Observador
jun 4th, 2009 | por Jornal Vanguarda | Categoria: Colunistas, Jaci SoaresSem estresse
Hoje quando comecei a escrever essa coluna chovia lá fora e fazia um friozinho danado. Mas não desanimei e comecei a movimentar as minhas ideias e escrever. Sem estresse, calmo, pois para mim, atualmente, não existe mais lugar nas organizações para a figura limitada do profissional convencional, que não assume outro compromisso, a não ser, bater o ponto e cumprir horário e rotinas. Na maioria das vezes é exatamente isso que acontece nos ambientes de trabalho. As pessoas cumprem suas tarefas, de forma mecânica, sem se perguntarem o que pode ser feito para mudar e melhorar seu desempenho e seus resultados. Tem gente que chega ao trabalho com cara de segunda-feira e, parece que já começa o dia de mal com a vida. São esses tipos de pessoa que não crescem na vida, pois fica sempre na expectativa que as soluções irão cair do céu. Eu classifico essa corja de: vagabundos. A vida é assim. Uns conduzem a carroça e outros a empurram. Depende de você, em que posição quer estar.
Ritorno Alle Origini
Fiquei encantado com a festa Ritorno Alle Origini de Urussanga. Bela organização, muita gente descontraída ao som de bela músicas italianas. Foi a primeira vez que eu fui a essa festa, pois sou fã da Festa Vinho, que no ano que vem será no mês de agosto. Não faltarei e, irei com meus familiares. Quero aproveitar o embalo e cumprimentar o Prefeito Luiz Carlos Zen e o Presidente da CCO, Antonio Carlos Reis Couto, pela beleza da festa. Diante do fato me indago: como Urussanga mudou em matéria de festividades, pois no meu tempo de Urussanga não existia isso, somente a tradicional festa de N.S. da Conceição no mês de dezembro. Parece que todos os habitantes de Urussanga marcaram um encontro na festa Ritorno Alle Origini e, o que se via eram muitos beijos e abraços. Parabéns a todos que direta ou indiretamente, ajudaram para o sucesso da festa. Ufa, que alegria escrever sobre a festa. Juro: gostei demais……
João Bichinho
No meu tempo de Urussanga tinha um senhor que morava na rua que fica aos fundos do Bradesco de Urussanga. Era conhecido por todos como João Bichinho. Era um homem solitário e tinha em frente de sua casa um macaco da raça prego que subia e descia um pau amarrado por uma colera. A gurizada adorava ver o macaquinho, inclusive eu. Mas, sempre tinha aquele guri mais arteiro e começava a jogar pedras no macaquinho para ver ele brabo. O senhor João Bichinho ficava fulo da vida e corria com a molecada. Até hoje nunca soube o porquê do apelido pobre homem de João Bichinho. Talvez foi apelidado por causa do seu macaquinho. Belos dias…belos tempos…

