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Premiação no Lydio de Brida

set 25th, 2009 | por Jornal Vanguarda | Categoria: Variedades

Dez alunos de quinta a oitava série da Escola Educacional e Profissional Lydio de Brida foram premiados na tarde de sexta-feira, dia 18 de setembro na própria escola. Juntamente com os demais alunos da instituição, eles participaram do projeto Segurança pública, direito e respeito de todos, de autoria da professora de língua portuguesa. Durante todo o semestre participaram de palestras, discussões, assistiram a vídeos e pesquisaram sobre o tema proposto. Para finalizar, uma redação foi escrita para mostrar o que aprenderam no decorrer dos últimos meses, e as cinco melhores de cada categoria foram premiadas.

Além de ensinar sobre o assunto, este projeto também teve o intuito de ajudar instituições de caridade do município. Para poder inscrever as redações, os estudantes tiveram que doar um quilo de alimento ou um litro de leite para uma entidade urussanguense. No fim da premiação, os representantes do Caritas e do Centro Espírita receberam as doações vindas dos alunos.
*Confira aqui as duas redações vencedoras do projeto sobre Segurança Pública

Criando flâmulas de solução

Existem determinados assuntos na sociedade atual que estão em ênfase na mídia. Porém são recentes e se convergem com o âmbito social. Pois quando é citada uma vida digna a todos os cidadãos está evidente que é necessário uma ação de segurança onde deve haver um vínculo entre a sociedade e as autoridades.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial houve a necessidade  da proteção do ser humano para evitar outra futura guerra. Nasciam assim, assíduos pedidos de paz, incitando a criação dos Direitos Humanos que teria como preliminar a valorização da vida.
Este visava uma boa convivência mundial com respeito mútuo. Iniciava a preocupação com a segurança da população.

Protótipos e manuais de como alcançar uma convivência pacífica estão em ascensão a todos os lugares. Então como não são seguidos? Como na época de Sócrates seguia-no quem estivesse disposto a encontrar respostas às perguntas por ele feitas.
Segurança pública é uma pergunta. Entretanto muitas pessoas não se disponibilizam a encontrar uma boa resposta.

Policiais militares e civis, juízes e advogados trabalham no sentido de diminuir a violência com justiça. O cidadão tem o dever de cumprir seus deveres e o poder jurídico de conservar sua moral não aceitando suborno ou defendendo réus culpados com o princípio da integridade física e moral. Segurança pública é como uma balança: se não há justiça nos tribunais, não há segurança fora deles.

Talvez uma das respostas para o aumento da segurança é o esclarecimento do assunto para a sociedade, que deve ser a peça principal do quebra-cabeça das melhorias. É interessante que o governo aprimore suas políticas de severidade combatendo o uso de armamento e invista em assistência de proteção e ajuda à população. A segurança só ocorrerá quando houver cooperação de ambos os lados. Com toda a certeza segurança pública não é a saída, mas a porta de entrada a um mundo desconhecido, porém melhor. Segurança pública não é um problema, mas a solução. Contudo a porta de saída a ser encontrada é a violência, um pesadelo que infelizmente nunca irá nos abandonar.

Sabrina Della Bruna - 8ª série
Segurança pública em nossa comunidade

Na comunidade, segurança pública é um conjunto de ações que o governo com a sociedade civil e entidades de classe promovem para beneficiar e facilitar a segurança, liberdade e a qualidade de vida de seus cidadãos.

Da parte do governo temos como exemplo o policiamento ostensivo da PM, as investigações da polícia civil e emissão de documentos como, carteira de identidade e carteira de motorista e a polícia federal com suas investigações de crimes contra o nosso país.

Além das polícias temos o ministério público que hoje é um dos mais importantes para com os direitos dos cidadãos. As entidades reunidas formam um tipo de fiscalização não governamental e formador de opinião pública. Essas entidades são o Lyons, o Rotary, jornais, rádios, associações de moradores e outras entidades de classe, que nós, como cidadãos, podemos fazer parte de uma delas para ajudar na segurança pública.

Na escola, podemos atuar, melhorando o nosso convívio com os nossos colegas, desenvolvendo trabalhos coletivos, fazer parte de grupos de estudos e ações associativas, promovendo jogos, reuniões, palestras, seminários e estudos que venham a aprimorar o que os alunos aprendem em sala de aula com seus professores e orientados educacionais.

Então se cada um fizesse a sua parte as escolas e comunidades não teriam tanta violência verbal, física e entre tantas outras.

Gabriela Zapelini Fizzioni – 6ª série

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