O “talian” nostro de cada dia – parte 2
ago 28th, 2009 | por Jornal Vanguarda | Categoria: Bibiana Pignatel, ColunistasNa semana passada, transcrevi nesta coluna uma relação de provérbios na língua italiana (alguns deles, com variações no dialeto vêneto). Pois bem, disse a você, leitor, que nessa semana relacionaria outros mais. Segue abaixo, portanto, o restante (desta vez, com a tradução em português). “O ‘talian’ nostro de cada dia” renderá ainda coluna III.
La morte guarisse tutti i mali.
A morte cura todos os males.
Non’è tutto oro quel che riluce.
Nem tudo o que reluz é ouro.
Pensa ancoi e parla doman.
Pense hoje e fale amanhã.
A ogni santo, la sua candela.
A cada santo, a sua vela.
Quando Dio non vuole, i santi non possono.
Quando Deus não quer, os santos não podem.
Fin che c’è vita, c’è esperanza.
Enquanto houver vida, haverá esperança.
Tutte le strade portano a Roma.
Todas as estradas levam à Roma.
La superbia và a caval e torna a piedi.
A soberba vai a cavalo e volta a pé.
Tratta la tua donna come una lavandaia e sarai l’uomo della lavandaia. Tratta la tua donna come una regina e sarai rè.
Trata tua mulher como uma lavadeira e serás o marido da lavadeira. Trata tua mulher como uma rainha e serás rei.
Quando il gatto non c’è, i topi ballano.
Quando o gato não está, os ratos fazem a festa.
Meglio ferito, che morto.
Melhor ferido, que morto.
La pazienza è la virtù dei forti.
A paciência é a virtude dos fortes.
L’uomo è come l’albero dell’ulivo: può essere storto, nodoso, brutto, ma non importa purché sia fruttifero.
O homem é como um pé de oliveira: pode ser torto (errado), complicado, feio, mas não importa contanto que dê frutos.
Chi aspetta aiuto dai parenti aspetta fino a quando gli cascano i denti.
Quem espera a ajuda dos parentes, espera até que lhe caiam os dentes.

