Observador
abr 23rd, 2009 | por Jornal Vanguarda | Categoria: Colunistas, Jaci SoaresVereador Omero de Bona
Esta semana liguei para o amigo Vereador Omero de Bona e perguntei-lhe sobre seu estado de saúde e quando voltaria para a Câmara de Vereadores. Disse-me que estava bem de saúde e que logo, logo voltaria a ativa. Gostei muito da conversa que tive com o amigo Omero pois trata- se de uma pessoa muito humana, carismática, íntegro e acima de tudo um grande político. Aproveitei o embalo da nossa conversa e disse-lhe que é preciso viver os sonhos e a certeza de que algo vai mudar e melhorar. As melhores coisas da vida são vistas com o coração. Por isso, podemos escolher entre, apenas sobreviver, ou desfrutar a sobrevivência. A vida não faz promessas. Nós é que determinamos para onde vamos. Deixei essas mensagens com o amigo Omero na certeza que Deus vai iluminar o seu caminho e, ele voltará a ser aquele Omero forte , disposto para continuar trabalhando pela comunidade urussanguense que o respeita e o admira. Forte abraço amigão…
Homossexualidade
Li a bela reportagem aqui no jornal sobre o espaço dos homossexuais na sociedade. Bem feita a reportagem e concordo com o que foi redigido. Cada um de nós tem um conteúdo, uma história e uma opinião a respeito da vida. Reconhecer as diferenças entre as pessoas , independente de raça, religião ou condição social, e, saber valorizá-las, é sinal de grande sabedoria, além de revelar grandeza espiritual. Todos têm conhecimento e ignorância em relação a assuntos diferentes e olhar para ambos com a mesma atenção, nos dará a noção exata do que é essencial para nós e que deve ser desprezado. Portanto, sou de opinião que cada um vive a sua vida da melhor maneira que lhe couber. Enxergar as diferenças é uma forma de sabedoria, mais riqueza na formação intelectual e mais generosidade no coração. Para mim, quanto maior o contraste, mais interessantes e potenciais serão as pessoas. Ou não ?
Cuíca
Também falei na semana passada com o ex-vereador Cuíca. Estava acamado por uma contusão numa partida de futebol. Amigo Cuíca, fica frio, pois já passei por tudo isso, pois perna e braço quebrado foram uma constante no meu tempo de futebol em Urussanga. Só que naquela época tínhamos o “bom velhinho” Lucieti, que quando quebrei o braço fez uma tala com taquara e enfaixou. Claro, a mão inchou mas, sem qualquer remédio ou raio-x , estou com meu braço inteirinho até hoje. Desejo-te uma boa recuperação amigo…

