo rural

Perspectivas e oportunidades para o jovem agricultor foram debatidas durante a 2 Semana da Agricultura Familiar, que iniciou na tera-feira, dia 23, em Urussanga, com o Encontro do Jovem Agricultor, no Salo de Festas da Associao de Rio Maior. A palestra foi conduzida pelo Centro de Desenvolvimento do Jovem Rural (Cedejor), de Lauro Mller, e contou com a participao de agricultores do municpio. O nosso trabalho direto com o jovem e lidamos com educao, emprego e cultura, os eixos que norteiam as atitudes do jovem agricultor nos dias de hoje, salientou a coordenadora do Cedejor, Zen Ferreira de Oliveira.
Segundo ela, cerca de 80% dos jovens da regio Sul deixam a agricultura para trabalhar na cidade, mas existe a real necessidade de estar perto das tecnologias, sendo este um dos motivos para o xodo rural. Geralmente os jovens dizem que querem sair para estudar, mas outros afirmam isso com a verdadeira inteno de estudar para sair do campo. Ns desenvolvemos projetos e programas para mostrar que possvel sim ser empreendedor na rea rural. E no s na rea da agricultura, acrescentou a coordenadora, reforando a ideia de que necessrio dar incentivos para que a agricultura familiar tenha continuidade.
O produtor rural Pedro Milak um exemplo destes casos. H sete anos, quando concluiu o Ensino Mdio, o jovem foi trabalhar em uma fbrica fora da cidade. A minha me no queria que eu trabalhasse na lavoura, dizia que a vida de agricultor muito difcil, afirmou. Mas a experincia na indstria durou apenas oito meses. Aps este perodo, Pedro deixou a fbrica e voltou a trabalhar na lavoura da famlia. A rotina difcil, pois tem dias em que trabalho at as 22 horas. Mas estou feliz. Sou dono do meu negcio e hoje no troco esta vida por nada, finalizou o jovem agricultor.
A 2 Semana da Agricultura Familiar continuou na quinta-feira, dia 25, com o Encontro de Conservao do Solo e da gua, no salo de festas da comunidade de Armazm, e segue at domingo, dia 28, com a celebrao da Missa do Agricultor, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceio, s 8 horas.

Incentivo valoriza agricultor

O envolvimento com a lavoura na comunidade de Belvedere desde a infncia motivou o agricultor Jucemar Sangaletti a assumir a Secretaria de Agricultura de Urussanga no incio deste ano. Atualmente, Sangaletti se divide entre cuidar da produo de leite em sua propriedade e lutar por melhores condies de trabalho para os agricultores da cidade. Sempre me criei na lavoura. Muitas vezes passamos dificuldade com o nosso trabalho na agricultura e essa semelhana me motiva a buscar solues para o dia a dia das comunidades. Meus pais tm um forte envolvimento na lavoura e sou muito orgulhoso por isso. No tenho vergonha de dizer de onde minha famlia veio e est. Ser agricultor uma profisso digna e ns sentimos prazer no que fazemos, ressalta o secretrio de Agricultura do municpio.
Desde incio deste ano, Sangaletti investe na estruturao da secretaria visando um melhor atendimento e a aquisio de equipamentos para o trabalhador rural. Em maro, a Secretaria de Agricultura de Urussanga promoveu a primeira Feira do Peixe Vivo, que vendeu mais de 1,6 toneladas de peixe. No ms seguinte, a Prefeitura Municipal inaugurou a nova sede da Secretaria de Agricultura. Em maio participamos das Olimpadas Coloniais com as comunidades. Conseguimos tambm uma grade de 38 discos para preparar o solo e papa terra para atender os fumicultores. Outras conquistas importantes aconteceram no ms de julho como a abertura da Feira Livre, o retorno da atuao da Associao dos Criadores de Gado Leiteiro de Urussanga (ACGLU) e o recebimento de mais nove equipamentos e mquinas para a Secretaria de Agricultura, afirma.
Atravs de uma emenda parlamentar do deputado federal Ronaldo Benedet no valor de R$ 500 mil, Urussanga recebeu nove equipamentos e mquinas agrcolas, sendo dois tratores agrcolas, uma enxada rotativa, plantadeira de trs linhas, plantadeira hidrulica de pastagens, pulverizador de barras, colhedora de milho, colhedora de forragens e caminho com caamba. Segundo Sangaletti, mais convnios e parcerias sero firmados nos prximos meses para a aquisio de um veculo, um trator agrcola e uma retroescavadeira, investimento em torno de R$ 365 mil.
Para o incio da primavera, a Secretaria de Agricultura de Urussanga prepara a implantao e o desenvolvimento de mais programas e aes. Trabalhamos sempre em parceria com outros rgos. Na primavera vamos incentivar o canteiro de pastagem, ou seja, plantar sementes em algumas comunidades. Os produtores avaliaro o que melhor para renovar a pastagem da sua propriedade. O programa municipal Porteira Aberta atender os agricultores dentro das comunidades levando materiais, mquinas e equipamentos com o intuito de resolver os problemas. Com o programa Pr-leite tentaremos fortalecer a produo de leite e a associao, estimulando a participao de mais produtores. Em agosto teremos novidade no programa Conab do agricultor para a merenda escolar. A cota de cada produtor aumentou e esse fator ajudar na gerao de renda e garantir a venda dos produtos, frisa Sangaletti.

Uma vida inteira de trabalho no campo

Para muitos, a agricultura exige fora por ser um trabalho mais pesado do que outros. Porm, muitas mulheres desde novas tm na lavoura uma fonte de renda para a famlia e que contribui e muito para o dia a dia. Assim a vida da agricultora Olindina Rosso Sartor, 59 anos, da comunidade de Rio Caet. Um exemplo de mulher agricultora que desde jovem tira da terra parte do sustento de sua fmlia. Desde nova eu ajudava meus pais e desde que vim morar aqui na cidade de Urussanga, h 36 anos, minha dedicao sempre foi agricultura. Nunca trabalhei em qualquer outra atividade. Eu cultivo repolho, alface, banana, cana-de-acar, batata, entre outros alimentos, ao lado do meu marido Idalino, conta.
A vida agrcola nem sempre fcil, pois tudo inesperado e, conforme o clima, os agricultores podem ter uma safra boa ou no. Mas para Olindina, toda dificuldade compensda pelo amor a profisso. Eu nunca tive um sonho de trabalhar com outra coisa, nasci e cresci para ser agricultora. Consegui criar meus trs filhos mesmo com todo o trabalho que eu tinha para fazer. Levava eles para a lavoura comigo, estendia um pano para eles brincarem ou dormirem, e seguia fazendo meu trabalho, revela Olindina.
Os agricultores tiveram que lutar para conquistar seus direitos e ganhar mais valor perante a sociedade, principalmente s mulheres. Antigamente no ramos valorizadas, mas hoje a sociedade precisa do agricultor para sobreviver e, principalmente ns, mulheres, que h cerca de 20 anos conseguimos conquistar o direito de registrar o tempo de trabalho, comenta.
Olindina tambm participa do grupo das Mulheres Agricultoras de Urussanga h 16 anos. Ela foi uma das primeiras da comunidade de Rio Caet a entrar na associao. Nos encontramos uma vez por ms e fazemos viagens anualmente. No grupo das Mulheres Agricultoras tambm j ajudamos no abaixo-assinado que pedia um salrio maternidade para as mulheres agricultoras e foi conquistado, finaliza.

Famlia mantm tradio do trabalho no campo

Desde jovens, os integrantes da famlia Cambruzzi cresceram em meio ao ambiente calmo do interior, construindo uma famlia unida e cooperativa. A agricultora Irene Cambruzzi veio da cidade de Treviso h 30 anos para viver na localidade de Belvedere, em Urussanga, com seu marido, e conta que j teve oportunidade de mudar o rumo da sua vida, porm feliz at hoje com sua escolha. Eu no me arrependo de ter escolhido trabalhar e morar no interior da cidade, aqui eu tenho uma vida sossegada, sem o estresse da cidade grande, diz Irene.
Irene tem trs filhos: Gabriela, Graziela e Gustavo. Dois vivem junto com ela ajudando nos trabalhos da lavoura e somente a outra filha escolheu fazer Enfermagem. Meus filhos colaboram muito. No preciso contratar pessoas de fora para ajudar na produo dos nossos alimentos. Minha filha Graziela, mesmo no morando mais comigo, gosta sempre de vir nos visitar para descansar e ver a famlia, relata a agricultora.
Gustavo Cambruzzi, de 23 anos, desde a infncia ajuda nas atividades do campo. Ele gosta muito de trabalhar e lidar com os gados. Eu realmente gosto de morar e trabalhar aqui, afinal de contas, se eu no gostasse teria tomado outro rumo na vida. Se todo mundo for trabalhar no Centro da cidade ningum mais cultivar e seguir com a agricultura familiar, afirma Gustavo. O jovem conta que gosta da vida simples e j teve oportunidade de emprego no Centro da cidade, mas decidiu voltar a trabalhar com os pais. J trabalhei algum tempo em uma metalrgica, mas do campo que eu gosto, salienta.
A famlia possui um avirio e mais de 100 gados. Todos trabalham juntos e a renda distribuda entre a famlia. Tambm so cultivados outros alimentos para consumo prprio como milho, feijo, caf, entre outros. Ajuda muito na renda da nossa famlia cultivar produtos agrcolas, alm de termos alimentos frescos e de qualidade, conta Irene.
A vida calma de quem trabalha na agricultura familiar uma das vantagens para aqueles que realmente gostam deste trabalho, e que como Irene, vivem contentes com o que fazem. Sou uma pessoa realizada na vida e na agricultura, posso dormir bem todas as noites, sem o estresse do Centro das cidades. No troco isto por nada desse mundo, salienta Irene.

As mos que colhem o fruto da terra

As mesmas mos que preparam o caf da manh, s 5 horas, carregam as marcas de uma vida inteira dedica ao trabalho rural. speras e repletas dos elementos da terra, as mos do agricultor Galileu Sangaletti, de 73 anos, demonstram uma rotina rdua, mas no condizem com a alegria expressada pelo trabalhador.
Em Belvedere, nas primeiras horas do dia, Sangaletti trata os animais em sua propriedade e depois atravessa a estrada rumo a sua lavoura. Diferente da maioria dos agricultores, Galileu no utiliza a tecnologia, apenas utenslios que exigem fora para realizar um trabalho manual. Com a tradicional enxada, Sangaletti limpa, ajeita e prepara a terra. O processo feito com cuidado para plantar, nos meses de outubro a dezembro, os produtos distribudos nos 50 hectares da propriedade. Aipim, batata doce e milho so os produtos cultivados pelo agricultor, entre os meses de fevereiro e abril, com muito apreo e dedicao.
Dedicao esta que iniciou ainda na infncia. Com sete anos j ajudava meu pai e ele me colocava para ficar com os cavalos. Meu convvio com os animais era to grande que eu domava cavalos. Mas o trabalho no era fcil como hoje. Fazamos viagens longas de carro de boi e muitas vezes a estrada no permitia a passagem, recorda.
Com 19 anos, Galileu decidiu sair da agricultura para buscar uma nova vida. Trabalhou durante dois anos na construo de uma estrada de ferro no Rio Grande do Sul e na estrada da Serra do Rio do Rastro. Mas a preocupao com os pais foi maior e Sangaletti voltou para casa.
Hoje, o trabalho na lavoura, que j dura mais de 50 anos, realizado sozinho por Galileu ao redor dos animais como gados, porcos e cavalos. J dizia o ditado: quem engorda o boi o olho do patro, conta entre risos. Exemplo disso foi a farta colheita realizada no ano passado. Sangaletti colheu mais de 200 sacos de milho, quatro mil quilos de aipim e quatro mil quilos de batata doce, alm de conseguir vender alguns porcos. Para Sangaletti, o agricultor no imagina a importncia do trabalho rural. Ns somos pouco valorizados. Mas se faltar agricultor, as pessoas no conseguem sobreviver. Plantamos de tudo e com qualidade, afirma.
Galileu Sangaletti ainda mora na casa centenria onde ele nasceu, construda pela famlia. No local, a esposa Delfina trata de cuidar das tarefas da casa, das cobertas feitas com penas de ganso e de preparar a comida no fogo a base de muita lenha enquanto o esposo trabalha na lavoura.
Nos finais de semana, Galileu recebe a visita da neta Isabela, que ajuda o av nas tarefas dirias. Orgulhoso, Sangaletti fala com emoo ao ver na neta uma esperana da continuao do trabalho da famlia na agricultura. A juventude busca ir para a cidade. Hoje h cursos, estudo, eles no ficam mais por aqui. Mas tenho esperanas que a Isabela possa cuidar disso tudo futuramente e como veterinria, frisa.

Cooperativa conquista selo para comercializao

O cooperativismo um instrumento que visa unir os agricultores e melhorar a qualidade dos produtos. No Sul de Santa Catarina, mais de 100 produtores integram a Cooperativa Familiar Agroindustrial Sul Catarinense (Coofasul), com sede em Urussanga, no bairro De Villa. A entidade, criada em 2002, rene mais de dez municpios da regio e valoriza a produo de cachaa e produtos derivados da uva.
Segundo o presidente da Coofasul, Tarcsio Godinho, a cooperativa referncia na regio. Possumos uma estrutura adequada, marcas registradas e seguimos as normas corretas. Hoje somos referncia na produo de cachaa na regio e contamos com o apoio da Epagri e do Ministrio da Agricultura. A estrutura da cooperativa conta com quatro unidades que produzem cachaa, uma unidade que produz suco de uva e uma unidade que produz vinho. Todas esto dentro dos padres exigidos pelos rgos competentes, ressalta.
Cerca de 20 agricultores de Urussanga participam da Coofasul. Entre os produtores, destacam-se Getulio Nesi, de Santaninha, com a produo de, em mdia, 10 mil litros de cachaa, e Jacioni De Lorenzi Canever, do Rio Maior, com a elaborao de 8 mil litros de vinhos e sucos de uva. Estes produtores fazem parte de um seleto grupo da Cooperativa que receber, nos prximos meses, o to esperado selo da Receita Federal para a comercializao dos produtos. Seis produtores esto aptos para receberem o selo. Os produtos foram inspecionados e aprovados pelo rgo. Esta uma das conquistas mais expressivas da cooperativa, comemora Godinho.
A produo de cachaa a grande aposta da Coofasul. A Cooperativa produz, em mdia, 40 mil litros da bebida por ano. Segundo Godinho, a Coofasul trabalha com duas linhas de produo da cachaa. Nossa cachaa de excelente qualidade, praticamente do mesmo nvel da produzida nas Minas Gerais. Porm, a produo, por inmeros fatores, muito pequena. Trabalhamos com a cachaa tipo de Minas Gerais e a tradicional. Quem sabe agora vamos em busca de um selo de qualidade, salienta. Em 2009, Santa Catarina produziu cerca de quatro milhes de litros de cachaa, produo que caiu significativamente nos ltimos anos, sendo que, hoje, deve estar prxima de dois milhes de litros. Toda a produo do estado artesanal, oriunda de cerca de 1,2 mil propriedades familiares, com mo de obra prpria, que produzem a cachaa em pequenos alambiques de cobre.
De acordo com a Coofasul, a grande fatia dos consumidores do estado, compra a cachaa industrializada, que possui baixo preo. J o pblico apreciador da bebida, prefere a produzida em Minas Gerais, pois a grande maioria desconhece a qualidade da cachaa catarinense. Os produtores no tm como divulgar seus produtos, mesmo porque, a grande maioria vende a cachaa de forma direta, na propriedade, ganhando muito menos do que deveria. Estamos tecnificando a produo com o objetivo de atingir uma certificao e, assim, conquistar o pblico consumidor que busca um produto de alta qualidade. Atravs da organizao, teremos condies de agregar valor produo, observa o presidente da Coofasul.

Jovens vivem expectativa de encontrar o Papa na JMJ

Mais de 20 jovens da parquia Nossa Senhora da Conceio de Urussanga sentem o corao bater mais forte. Eles esto na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e esto preparados para experimentar uma verdadeira aventura de f na Jornada Mundial da Juventude, entre a quinta e sexta-feira, dias 25 e 26 de julho. O jovem William Alves Dagostin, de 19 anos, afirma estar muito ansioso para escutar o que o Papa vem dizer juventude reunida no Brasil. Decidi integrar o grupo pelo fato de ser um grande evento catlico com a presena do Papa. No imaginamos a dimenso dos acontecimentos e deste evento no RJ. Pretendo participar da programao e fazer muitas oraes, conta. O bispo diocesano Dom Jacinto Inacio Flach j participa das atividades junto ao episcopado mundial. Representando o clero, tambm estaro junto aos jovens os padres da Diocese de Cricima, Claudio Peters, der Carminatti, Hlder Benedet, Samiro Meurer, Joel Svio, Antonio Madeira e Antonio Jnior.

PADRES CONCELEBRARO MISSA PRESIDIDA PELO PAPA
Os padres Joel Svio, Antnio da Silva Miguel Jnior e Antnio Marcos Madeira foram selecionados para concelebrar a missa que ser presidida pelo Papa Francisco na Catedral So Sebastio, no sbado, 27, s 9 horas. Na quarta-feira, dia 24, o padre da Parquia de Urussanga, Hlder Benedet tambm estava tentando uma vaga para concelebrar a missa.

EXPECTATIVA AT PARA QUEM J PARTICIPOU DE UMA JMJ
O padre Hlder Benedet j participou uma vez da JMJ, em sua edio realizada em Colnia, na Alemanha, no ano de 2005. Foi a primeira JMJ, realizada pelo Papa Bento XVI. Estava na Sua atuando em uma pequena Parquia e acompanhei trs jovens. Foi muito bonito participar e presenciar o envolvimento religioso dos jovens de vrios pases. Um momento maravilhoso e marcante, recorda. O padre afirma estar muito contente pela realizao do evento no Brasil. Graas a Deus terei a oportunidade de participar mais um vez desta JMJ, mas dessa vez no nosso pas. Estarei muito atento s palavras do Papa e irei orar pelo povo de Urussanga. Esperamos que os peregrinos possam experimentar o que a JMJ oferece e que ela proporcione a cada um a troca de experincias, conhecer outros jovens, histrias e, principalmente, que a JMJ desperte o esprito missionrio proposto pelo tema Ide e fazei discpulos entre todas as naes!

Urussanguenses so convocados para Seleo Catarinense de Karat

Urussanga participou do Campeonato Brasileiro de Karat etapa regional Sul, em Joinville, no ltimo fim de semana. Apesar de no conquistarem uma vaga para disputarem o Campeonato Brasileiro de Karat, os atletas Jean Carlos Barbosa e Leonardo Bonfante foram convocados para comporem a equipe da Seleo Catarinense de Karat. O tcnico Luiz Fernando Rodrigues e o Diretor de Esportes Gustavo de Oliveira acompanharam os lutadores. Desde o incio deste ano, Urussanga associada Associao Catarinense de Karat. Nos outros anos, os atletas participavam das competies representando outros municpios. Por ser o primeiro ano que esta modalidade coordenada pelo Departamento de Esportes da cidade, a convocao desses atletas uma grande conquista, ressalta o Diretor de Esportes de Urussanga, Gustavo de Oliveira.

Projeto institui Semana de Combate ao Uso de Drogas

Os vereadores de Urussanga aprovaram, na ltima sesso do Legislativo (16), o Projeto de Lei PL/N 11/2013 de autoria da vereadora Daniela Piacentini Visintim (PMDB) que institui a Semana Municipal de Preveno, Conscientizao e Combate ao Uso de Drogas.
A data, que passa a fazer parte do Calendrio Oficial de eventos do municpio, ser realizada anualmente na semana correspondente ao dia 26 de junho, data em que se comemora o Dia Internacional de Combate s Drogas.
O projeto ficar vinculado s Secretarias Municipais de Sade e Educao que tero a responsabilidade de fomentar e organizar aes que visam preveno, o combate e a conscientizao por meio de campanhas, seminrios, palestras, debates, reunies, conferncias, elaborao de cartilhas, folders e cartazes, entre outras aes que podero dar ampla divulgao municipal. O projeto ainda visa o estabelecimento de convnios ou parcerias com a Polcia Federal, Civil e Militar, Programa Educacional de Resistncia s Drogas – PROERD, Secretaria de Estado da Sade de Santa Catarina, Fundaes, Associaes, autarquias, organizaes ligadas aos temas, entidades religiosas, Conselho Comunitrio de Segurana- CONSEG, bem como, a participao de servidores municipais capacitados e da comunidade Urussanguense.
Esse projeto de fundamental importncia, pois vem alertar sobre o perigo das drogas, conscientizar e fazer a preveno. Sabemos que a droga um grande veneno que ainda se encontra no meio social e que nos no podemos deixar as nossas crianas e jovens a merc deste tenebroso mundo de destruio social, familiar e individual, ressaltou a autora do projeto, vereadora Daniela.

Moradores de Estao e Palmeira do Meio participam de audincia

As reunies do Plano Plurianual (PPA) esto acontecendo nos bairros de Urussanga desde o ltimo dia 10 de julho com o intuito de planejar o futuro da cidade. Nesta semana, foram realizadas as reunies nos bairros da Estao e Palmeira do Meio. A cada encontro, sugestes so colocadas pelos urussanguenses ao Poder Pblico Municipal a fim de que se tenha um municpio melhor estruturado.
Administrao e segurana pblica, assistncia social, sade, educao, cultura, turismo, esporte e lazer, agricultura e desenvolvimento rural, infraestrutura e desenvolvimento econmico so os temas debatidos durante as reunies. O secretrio de Infraestrutura, Jorcio Zucchinali, afirma que importante participar dos encontros do PPA para que as reais necessidades dos bairros sejam levantadas. Precisamos pensar no futuro e, para isso, preciso desde j enxergarmos o que precisa ser mudado ou melhorado na cidade, destaca.
Todos os encontros comeam s 19h30 e so abertos a toda a comunidade urussanguense. As prximas reunies acontecero no Bairro Nova Itlia, na segunda dia 22, em Santana no dia 24, no bairro So Pedro no dia 29 de julho, todas no salo de festas das capelas locais. A ltima reunio acontecer na Cmara de Vereadores, no dia 31 de julho. As solicitaes do PPA referem-se ao perodo de 2014 a 2017, estabelecendo metas e investimentos para o municpio.

Estudantes produzem documentrio sobre reimigrao

Eliana Maccari

Jovens, estudantes e descentes de italianos, Artur Bianchini, de 22 anos, e Eduardo Bonetti, de 20 anos, decidiram partir para a Itlia em junho deste ano, a fim de reconhecerem a cidadania italiana e conquistarem a to sonhada vaga em uma universidade italiana. Os estudantes de Cincia Poltica e Relaes Internacionais desenvolveram um projeto acadmico na Unisul que visava retratar e compreender a reimigrao por parte de descendentes de italianos do sul de Santa Catarina em suas trajetrias pelo caminho inverso de seus antepassados.
No projeto acadmico desenvolvemos argumentos sobre os aspectos scio-econmicos da Itlia contempornea. Foi pensando no aprofundamento dos estudos da histria da colonizao italiana no Sul do Estado de Santa Catarina que nos motivou a esboar o projeto do documentrio. Hoje, os descendentes visam adquirir um conhecimento maior na Europa e aplic-los aqui, construindo uma concepo histrica de relao Itlia-Brasil, na qual se poderia criar uma maior possibilidade de dilogo, experincias, acordos, reciprocidade, intercmbio e seria de mtuo benefcio dado que aquilo que em um setor abunda pode interessar ao outro pas que falta, e em outros setores pode-se constituir uma matria de recebimento e remessas. A designao talo-brasileiro agrega a ns mesmos valores positivos traados atravs do itinerrio migracionista, e ao assumirmos esta identidade, assumimos um estilo de vida que incorpora valorativamente a saga de nossos antepassados, explica Bianchini, natural de Tubaro.
O documentrio teve incio no Brasil, com cenas e depoimentos de talo-brasileiros narrando fatos da colonizao italiana da regio. A abordagem se d com entrevistas de filhos, netos e bisnetos, dos primeiros imigrantes do incio da colonizao italiana no sul de Santa Catarina nos anos de 1875 a 1893 analisando os motivos da imigrao, insero dos descendentes na sociedade brasileira, resgate cultural pelas origens da italianidade e consolidao da cultura talo-brasileira atual. Entretanto, a maior parte do curta ser gravada na Itlia.
Trata-se de um projeto de longo prazo, iniciado no Brasil, e que ter finalizao na graduao no curso de Cincia Poltica. quase que uma narrao de um projeto de vida, exaltando a histria de nossas origens. Hoje os descendentes de italianos do sul de Santa Catarina fazem a trajetria pelo caminho inverso de seus antepassados em busca do reconhecimento da cidadania italiana, da insero na sociedade italiana atual, em busca dos seus sonhos de conseguirem ingressar em uma universidade italiana. Desta forma vamos analisar paralelos, divergncias e afinidades culturais dos talo-brasileiros com os italianos, ressalta o urussanguense Bonetti.

NA ITLIA
A ideia de finalizar os estudos em uma universidade italiana foi anterior ao documentrio. Hoje, na Itlia, Artur Bianchini e Eduardo Bonetti buscam o ingresso no curso de Cincias Polticas e Relaes Internacionais, na Universit degli Studi di Pavia. Estamos nos dedicando ao estudo aprofundado da lngua italiana como preparao para o incio do ano letivo acadmico italiano, que ocorrer em setembro deste ano. Aproveitamos tambm o tempo livre para explorar pontos tursticos do norte da Itlia, reviver locais por onde passaram nossos antepassados e coletar materiais para o documentrio, conta Bonetti. O objetivo dos estudantes permanecer na Itlia at finalizarmos o curso de graduao e, consequentemente, o documentrio.
Artur Bianchini descendente direto de Beniamino Bianchini, nascido na comune de Longarone-Belluno, imigrante italiano instalado Colnia de Nova Veneza, sede Treviso em 1892. Eduardo Bonetti descendente direto de Carlo Stefano Bonetti, nascido na comune de San Benedetto Po-Mantova, imigrante italiano instalado na Colnia de Azambuja em 1889.

A ousada e leve comida japonesa

Eliana Maccari

Mesmo com a culinria japonesa ganhando admiradores diariamente, ainda existe certa resistncia quando o assunto peixe cru. Este tipo de comida foi inventado na China h mais de dois mil anos. Mas, os culpados pela sua difuso foram os japoneses. Para quem nunca experimentou a comida japonesa, nada mais normal do que iniciar essa aventura pelo mais famoso prato oriental: o sushi, uma iguaria que combina o arroz com os pescados crus.
A cervejaria Hora Extra oferece nas quintas-feiras, uma vez por ms, um festival de comida japonesa. Durante a noite, a partir das 19 horas, os clientes podem apreciar um buffet com mais de dez tipos de iguarias da gastronomia oriental. Sushi, temaki, hot Filadlfia, entre outros, so apreciados acompanhados do tradicional molho shoyo.
Pensamos em trazer esta novidade para a cidade por ser mais uma opo gastronmica para os urussanguenses. Vamos inovar em outros quesitos gastronmicos como, por exemplo, intercalar uma noite mexicana, uma japonesa e outra de sopas, todas as quintas-feiras, ressalta a proprietria Adriana Scaravacco. A prxima noite especial com festival de comida japonesa acontecer no dia 25 de julho.

Parquia de Urussanga celebra jubileu de Padre Carlos

No domingo, dia 14, a Parquia Nossa Senhora da Conceio, em Urussanga, celebrou os 50 anos de Sacerdcio do vigrio paroquial, Padre Carlos Wecki. Na presena de padres e pessoas de outras parquias da Diocese de Cricima, o bispo Dom Jacinto Inacio Flach presidiu a missa, que festejou o Sagrado Corao de Jesus e recordou os 25 anos de ordenao presbiteral do epscopo. Quando Jesus transpassado pela lana, quando sai sangue e gua de seu corao, nasce a Igreja, porque nasce o Amor. Justamente nesta escola queremos aprender de Jesus, que manso e humilde de corao, disse o bispo.
No incio da missa, padre Carlos e Dom Jacinto receberam, cada um, uma casula de presente. Tambm foram acolhidos os nmeros representando seu tempo de servio Igreja enquanto sacerdotes e a figura do Bom Pastor, representada por um jovem e tambm um microfone e um rdio, recordando todos os programas catlicos j conduzidos por Padre Carlos. Padre Carlos uma pessoa muito ligada ao Apostolado da Orao. Este coroamento no uma coincidncia, mas uma providncia de Deus, afirmou Dom Jacinto.
Questionado pelo bispo sobre os fatos e passagens que marcaram sua vida, Padre Carlos iniciou falando sobre a atitude de Jesus na cruz, quando manifestou misericrdia para com o bandido Dimas. Jesus sabia dos pecados daquele homem, mas Jesus vai direto ao nosso corao, ao nosso arrependimento. E continuou: So 50 anos de padre. Mais coisas boas que ruins. Nessa trajetria, a gente tem agradecimentos a fazer. Primeiro a Deus, que me chamou, mesmo eu me sentindo sem condies, mas que me chamou. Agradeo a Dom Anselmo, bispo que me imps as mos e hoje ao nosso bispo, a quem prometo minha obedincia. Agradeo a meu proco, padre Jiovani, que me acolheu sabendo de minhas fragilidades, e um grande agradecimento a todas as parquias por onde passei.
Ao final da missa, o proco, padre Jiovani Manique Barreto, agradeceu, em nome da parquia, a Padre Carlos. Tenha sempre este entusiasmo para trabalhar na Igreja do Senhor. Muito obrigado pelo que realizas e continuars realizando em nossa parquia!. O proco tambm estendeu o agradecimento ao bispo: Que o Corao de Jesus d fora e coragem para levar adiante nossa diocese e o novo santurio dedicado ao Sagrado Corao de Jesus. Obrigado por tudo, enfatizou. Aps a missa, todos se dirigiram ao Centro Comunitrio da Igreja Matriz para o almoo de confraternizao e o corte do bolo de aniversrio. Na ocasio, foram recordados momentos da trajetria de Padre Carlos, atravs de relatos e fotos.

ONG Raa juntamente com LEO Clube de Urussanga fazem pedgio

O pedgio em prol dos animais realizado no sbado, dia 13, em Urussanga, aliviar as contas da ONG Raa. Uma dvida de mais de 3,7 mil reais ser quitada graas a colaborao da populo que se solidarizou participando do pedgio. Durante toda a manh, em trs pontos de Urussanga, trinta pessoas da ONG juntamente com voluntrios e companheiros do LEO Clube de Urussanga realizaram a campanha.
Com o que conseguimos arrecadar no pedgio, vamos quitar as dvidas. Porm j estamos com novos gastos com rao, que se possvel sero pagos com o restante do valor das doaes, explica a Presidente da ONG Raa, Thaliny Rocha. Atualmente, a ONG conta com 11 integrantes que cuidam de animais de rua. Os animais so levados para tratamento e depois so doados para famlias da cidade.
Atualmente, a ONG Raa no tem um apoio fixo para ajudar nas despesas com os animais. Se alguma empresa estiver disposta a ajudar s entrar em contato com a ONG Raa pelo telefone 9928-8225. Para qualquer dvida esto disposio de todos os recibos dos pagamentos feitos com os gastos que tivemos com os animais, afirma. A ONG tambm j conta com CNPJ passando mais confiana para aqueles que desejam ajudar.

Reconstruindo a histria da famlia Dandolini

Voltando a estudar para concluir o Ensino Mdio, com a imensa vontade de conhecer a histria da famlia e registr-la em um livro, o agricultor de Turvo, Lbero Antnio Dandolini buscou durante nove anos as suas razes que resultaram no livro Famlia Dandolini – 135 anos no Brasil. Eu comecei e terminei as pesquisas sozinho, mas nem por isso deixei de desistir em algum momento. A vontade de ter um livro com a histria da minha famlia era maior, relata. Lbero Antnio Dandolini filho de Isidoro Artidoro Pietro Dandolini, sendo que seu av se chamava Artidoro.
A participao de Urussanga no livro comeou atravs da busca por familiares. Cheguei Benedetta, parei em um bar para pedir informaes e depois segui para um lugar onde pertencia a Urussanga, na poca em que moravam meus trisavs, na comunidade de Pindotiba, explica. Lbero encontrou em Pindotiba Neri Dandolini e a esposa Maria Spadel e iniciou a pesquisa sobre a famlia. Dona Neri de 70 anos me ajudou com muitas informaes. Contou a histria dos pais, avs e dela mesma. Seu av se chamava Henrique Dandolini, conta.
Em Urussanga, Lbero tambm teve o apoio da biblioteca municipal. Peguei muitos livros do acervo, mesmo sendo de outra cidade. Eles me deixaram us-los para colher mais informaes para que eu pudesse usar na minha obra, comenta.
A histria da famlia Dandolini relatada em 300 pginas. Os interessados em conhec-la podem adquirir o livro Famlia Dandolini – 135 anos no Brasil na Livraria Miotellos em Urussanga.